SALGUEIRO
Sérgio China agradece confiança do presidente do Salgueiro e revela que já mirava final
Técnico colocou como uma das metas do ano ser ao menos vice pernambucano
Sérgio China teve diversas chances no Náutico. Bastava um técnico ser demitido para o treinador das divisões de base ser chamado para o elenco principal. Os resultados nunca foram bons e o fim da última temporada mudou seu rumo após o Salgueiro convidá-lo para comandar o Carcará nas duas temporadas seguintes. Um novo caminho na profissão e que já rendeu frutos quando não se esperava após um início bem conturbado.
China começou a temporada sendo questionado pelos torcedores, já que, nos cinco primeiros jogos sob o seu comando, o Carcará não venceu. Porém, o presidente Clebel Cordeiro o manteve no time: os resultados vieram e uma grande história foi construída. “A gente fica satisfeito, principalmente como começou o ano. Isso foi um trabalho dos atletas, da comissão, e do presidente, que me segurou após um começo difícil. Foi um trabalho em conjunto. Ninguém é vencedor sozinho”, comentou Sérgio China após o empate contra o Sport.
Com vitórias sobre Náutico, Santa Cruz e Sport, com direito a eliminação do Timbu na Copa do Nordeste e no Pernambucano, e ainda um jogo contra o Flamengo na Copa do Brasil, Sérgio China quer fazer mais. Quer galgar outros degraus, como já havia previsto desde o começo da temporada. “O Salgueiro está há três anos em terceiro colocado e disse na minha primeira palestra que tínhamos que buscar objetivos melhores do que o ano passado. Ou seja, tínhamos que ser pelo menos vice-campeões”, lembrou o técnico, que não negou que o título é seu objetivo. “Já conseguimos (nosso objetivo), mas queremos o título que, se acontecer, ficará na história. Não podemos nos contentar com o que alcançamos.”
Retranca sim
Quem assistiu à partida entre Sport e Salgueiro na Arena Pernambuco observou dois times com objetivos diferentes. Enquanto o Sport atacava, o Salgueiro se defendia e esta era a tática que Sérgio China desejava desde o início. “Futebol é imposição. Às vezes, vocês falam que nos retraímos, mas o Sport veio para agredir e tínhamos que nos retrair. Mas conseguimos sair e agredimos em alguns momentos. Nessas partidas eliminatórias, temos que ter uma postura que não podemos deixar de ser campeões ou nos desclassificarmos na primeira partida”, falou o treinador, já pensando na decisão contra o Santa Cruz.
China começou a temporada sendo questionado pelos torcedores, já que, nos cinco primeiros jogos sob o seu comando, o Carcará não venceu. Porém, o presidente Clebel Cordeiro o manteve no time: os resultados vieram e uma grande história foi construída. “A gente fica satisfeito, principalmente como começou o ano. Isso foi um trabalho dos atletas, da comissão, e do presidente, que me segurou após um começo difícil. Foi um trabalho em conjunto. Ninguém é vencedor sozinho”, comentou Sérgio China após o empate contra o Sport.
Com vitórias sobre Náutico, Santa Cruz e Sport, com direito a eliminação do Timbu na Copa do Nordeste e no Pernambucano, e ainda um jogo contra o Flamengo na Copa do Brasil, Sérgio China quer fazer mais. Quer galgar outros degraus, como já havia previsto desde o começo da temporada. “O Salgueiro está há três anos em terceiro colocado e disse na minha primeira palestra que tínhamos que buscar objetivos melhores do que o ano passado. Ou seja, tínhamos que ser pelo menos vice-campeões”, lembrou o técnico, que não negou que o título é seu objetivo. “Já conseguimos (nosso objetivo), mas queremos o título que, se acontecer, ficará na história. Não podemos nos contentar com o que alcançamos.”
Retranca sim
Quem assistiu à partida entre Sport e Salgueiro na Arena Pernambuco observou dois times com objetivos diferentes. Enquanto o Sport atacava, o Salgueiro se defendia e esta era a tática que Sérgio China desejava desde o início. “Futebol é imposição. Às vezes, vocês falam que nos retraímos, mas o Sport veio para agredir e tínhamos que nos retrair. Mas conseguimos sair e agredimos em alguns momentos. Nessas partidas eliminatórias, temos que ter uma postura que não podemos deixar de ser campeões ou nos desclassificarmos na primeira partida”, falou o treinador, já pensando na decisão contra o Santa Cruz.
Superesportes.com
PERNAMBUCANO
Final do Campeonato Pernambucano tem confronto inédito e um novato após 17 anos
Última vez que o Estadual teve um finalista diferente foi em 1998, com o Porto
O Campeonato Pernambucano nunca viu uma final assim. Santa Cruz e Salgueiro farão a 12ª decisão diferente da história do Estadual. A primeira inédita em 17 anos. A última vez que isso ocorreu foi em 1998, quando Sport e Porto disputaram o título em um jogo extra - apenas o Rubro-negro poderia ser campeão. Portanto, essa será a primeira vez que um time do interior chega em condições de igualdade contra um da capital para decidir a taça.
