quarta-feira, 29 de julho de 2015

São Paulo espera vender ao menos 100 mil camisas do terceiro uniforme!

Resultado de imagem para LOGO BRASILEIRÃO SÉRIE AResultado de imagem para LOGO BRASILEIRÃO SÉRIE A




São Paulo e Under Armour esperam vender pelo menos 100 mil camisas do terceiro uniforme do clube.
A projeção foi apresentada em reunião do Conselho Deliberativo nesta terça, no encontro em que o órgão autorizou que o time tenha a terceira camisa, predominantemente bordô.
A diretoria diz ainda não saber quanto vai faturar, pois o preço dos modelos não foi definido. O clube terá direito a 13% do montante arrecadado com a comercialização, prevista para começar em outubro.
“Foi uma reunião histórica. Conseguimos aprovar algo que tentávamos havia uns 12 anos'', disse Julio Casares,  vice-presidente são-paulino.
perrone

Marcelo Oliveira, Tite, Levir Culpi ou Eduardo Baptista: para você, quem é hoje o “SuperTécnico” brasileiro?

corrida

Já tivemos safras de treinadores muito melhores, é verdade.
Mas temos, sim, alguns bons técnicos brasileiros realizando trabalhos de destaque atualmente.
Eu, particularmente, cito quatro nomes que me agradam muito: Marcelo Oliveira, do Palmeiras, Tite, do Corinthians, Levir Culpi, do Atlético-MG, e Eduardo Baptista, do Sport.
Mas, afinal, para você, quem é “SuperTécnico” brasileiro atualmente?
Confira abaixo os pontos fortes e fracos dos meus favoritos e eleja o seu (claro que você pode citar também algum outro que não esteja na lista)!
Marcelo Oliveira
Ponto forte: atual bicampeão brasileiro, Marcelo Oliveira vive uma fase espetacular. Após ser estranhamente demitido do Cruzeiro, chegou ao Palmeiras e tem feito o time voar. Inclusive, muita gente já aponta o Verdão como sério candidato ao título do Brasileirão-2015.
Ponto fraco: o técnico, no entanto, não tem um bom desempenho em campeonatos em que a forma de disputa é o mata-mata.
Tite
Ponto forte: após um bom tempo sendo considerado um técnico comum, Tite “virou a chave” e passou a ser muito elogiado depois de 2012, quando conquistou a Libertadores e o Mundial com o Corinthians. Neste ano, montou um time de encher os olhos que acabou sendo desmontado rapidamente pela diretoria. Mesmo assim, tem conseguido bons resultados no Brasileirão.
Ponto fraco: muito torcedor corintiano classifica o técnico como “retranqueiro”.
Levir Culpi
Ponto forte: depois de passar muitos anos fora do Brasil, Levir chegou ao Atlético-MG desacreditado e acabou conquistando ótimos resultados. O futebol bonito do Galo é elogiado por todos.
Ponto fraco: a torcida atleticana reclama que o treinador é muito teimoso e insiste em alguns jogadores.
Eduardo Baptista
Ponto forte: da nova geração, o filho do consagrado Nelsinho Baptista é o grande destaque. Afinal, não é nada fácil levar um time do nordeste, região tão esquecida pela imprensa e pelos patrocinadores, ao G-4 do Brasileirão.
Ponto fraco: a pouca experiência pesa contra o treinador.

Milton Neves


São Paulo vende almoço para pagar o jantar. Falência do futebol brasileiro


O São Paulo vendeu o meia Gabriel Boschilia, 19 anos, por 10 milhões de euros. Contratou Luiz Eduardo, zagueiro de 28 anos, sem gastar nada. É o retrato cruel do futebol brasileiro atingindo um ponto ainda pior do que antes. Vender promessas para contratar veteranos sem mercado na Europa é comum. Agora, o que se traz é jogador sem nenhum passado e, provavelmente, sem nenhum futuro.
É algo semelhante à devastação da floresta amazônica. Lá, pelo menos, há algum limite – geralmente não cumprido – de preservação. Aqui, não. É a lei da selva. E não é somente com o São Paulo. O Corinthians perdeu Matheus Cassini. E o Santos foi “roubado'' por sua grande revelação. Na venda de Neymar, o pai do craque ficou com o principal e o clube com uma comissão. A Portuguesa perde jogadores às dúzias. O Palmeiras? Não revela ninguém há anos. Gabriel é uma exceção que enche o torcedor de esperanças.
E eu fico pensando: já que é para vender o menino, por que não se dá mais chances, não se escala mais vezes, em busca de uma maior exposição e maior valorização. Há tempos se sabe que Boschilia é bom de bola. Mas nunca joga. Rodrigo Caio, que esteve a pique de se transferir para a Europa, só agora consegue ser titular indiscutível do São Paulo.
A crise atual do São Paulo é enorme. Osorio foi contratado para dirigir um elenco que agora não tem mais Souza, Denílson, Boschilia, Paulo Miranda, Cafu… Família vende tudo. O clube também.
Um segundo olhar para as vendas desnuda a falsidade do clube que sempre disse ser o rei do “planejamento''. Estão pagando agora uma dívida de 2001, referente a Jorginho Paulista. A comissão que seria paga a uma agência de Hong Kong pela concretização do acordo com a Under Armour foi suspensa.
Os negócios nebulosos rondam o clube. A namorada de Carlos Miguel Aidar só deixou de ganhar comissão por causa da repercussão das denúncias. No primeiro momento, o presidente disse que estava tudo correto. Disse, ainda, que pagaria comissão até para jornalista que conseguisse negócios para o clube. Uma visão elástica e flexível de ética.
Para enfrentar tantos problemas, o presidente:
1) Acusa o anterior, que o elegeu.
2) Vende jogadores, inclusive os imberbes.
3) Anuncia factoides: Rogério vai almoçar e jantar com sócios torcedores, Eu Pago o Pato, e agora o fundo de torcedores famosos, cada um doando o mínimo de R$ 1 milhão. Até agora, nenhum dos citados mostrou entusiasmo com a solução.
Esperemos janeiro, quando o atual agosto será lembrado com saudades. Afinal, o time que tem tantos problemas, não terá Rogério Ceni, Ganso e Luís Fabiano.
menon


Nenhum comentário:

Postar um comentário