segunda-feira, 27 de abril de 2015

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SPORT

Arnaldo Barros assume culpa por mau momento do Sport e fala sobre reforços e saídas

Vice-presidente de futebol ainda não confirmou a contratação do atacante Hernane


Wendel perdeu um gol incrível no Sertão. Vitor teve a sua chance na Arena Pernambuco. Durval falhou no gol de empate do Salgueiro. Felipe Azevedo, que já havia perdido a sua chance no Cornélio de Barros, voltou a ser decisivo vacilando em uma chance clara neste domingo. Para o vice-presidente de futebol do Leão, Arnaldo Barros, nenhum dos atletas nem mesmo o treinador têm uma parcela de culpa tão grande pelas recentes eliminações do Sport quanto ele mesmo.

Chamando para si a responsabilidade do mau momento rubro-negro, o dirigente tentou minimizar a pressão que paira sobretudo sobre os ombros do técnico Eduardo Baptista. Prometendo chegada de reforços para um futuro próximo, o dirigente afirmou, porém, que só anuncia novos atletas após o fim do Estadual – o Leão joga pela disputa do teceiro lugar contra o Central.

"Nós no futebol do Sport somos uma equipe, que começa pelo presidente e vai até o roupeiro, o segurança, o apoio. Somos equipe, quando perde e se ganha são todos. As responsabilidades são divididas e proporcionalizadas. A maior responsabilidade é minha. Cabe a mim cabe a maior parte de culpa pelo insucesso", disse.

Pela primeira vez, Arnaldo Barros admitiu a proximidade de um desfecho positivo da contratação do atacante Hernane Brocador. E não só a dele. "Tenho assegurado que há jogadores com as negociações praticamente fechadas. Pensamos em nos reforçar com algumas peças que estão faltando", afirmou, ainda ser dar prazo para os anúncios – o que deverá ocorrer ao fim dos campeonatos estaduais Brasil afora.
Felipe Azevedo e Vitor
Com o contrato encerrando em maio, o atacante Felipe Azevedo ainda não respondeu a proposta de renovação do Sport. Já o lateral direito Vitor tem o futuro incerto no clube. "Temos tempo para analisar essa permanência e iremos usufruir dele", pontuou Barros sobre o lateral, que vem sendo alvo de críticas pela torcida.
Superespotres.com

SPORT

Blindado, técnico pede desculpas à torcida, fala em reforços e mira evolução do Sport

Eduardo Baptista ponderou que precisa avaliar erros e acertos visando à Série A


Com aspecto sereno, o técnico Eduardo Baptista buscou ao máximo dosar o equilíbrio entre o bom senso e a autocrítica, após a eliminação do Sport no Estadual para o Salgueiro, neste domingo. Mesmo nas perguntas mais incisivas, em praticamente todas as respostas mostrou-se tranquilo e firme nas suas convicção – como quando voltou a ir de encontro à torcida e insistiu em elogiar a atuação do criticado lateral Vitor. Blindado pela diretoria, já começou a mirar a evolução do time para o futuro próximo.

"Primeiramente, gostaria de pedir desculpas à torcida do Sport. Ela veio nos apoiar e merecia estar na final", disse o treinador. "Espero que a derrota nos dê uma injeção e que a gente consiga reagir muito forte. Não podemos sair fazendo caça às bruxas. Temos um elenco que já mostrou ter condições. Precisamos avaliar onde se errou e se acertou. Na quarta-feira, já temos um jogo importante (contra o Central, pela disputa do terceiro lugar) e precisamos vencer para garantir a nossa vaga na Copa do Nordeste", acrescentou Eduardo Baptista.

Bastante criticado pelo torcedor – foi chamado de "burro" de maneira repetida -, o treinador demonstrou entender a reação do torcedor. E prometeu mais trabalho, aliado a chegada de reforços, para fazer o time evoluir. "Torcedor chateado é normal, foram duas derrotas e eliminações. É trabalhar ainda mais para que os resultados aconteçam. Trabalhar duro, ver onde errou e acertou. Novas peças vão chegar", pontuou.

Substituições

Um dos fatores que mais irritaram a torcida foram as alterações do técnico no empate contra o Salgueiro. As saídas de Régis e Diego Souza irritaram o torcedor. Eduardo Baptista explicou o porquê de ter sacado os meias da partida. "A gente tenta fazer coisas para acertar, mas às vezes nao dá certo. Diego cansou e veio buscar a bola atrás dos volantes, quando eu queria ele na frente. Régis sentiu cãibras e eu precisava dá intensidade. A gente tenta fazer o melhor possível para acertar, mas às vezes não dá certo", concluiu.

superesportes.com

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