domingo, 27 de setembro de 2015

Sport vence a primeira com Falcão, se afasta do Z-4 e afunda Chapecoense

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Paulo Roberto Falcão estreou no Campeonato Brasileiro com vitória. Neste domingo, no encerramento da 28ª rodada da Série A, o Sport não teve trabalho para vencer a Chapecoense e fez 3 a 0 na Ilha do Retiro, se afastando da ameaça de rebaixamento, que parecia cada vez mais próxima.
Foi o segundo jogo da equipe rubro-negra sob o comando de Falcão. Em sua estreia, no meio de semana, o técnico viu seus comandados empatarem com Huracán, da Argentina, pela Copa Sul-Americana. Os gols do triunfo foram marcados por Diego Souza, Apodi (contra) e Régis.
Com o resultado, o Sport chega aos 40 pontos e assume a décima colocação, abrindo nove pontos de vantagem para a própria Chapecoense, primeiro time do Z-4. Na 17ª posição, os catarinenses não sabem o que é vencer no returno do Brasileiro, com seis derrotas e três empates nos últimos jogos.
ESPN

Chapecoense perde para o Sport, permance no Z-4 e chega a um mês sem vitórias

Verdão precisava de um empate para deixar a zona de rebaixamento

Chapecoense só precisava de um empate para deixar a zona de rebaixamento, porém o time do técnico Guto Ferreira não soube aproveitar as chances criadas na Ilha do Retiro e perdeu por 3 a 0 para o Sport. Com essa derrota, o clube chega a nove jogos sem vitórias — com cinco derrotas e quatro empates — além  disso o time não vence há um mês, quando bateu a Ponte Preta por 3 a 0 na Arena Condá no dia 26 de agosto pela primeira fase da Copa Sul-Americana.
Em seu quarto jogo no comando do Verdão, Guto Ferreira apostou em velhos conhecidos da torcida para conseguir a vitória. O ataque foi formado por Ananias, Willian Barbio e Bruno Rangel. Mesmo jogando fora de casa, a Chape era quem criava as melhores chances. Bruno Rangel parou no goleiro Danilo Fernandes, que fez grande defesa em um chute cruzado do centroavante no início do primeiro tempo.

Com espaço pelo lado direito, Barbio era o jogador mais perigoso do Verdão. No entanto quando chegava a linha de fundo o atacante não conseguia cruzar a bola na área. Perdendo chances, o time catarinense foi punido aos 34 minutos do primeiro tempo. Em uma das primeiras oportunidades do Sport, a defesa vacilou e Diego Souza sozinho abriu o placar.

No segundo tempo, Guto Ferreira abriu o time tirando o volante Gil e colocando o meia Camilo. No entanto ao invés de o time melhorar a equipe de Chapecó ficou ainda mais vulnerável. Sem conseguir reagir, o time ainda viu Apodi marcar contra e Régis, artilheiro do Catarinense de 2014 pelo Verdão, fazer o terceiro para o time de Recife.

Mesmo com um aproveitamento de 12,5% nas últimas oito partidas do Campeonato Brasileiro, o Verdão continua com muitas chances de sair da zona de rebaixamento, porém a equipe precisará começar a reação diante do Palmeiras na próxima rodada, domingo às 18h30min na Arena Condá.  

FICHA TÉCNICA 

SPORT (3) 

Danilo Fernandes; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval, Renê (Neto Moura); Rithely, Diego Souza (Régis), Danilo, Marlone; Maikon Leite (Élber) e André

Técnico: Falcão

CHAPECOENSE (0)

Danilo; Apodi, Rafael Lima, Thiego, Dener; Elicarlos, Bruno Silva (Cleber Santana), Gil (Camilo); Ananias, Wiliam Barbio e Bruno Rangel (Túlio de Melo)

Técnico: Guto Ferreira

Gols: Diego Souza (S), aos 24 minutos do 1º tempo. Apodi (C), contra aos 32, e Régis (S), aos 39 minutos do 2º tempo
Cartões amarelos: Danilo e Neto Moura (S)
Arbitragem: Ricardo Marques Ribeiro, Guilherme Dias Camilo eMárcio Eustáquio Santiago (trio de MG)
Local: Estádio Ilha do Retiro, em Recife
Diário Catarinense
SÉRIE A

