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terça-feira, 28 de abril de 2015
SANTA CRUZ FC
SANTA CRUZ
Ricardinho não revela escalação e Santa Cruz finaliza preparação para final com um recreativo
No último treino, comandante teve conversas com Biteco e Edson Sitta
Há pouco mais de 24 horas para a primeira partida da final do Campeonato Pernambucano com o Salgueiro, o time do Santa Cruz fez o reconhecimento do gramado do Cornélio de Barros no início da noite desta terça-feira. Depois do regenerativo da última segunda, numa granja na zona rural da cidade, os corais voltaram a trabalhar com bola. Mas apenas participaram de um recreativo.
A movimentação foi animada. Sem a presença de torcedores (apenas da imprensa), os jogadores riram, brincaram entre si e em seguida iniciaram o animado recreativo sob os olhares atentos de Ricardinho.
O técnico faz mistério em relação à escalação. O único sinal de uma possível mudança na equipe veio antes de começar o rachão. O treinador teve conversas em particular com o volante Edson Sitta e o meia Guilherme Biteco e indicou uma possível troca entre os dois.
Recuperado de um afundamento na face e testado no segundo tempo da semifinal com o Central, em Caruaru, Sitta pode retornar a equipe no lugar de Biteco, o mais apagado do setor de meio-campo nas semifinais. Sendo assim, o Santa Cruz manteria a formação 4-5-1, mas agora com três volantes de origem - Sitta, Bruninho e Bileu. Outra possibilidade para a volta do capitão seria a saída de Bileu.
Portanto, a escalação base do Santa para a primeira final do Pernambucano deve ser a seguinte: Fred, Nininho, Alemão, Danny Morais e Tiago Costa; Bileu, Edson Sitta (Guilherme Biteco), Bruninho, João Paulo e Emerson Santos; Betinho.
superesportes.com
SANTA CRUZ
Eliminações, goleada histórica e jogos na Série C: veja o retrospecto entre Santa Cruz e Salgueiro
Desde 2006, equipes já se enfrentaram 21 vezes e o Santa leva a melhor
A relação entre Santa Cruz e Salgueiro começou há nove anos - justamente quando o recém-profissionalizado clube sertanejo figurou pela primeira vez na Série A1 do Pernambucano. Finalistas desta edição do campeonato, os clubes vêm se encontrando com frequência desde aquela época. Travaram duelos pelo Estadual, a maioria deles, assim como na Série C. O Tricolor leva uma ligeira vantagem. Venceu nove partidas contra sete triunfos do time sertanejo e sete empates. A contagem é válida apenas para jogos oficiais.
De 2006 para cá, a única vez que os times não jogaram contra foi em 2007. Rebaixado depois da sua estreia na elite estadual, o Salgueiro teve que disputar a divisão de acesso naquele ano. Sem também figurar em competições nacionais, terminou adiando os confrontos com os tricolores apenas para a Terceirona da temporada seguinte.
Em 2008, a fórmula do Pernambucano impediu jogos entre os dois no primeiro semestre. Porém, no nacional, Carcará e corais voltaram a se enfrentar e o Tricolor empatou com o sertanejo em duas partidas. Os resultados contribuíram para uma precoce eliminação do time recifense na segunda fase e em um desastroso rebaixamento para a Série D do Brasileiro - onde o clube viveu a pior fase dos seus 101 anos.
No ano passado, logo nas comemorações do centenário do Santa, o Salgueiro mais uma vez tornou-se um algoz indigesto. Venceu a disputa do terceiro lugar do Estadual. O baque em campo foi pequeno se comparado as prejuízos financeiro do derrota. Como consequência dela, o Tricolor ficou de fora do Nordestão e da Copa do Brasil de 2015 e tem até agora o seu orçamento reduzido para contratações e reestruturação da casa.
O Santa Cruz, contudo, também teve as suas vezes de carrasco. Foi o responsável por tirar o Salgueiro de uma até então inédita decisão do Pernambucano ao derrotá-lo nas semifinais de 2012. A maior goleada sofrida pelo Carcará em sua curta história foi aplicada pelo Tricolor. Um sonoro 7 a 0, no Arruda. Ironicamente, também no ano passado, mas na primeira fase do Estadual.
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