Jogador começa no banco, mas pode ser acionado para importunar o Tricolor
Pimentinha é o tipo de jogador trabalhoso. Veloz, o atacante do Sampaio Corrêa não hesita em partir para cima da marcação. Embora inicie a partida deste sábado, em São Luís, na reserva da equipe maranhense, o técnico Marcelo Martelotte está ciente dos perigos que ele pode representar para o Santa Cruz e chegou até a estudar a entrada de Bruninho, volante que marcou o adversário individulamente no primeiro duelo entre as equipe na Série B. Mas, permanecendo com Daniel Costa e João Paulo no meio-campo, o treinador rechaça uma marcação especial sobre o atleta a partir do momento que ele entrar em campo.
Na partida contra o Sampaio do primeiro turno, no Arruda, Bruninho iniciou no time de cima para, especialmente, impedir as jogadas de Pimentinha. Martelotte explicou o motivo. Entendia que o combate na lateral esquerda coral, à época, era frágil. "A gente tinha o Lúcio, que joga muito ofensivo pelo lado do Pimentinha e aí a gente optou por uma situação em que Lúcio pudesse criar e Bruninho fizesse essa marcação quase que individualizada", declarou Martelotte.
Para o jogo no Maranhão, porém, o treinador tricolor prega a marcação por zona e confia que Allan Vieira seja mais capaz de parar Pimentinha caso seja preciso. "Hoje, a gente tem um jogador ali (na lateral esquerda) com caracaterísticas diferentes, que é o Allan (Vieira), que é forte na marcação. Entendemos que ele possa dar conta", pontuou o comandante coral.
Na partida contra o Sampaio do primeiro turno, no Arruda, Bruninho iniciou no time de cima para, especialmente, impedir as jogadas de Pimentinha. Martelotte explicou o motivo. Entendia que o combate na lateral esquerda coral, à época, era frágil. "A gente tinha o Lúcio, que joga muito ofensivo pelo lado do Pimentinha e aí a gente optou por uma situação em que Lúcio pudesse criar e Bruninho fizesse essa marcação quase que individualizada", declarou Martelotte.
Para o jogo no Maranhão, porém, o treinador tricolor prega a marcação por zona e confia que Allan Vieira seja mais capaz de parar Pimentinha caso seja preciso. "Hoje, a gente tem um jogador ali (na lateral esquerda) com caracaterísticas diferentes, que é o Allan (Vieira), que é forte na marcação. Entendemos que ele possa dar conta", pontuou o comandante coral.
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SANTA CRUZ
Grafite diz que ansiedade por G4 é "natural" e que quer entrar na zona de acesso na hora certa
Para atacante, ainda é cedo para o Tricolor estar entre os quatro primeiros
O Santa Cruz está próximo de entrar no G4. Para isso, basta vencer o Sampaio Corrêa, neste sábado, no Castelão. Durante a semana, se falou numa possível pressão sobre os jogadores por conta dessa possibilidade. A diretoria coral tentou rebater, evitando pressionar o elenco. Uma das lideranças do grupo, o atacante Grafite, por sua vez, não tirou a importância de estar na zona de classificação para a Série A. Mas ressaltou que, mais importante ainda, é estar entre os quatro no momento certo.
Além disso, neste confronto específico, pesa o fato de o Sampaio Corrêa ser um adversário direto na briga pelo acesso. Ou seja, mais que o G4, a partida vale a vantagem sobre uma equipe com a qual está colada na tabela. "No meu ponto de ver é um jogo decisivo, porque enfrentamos um concorrente que está com o mesmo número de pontos que nós. Se conseguirmos essa vitória, entramos no G4 e afastamos eles da nossa cola", alertou Grafite.
Sobre a entrada no G4, Grafite diz que ainda é cedo. Ele, inclusive, opina que a pressão quando se está na zona de classificação é até maior do que para entrar nela. Por isso, prefere chegar ao grupo na hora certa. "Acho muito cedo ainda. Mesmo que a gente entre no G4 depois, acho que no meu ponto de vista é muito mais difícil jogar para se manter no G4 do que para entrar. Então acho que temos que encarar os 11 jogos como decisão, independente de ser o Sampaio Corrêa", comentou o atacante.
Ansiedade
Apesar disso, Grafite admite que existe uma ansiedade para chegar à zona de acesso. Ele, no entanto, encara isso de maneira natural e ressalta a importância de saber encarar a pressão. "Ansiedade é normal. Todas as equipes que estão brigando para entrar no g4 ou já estão, têm essa ansiedade. Para nós não é diferente. Temos que saber lidar com essa ansiedade e transformar em algo positivo para nós, não deixar que nos atrapalhe no decorrer do jogo. É uma briga direta por uma vaga no G4", afirmou o atacante.
Sobre a entrada no G4, Grafite diz que ainda é cedo. Ele, inclusive, opina que a pressão quando se está na zona de classificação é até maior do que para entrar nela. Por isso, prefere chegar ao grupo na hora certa. "Acho muito cedo ainda. Mesmo que a gente entre no G4 depois, acho que no meu ponto de vista é muito mais difícil jogar para se manter no G4 do que para entrar. Então acho que temos que encarar os 11 jogos como decisão, independente de ser o Sampaio Corrêa", comentou o atacante.
Ansiedade
Apesar disso, Grafite admite que existe uma ansiedade para chegar à zona de acesso. Ele, no entanto, encara isso de maneira natural e ressalta a importância de saber encarar a pressão. "Ansiedade é normal. Todas as equipes que estão brigando para entrar no g4 ou já estão, têm essa ansiedade. Para nós não é diferente. Temos que saber lidar com essa ansiedade e transformar em algo positivo para nós, não deixar que nos atrapalhe no decorrer do jogo. É uma briga direta por uma vaga no G4", afirmou o atacante.
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