Em 1998, o Porto precisaria vencer o Sport quatro vezes para levantar o campeonato. Não passou do primeiro jogo, com vitória leonina por 2 a 0. Dessa vez, tricolores e sertanejos começam a decidir o Estadual do “zero”. Isso porque o regulamento prevê como única vantagem ao time de melhor campanha, no caso do Santa, o direito de fazer o jogo de volta, no próximo domingo, no Arruda. O duelo de ida é quarta-feira, no Cornélio de Barros. Em caso de dois empates, o campeão será conhecido após cobranças de pênaltis.
Porém, o ineditismo da final entre Santa Cruz e Salgueiro se reflete também em outros aspectos. Principalmente graças ao Carcará. O maior deles, a chance de ser o primeiro campeão pernambucano oriundo do interior. O estado, ao lado do Rio de Janeiro, é o único que nunca viu um clube, fora da Capital, levantar a taça. Pelo lado tricolor, o Santa busca a quarta conquista nos últimos cinco anos. Melhor desempenho do clube coral desde o histórico pentacampeonato, obtido entre 1969 e 1973
Eliminação
O Salgueiro também impôs ao Sport a sua primeira eliminação em uma semifinal, desde que o Pernambucano passou a adotar esse regulamento, em 2010. A última vez que o Leão ficou fora das duas primeiras colocações foi em 2005, quando o Santa ficou com o título, tendo o Náutico como vice. Essa também é a primeira vez que o terceiro e o quarto colocados na fase de classificação avançam juntos para a decisão do Estadual.
A chance do interior
Com a chegada do Salgueiro à final, o Campeonato Pernambucano pode quebrar uma escrita de mais de 100 anos e ter o primeiro campeão fora da Capital. O estado é, ao lado do Rio de Janeiro, o único que nunca viu um interiorano levantar a taça. No Rio a escrita segue, já que a final deste ano é entre Vasco e Botafogo. Por outro lado, a federação com mais campeões oriundo do interior é Santa Catarina, com 18 clubes diferentes.
Todas as finais
Os jogos decisivos “inéditos” do Campeonato Pernambucano
1915
Flamengo x Torre
(Flamengo campeão)
1916
Sport x Santa Cruz
(Sport campeão)
1921
Santa Cruz x América
(América campeão)
1932
Santa Cruz x Íris
(Santa Cruz campeão)
1933
Santa Cruz x Varzeano
(Santa Cruz campeão)
1934
Náutico x Santa Cruz
(Náutico campeão)
1935
Santa Cruz x Tramways
(Santa Cruz campeão)
1944
Náutico x América
(América campeão)
1948
Sport x América
(Sport campeão)
1951
Sport x Náutico
(Náutico campeão)
1998
Sport x Porto
(Sport campeão)
2015
Santa Cruz x Salgueiro
Em 1998, o Porto precisaria vencer o Sport quatro vezes para levantar o campeonato. Não passou do primeiro jogo, com vitória leonina por 2 a 0. Dessa vez, tricolores e sertanejos começam a decidir o Estadual do “zero”. Isso porque o regulamento prevê como única vantagem ao time de melhor campanha, no caso do Santa, o direito de fazer o jogo de volta, no próximo domingo, no Arruda. O duelo de ida é quarta-feira, no Cornélio de Barros. Em caso de dois empates, o campeão será conhecido após cobranças de pênaltis.
Porém, o ineditismo da final entre Santa Cruz e Salgueiro se reflete também em outros aspectos. Principalmente graças ao Carcará. O maior deles, a chance de ser o primeiro campeão pernambucano oriundo do interior. O estado, ao lado do Rio de Janeiro, é o único que nunca viu um clube, fora da Capital, levantar a taça. Pelo lado tricolor, o Santa busca a quarta conquista nos últimos cinco anos. Melhor desempenho do clube coral desde o histórico pentacampeonato, obtido entre 1969 e 1973
Eliminação
O Salgueiro também impôs ao Sport a sua primeira eliminação em uma semifinal, desde que o Pernambucano passou a adotar esse regulamento, em 2010. A última vez que o Leão ficou fora das duas primeiras colocações foi em 2005, quando o Santa ficou com o título, tendo o Náutico como vice. Essa também é a primeira vez que o terceiro e o quarto colocados na fase de classificação avançam juntos para a decisão do Estadual.
A chance do interior
Com a chegada do Salgueiro à final, o Campeonato Pernambucano pode quebrar uma escrita de mais de 100 anos e ter o primeiro campeão fora da Capital. O estado é, ao lado do Rio de Janeiro, o único que nunca viu um interiorano levantar a taça. No Rio a escrita segue, já que a final deste ano é entre Vasco e Botafogo. Por outro lado, a federação com mais campeões oriundo do interior é Santa Catarina, com 18 clubes diferentes.
Todas as finais
Os jogos decisivos “inéditos” do Campeonato Pernambucano
1915
Flamengo x Torre
(Flamengo campeão)
1916
Sport x Santa Cruz
(Sport campeão)
1921
Santa Cruz x América
(América campeão)
1932
Santa Cruz x Íris
(Santa Cruz campeão)
1933
Santa Cruz x Varzeano
(Santa Cruz campeão)
1934
Náutico x Santa Cruz
(Náutico campeão)
1935
Santa Cruz x Tramways
(Santa Cruz campeão)
1944
Náutico x América
(América campeão)
1948
Sport x América
(Sport campeão)
1951
Sport x Náutico
(Náutico campeão)
1998
Sport x Porto
(Sport campeão)
2015
Santa Cruz x Salgueiro
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