Equilíbrio entre os times foi o principal motivo apontado pelo volante alvirrubro
A prova de como o Náutico começou bem a Série B é que dos 32 pontos do Alvirrubro, metade foi conquistada nas seis primeiras rodadas. O aproveitamento de 88,8% com apenas um terço do primeiro turno surpreendeu a todos. O Timbu, que antes era apontado como um candidato ao rebaixamento, ocupava a segunda colocação. Uma arrancada que dificilmente será repetida devido ao equilíbrio das equipes.
Willian Magrão, volante que estreou pelo Náutico na terceira rodada e contribuiu para o bom desempenho do primeiro turno, não crê que alguma equipe consiga repetir o que sua equipe realizou em poucos jogos. Os times já se conhecem e o fator surpresa foi o que ajudou o Alvirrubro a ter um desempenho tão bom logo no começo.
“Quando começou o campeonato o Náutico começou como um azarão na competição e colocavam o Ceará, Criciúma, América-MG como favoritos. Pela estrutura e projeto. Com o decorrer da competição sabíamos que isso iria mudar. Acho que será mais equilibrado ainda. Vai ser mais complicado”, lembrou o volante.
Agora a missão é mudar a estratégia. Ao invés da surpresa, vencer fora de casa parece ser a principal missão do Timbu no returno. “Estamos jogando fora de casa no começo desse segundo turno e temos que pensar em vencer. Dentro de casa estamos conseguindo vencer. Contra o Luverdense temos que buscar nosso melhor”, pontuou.
Com tantos altos e baixos na competição, Willian não acredita que as equipes da ponta da tabela mudem tanto. Preferiu nem arriscar qual seria o G4. Apenas espera que no fim da competição o Timbu esteja lá, mas fez uma ressalva. Contratações podem fazer a diferença para os candidatos ao acesso.
“É difícil de responder, mas acho que vai continuar essa mesma pontuação. Pode ser que o Vitória possa se afastar um pouco e acredito que serão seis, oito equipes brigando. Se pegarmos os times que estão à nossa frente só perdemos pontos para o Botafogo. Acho que o equilíbrio vai aumentar ainda mais. Alguns times contrataram e os outros estão pensando em contratar.”
Willian Magrão, volante que estreou pelo Náutico na terceira rodada e contribuiu para o bom desempenho do primeiro turno, não crê que alguma equipe consiga repetir o que sua equipe realizou em poucos jogos. Os times já se conhecem e o fator surpresa foi o que ajudou o Alvirrubro a ter um desempenho tão bom logo no começo.
“Quando começou o campeonato o Náutico começou como um azarão na competição e colocavam o Ceará, Criciúma, América-MG como favoritos. Pela estrutura e projeto. Com o decorrer da competição sabíamos que isso iria mudar. Acho que será mais equilibrado ainda. Vai ser mais complicado”, lembrou o volante.
Agora a missão é mudar a estratégia. Ao invés da surpresa, vencer fora de casa parece ser a principal missão do Timbu no returno. “Estamos jogando fora de casa no começo desse segundo turno e temos que pensar em vencer. Dentro de casa estamos conseguindo vencer. Contra o Luverdense temos que buscar nosso melhor”, pontuou.
Com tantos altos e baixos na competição, Willian não acredita que as equipes da ponta da tabela mudem tanto. Preferiu nem arriscar qual seria o G4. Apenas espera que no fim da competição o Timbu esteja lá, mas fez uma ressalva. Contratações podem fazer a diferença para os candidatos ao acesso.
“É difícil de responder, mas acho que vai continuar essa mesma pontuação. Pode ser que o Vitória possa se afastar um pouco e acredito que serão seis, oito equipes brigando. Se pegarmos os times que estão à nossa frente só perdemos pontos para o Botafogo. Acho que o equilíbrio vai aumentar ainda mais. Alguns times contrataram e os outros estão pensando em contratar.”
Assim como foi noticiado há cerca de um mês, um forte desentendimento entre o técnico Lisca e o agora ex-gerente de futebol do Náutico, Carlos Kila, culminou com o afastamento de Kila do Náutico nesta segunda (16).
O Náutico confirmou o distrato e justificou a rescisão de contrato por “desgaste natural” entre as partes, reforçando que entre diretoria e Kila não há estremecimento.
Embora não queira falar do assunto até receber o valor referente à rescisão de contrato, Kila confirmou ao Blog do Torcedor que não há problemas com a diretoria alvirrubro, salvo “atritos com Lisca”.
O desentendimento entre Kila e Lisca se deu após o técnico alvirrubro receber proposta para comandar o Ceará, ainda no primeiro semestre.
Como havia saído do Náutico em 2014 sem receber pelo distrato, Kila incluiu uma cláusula de rescisão no contrato, a fim de preservar o treinador, que assinou o mesmo sem notar a referida cláusula.
O detalhe é que o Ceará não quis cobrir o valor de R$ 30 mil pela rescisão e Lisca acabou culpando Kila por ter incluído a cláusula e não o avisado, perdendo assim a oportunidade de transferência.
No Ceará, Lisca receberia R$ 80 mil, contra R$ 30 mil no Náutico. A fim de evitar um estrago ainda maior, a direção alvirrubra aumentou o salário do treinador para R$ 42 mil.
Isso, porém, não foi o suficiente. No dia 15 de julho, quando o Náutico enfrentou o Flamengo na partida de volta da terceira fase da Copa do Brasil, Lisca deu um ultimato:
— Se Kila pisasse na Arena, ele não colocaria o time em campo.
Assim foi feito.
No dia posterior, após a eliminação do Náutico ao perder para o Flamengo por 2×0, a direção meio às pressas resolveu dar férias vencidas a Kila, embora ambas as partes soubessem que mais que um “até breve” o gesto seria um “adeus”.
blog do torcedor
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