domingo, 28 de junho de 2015

Desfalques podem ser a chance do Sport mostrar que é forte

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Contra o Internacional, na próxima quarta-feira, na Ilha do Retiro, o Sport não terá o volante Wendel e o meia-atacante Diego Souza. São desfalques importantes, sem dúvidas. O próprio técnico Eduardo Baptista admite isso, mas também valoriza quem pode entrar. “Sport tem um elenco forte. Isso vai acontecer durante o campeonato”, disse.

O discurso do treinador rubro-negro faz sentido, não só para valorizar as peças que podem entrar, possivelmente Rodrigo Mancha e Régis, mas também porque essa pode ser a chance do Leão mostrar que tem um elenco forte para a disputa da Série A. Querendo ou não esses desfalques irão ocorrer e os rubro-negros terão que suprir bem os jogadores suspensos ou lesionados. Esse é o diferencial de quem disputa as cabeças no Brasileirão.


O próprio Sport serve de exemplo para esse tipo de situação. Quando Diego Souza e Élber pegaram a virose no começo do campeonato, o mesmo Régis entrou e chamou a responsabilidade. Tanto foi que o Leão bateu o Coritiba e arrancou um empate contra o Santos, fora de casa. Ou seja, já demonstrou que é possível jogar bem com quem vem do banco de reservas.
Claro que isso não significa que os leoninos vão jogar bem todas as vezes que entrarem com os reservas, mas não chega a ser o fim do mundo os desfalques para a próxima quarta. Pode ser até bom para o Sport, que mostra a força do seu elenco e ganha mais opções para o futuro. Vale lembrar que quem está de fora do time titular quer a vaga no onze inicial. Então essa é uma boa chance.

Sport errou muito na hora de finalizar em Chapecó


Com números do Footstats
A insistência da Chapecoense e a grande quantidade de erros de finalização do Sport foram fundamentais para que o jogo na Arena Condá terminasse empatado por 1×1. Para se ter uma ideia, o time da casa cruzou nada menos do que 39 bolas na área leonina. O Sport só tentou esse tipo de jogada dez vezes. Quanto aos erros, o Lão finalizou 13 vezes, mas só acertou três na barra. Uma passou pelo goleiro.
Os números também mostram uma posse de bola bem superior dos catarinenses: 58,5% x 41,5%. O Sport só conseguiu um certo equilíbrio até os 30 minutos do primeiro tempo. Depois recuou seu quarteto de marcação no meio – Rithely, Wendell, Marlone e Maikon Leite – deixando dois terços do campo para o adversário.
Outro número que dá a prova da maior presença ofensiva da Chapecoense é a quantidade de escanteios. Foram 16 contra apenas três dos leoninos. Nas faltas o Sport cometeu um pouco mais: 23×20. Por coincidência foram duas cobranças de falta que originaram os dois gols do jogo.
No plano individual, os maiores destaques positivos do time da Ilha foram no aspecto defensivo. O lateral-direito Samuel Xavier foi o jogador que mais tomou a bola dos adversários, seis vezes. Diego Souza conseguiu cinco desarmes e Rithely quatro. Nas rebatidas, os cinco melhores da partida foram rubro-negros. O primeiro foi o zagueiro Matheus Ferraz, com 23, seguido de Renê (16), Durval (15), Samuel Xavier (11) e Wendell (5).
A má pontaria leonina, citada acima, é corroborada pelas atuações individuais. Os três maiores pés tortos’ foram do time de Eduardo Baptista. Maikon Leite errou três vezes, Diego Souza, duas; e Marlone, também duas.
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