segunda-feira, 17 de agosto de 2015

BRASILEIRÃO - NOTICIAS

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Primeira metade do Brasileiro mostra que Estaduais não são parâmetro


Aqueles que torcem o nariz quanto à capacidade dos Estaduais de mostrarem o potencial de um time na temporada têm mais um bom argumento para dizer que eles não são parâmetro. A primeira metade do Brasileirão, que teve o fim de seu primeiro turno no último domingo (16), indica que os campeões de cada Estado mais sofrem do que comemoram no Nacional e estão quase todos eles na segunda metade da classificação. Dos seis times que ganharam Estaduais, cinco estão abaixo da décima colocação.
O Vasco é o melhor exemplo disso. Campeão do Rio de Janeiro, o time tem só três vitórias, 13 pontos e é o lanterna do Campeonato Brasileiro. Em crise, demitiu Celso Roth e contratou Jorginho para tentar reagir. Para não ser rebaixado mais uma vez, precisará de um desempenho de G-4.
No Rio, o vice-campeão ainda foi o Botafogo, que conseguiu reação recente para voltar aos melhores da 2ª divisão. O Fluminense, eliminado na semifinal, é o 4º colocado.
Em São Paulo, o campeão é justamente o pior de todos os paulistas no Brasileirão. Com 24 pontos, o Santos está na 12ª colocação, atrás de Ponte Preta, São Paulo, Palmeiras e do líder Corinthians. Aqui, cabe ressaltar que o time de Tite poderia ter sido a exceção, já que liderou a primeira fase do Campeonato Paulista. Mas perdeu o embalo, acabou eliminado pelo arquirrival nos pênaltis e sofreu até na Libertadores posteriormente.
No Rio Grande do Sul, o exemplo volta a acontecer. O Internacional foi o campeão e causou uma crise no Grêmio. Concentrou-se na Libertadores e, após ser eliminado na semifinal, percebeu que seria tarde para reagir no Brasileirão. Na 11ª colocação, acumula uma vexatória derrota no Gre-Nal, demissão de Diego Aguirre e a decepção de ver o arquirrival brigando pelas posições de cima.
Ainda na região sul do país, o Atlético-PR chegou a lutar contra o rebaixamento no Campeonato Paranaense, mas é figura constante na briga pelo G-4. O Coritiba, que foi até a final, não consegue sair da parte de baixo da tabela. O Figueirense, que também levantou a taça em Santa Catarina, está apenas um ponto acima do rebaixamento. E o melhor do estado no Nacional é a Chapecoense.  
O Sport, que é outra figura constante no topo da tabela, era o único representante da Série A em seu Estado e não conseguiu o título. Ainda assim, no Brasileirão, está entre os melhores durante quase todas as 19 rodadas. O Goiás, campeão em sua casa, só briga para sair do Z-4.
Há uma exceção apenas entre os 10 primeiros colocados em 2015. Atlético-MG, campeão de Minas Gerais em 2015, é o vice-líder da competição. Na história dos pontos corridos, apenas Cruzeiro, em 2014 e em 2003, Fluminense, em 2012, e Flamengo, em 2009, conseguiram a dobradinha de ganhar o Estado e o país. Nas outras oito vezes, os campeões foram diferentes. 
uol

Ederson contraria lema de Eurico e descarta 'campeonato à parte' com Vasco


O Flamengo foi derrotado pelo Palmeiras por 4 a 2, mas o meia Ederson se destacou ao marcar os dois gols dos cariocas. A empolgação pela performance pessoal passou, assim como a decepção pelo revés. Agora, o foco já está na primeira partida pelas oitavas de final da Copa do Brasil contra o Vasco, quarta-feira (19), às 22h, no Maracanã.
O meia acredita em um adversário motivado pela mudança de técnico, além da oportunidade de eliminar o rival ainda que ocupando a lanterna do Campeonato Brasileiro. Entretanto, fugiu do discurso de "campeonato à parte", conhecido através do presidente cruzmaltino Eurico Miranda.
"Sabemos que o Vasco deseja fazer um bom jogo. Temos respeito por eles e por qualquer outro time que enfrentarmos. Vamos nos preparar bem e impor o nosso ritmo. O Vasco estará com fome de bola", afirmou.
"Essa coisa de campeonato à parte não é a minha maneira de pensar. É claro que é um clássico e com uma grande rivalidade. É importante para os torcedores. Eles podem ter a certeza de que faremos de tudo para vencer esse jogo e encaminhar a classificação", encerrou.
uol

D'Ale volta a treinar com bola e deve reforçar Inter contra o Ituano


O Internacional tem tudo para contar com um reforço de peso no jogo diante do Ituano, nas oitavas de final da Copa do Brasil. Nesta segunda-feira (17), D'Alessandro voltou a treinar com bola e se mostrou recuperado de lesão no quadril. O gringo desfalcou o Colorado nas últimas cinco partidas do Campeonato Brasileiro.
D'Ale participou de treino com reservas e garotos da base. Se movimentou sem restrição e deu boa resposta ao técnico Argel Fucks, que na apresentação oficial como substituto de Diego Aguirre garantiu ter admiração pelo argentino. Em 2010 os dois se envolveram em um bate-boca forte durante jogo entre São José-RS e Inter, no estádio Passo D'Areia.
Além de D'Alessandro, a atividade contou com o volante Sandro, do QPR. O jogador aguarda no Brasil a renovação do visto de trabalho para regressa à Inglaterra.
O último jogo de D'Ale foi contra o Tigres-MEX, em 22 de julho. De lá para cá, o Colorado atuou cinco vezes e em todas o gringo esteve fora. Nos empates com Ponte Preta, Chapecoense e Cruzeiro, também na histórica derrota para o Grêmio e vitória em cima do Fluminense.
Internacional e Ituano jogam a partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil na próxima quinta-feira, às 19h, no Beira-Rio. O jogo da volta, em Itu, acontece em 27 de agosto, às 21h (Brasília).
uol

Geuvânio celebra centésimo jogo e explica como furar 'ferrolho corintiano'


O atacante Geuvânio comemora a sua primeira marca histórica com a camisa do Santos. O camisa 11 completa o centésimo jogo pelo clube paulista no clássico contra o Corinthians nesta quarta-feira, às 22h (de Brasília), na Vila Belmiro, válido pelas oitavas de final do Campeonato Brasileiro.
"Uma equipe como o Santos, que revelou tantos craques... Fico feliz por fazer parte da história e chegar a essa meta. Se fizer um gol, vou oferecer para o professor Manoel Maria [ex-atleta do Santos], que me ajudou a chegar até aqui", afirmou Geuvânio, que espera marcar um gol para comemorar a marca.
"Claro que sonhamos em fazer gols em todos os jogos. Penso, sonho, e desejo fazer gols. Quando se trata de um clássico, é importante", disse.
Entretanto, Geuvânio terá que superar o famoso "ferrolho corintiano" para marcar um gol no clássico. No Campeonato Brasileiro, por exemplo, o time do técnico Tite possui a melhor defesa da competição, com apenas 14 gols sofridos.
A revelação santista reconhece a dificuldade, mas cita a receita para furar a defesa corintiana, formada por Gil e Felipe.
O ex-capitão santista Edu Dracena é a terceira opção no setor corintiano, mas pode atuar caso Tite resolva poupar um dos titulares.
"Para furar o bloqueio do Corinthians, precisa de bastante movimentação, buscar os espaços, para conseguir a movimentação certa e fazer os gols", disse Geuvânio.
No Santos, o técnico Dorival Júnior não sabe se contará com o volante Renato, que se recupera de entorse no tornozelo direito. Caso o veterano não tenha condições de jogo, o jovem Paulo Ricardo será mantido como titular no meio-campo.
Sendo assim, a equipe santista deve disputar o clássico com a mesma formação que iniciou a partida contra o Atlético-PR: Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique, Zé Carlos; Paulo Ricardo, Thiago Maia, Lucas Lima; Geuvânio, Ricardo Oliveira e Gabriel Barbosa.
uol

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