Eficiente no ataque, Sport cresce no segundo tempo e bate a Chapecoense por 3 a 0 na Ilha

Com gols de Diego Souza, Régis e outro contra, equipe está a cinco pontos do G4


Foi uma vitória para dar esperanças à torcida do Sport. Esperança de que o Sport repita daqui para frente o segundo tempo realizado na noite deste domingo, frente à Chapecoense, na Ilha do Retiro. Após ver o time vencer a etapa inicial mesmo apresentando um futebol de má qualidade, os pouco mais de cinco mil rubro-negros assistiram a uma etapa final diferenciada do Leão. Com o toque do novo técnico, Paulo Roberto Falcão, estreando à frente do time no Brasileiro. Apresentando um volume de jogo intenso, pressionando o adversário e lembrando em alguns momentos o Sport devastador do início de Série A, os rubro-negros marcaram mais dois gols. Vitória maiúscula por 3 a 0, que abre os horizontes para uma boa reta final de temporada.

Os gols do Leão foram marcados por Diego Souza, André e Régis. Com a vitória, o Leão chegou aos 40 pontos e subiu para a décima posição, reaproximando-se do G4, a cinco pontos do Palmeiras - e nove pontos à frente da própria Chape, equipe que abre a zona de rebaixamento. Os três pontos praticamente eliminaram as chances de queda rubro-negra. O Sport volta as atenções novamente para a Copa Sul-Americana e, na próxima quarta-feira, vai a Buenos Aires enfrentar o Huracán, no jogo da volta. Na ida, na Ilha, empate em 1 a 1.

O jogo
O Sport foi para o intervalo do primeiro tempo vencendo por 1 a 0. A vitória parcial não passou de uma mera ilusão. O Leão teve uma apresentação desastrosa nos 47 minutos iniciais. O técnico Falcão surpreendeu na escalação ao optar pelo lateral-esquerdo Danilo improvisado como volante. Era uma tentativa de conter as investidas dos velozes Apodi e William Barbio pelo setor esquerdo rubro-negro. Não funcionou. Os catarinenses cansaram de criar jogadas por ali. Passaram como quiseram por Danilo, Renê e Durval. Perderam uma infinidade de gols. Sofreram com a máxima do futebol do “quem não faz, leva”. 
Ananias, Bruno Rangel e Barbio tiveram cada um, uma grande oportunidade de abrir o placar - os dois primeiros pararam em grandes defesas de Danilo Fernandes. O domínio do Verdão foi ainda mais intenso até os 20 minutos. Aos 24, o mérito da eficiência rubro-negra. Após escanteio, a bola sobrou dentro da pequena área e Diego Souza empurrou para as redes. Foi a única chance clara de gol do Sport na etapa. O Leão até esboçou uma evolução em seguida, mas tropeçou nas limitações, com a já característica lentidão no meio de campo e as repetidas falhas de Maikon Leite, definitivamente atravessando péssima fase. A Chape seguiu desperdiçando chances até o apito final. 

“Efeito Falcão”
Após o intervalo, o Sport voltou com outra postura para o segundo tempo. E a pressão mudou de lado. Foi a vez do Leão cansar de perder oportunidades. Diego Souza, Maikon Leite e, por três vezes, André disperdiçaram chances iminentes de ampliar o marcador. Na principal delas, aos 18 minutos, tentou por duas vezes sem sucesso para o lamento do fraco público que foi à Ilha. De tanto tentar, o Sport chegou ao segundo gol aos 32. Élber começou a jogada na raça, abriu para Samuel Xavier, que cruzou na cabeça de André: 2 a 0. O Sport seguiu melhor na partida. E ampliou com Régis, aos 39. Após boa jogada individual, o meio-campista mandou no canto e sacramentou a vitória do Leão por 3 a 0.

Ficha do jogo


Sport 3
Danilo Fernandes; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Renê (Neto Moura); Rithely, Danilo, Diego Souza (Régis), Marlone e Maikon Leite (Élber); André. Técnico: Paulo Roberto Falcão.

Chapecoense 0
Danilo; Apodi, Rafael Lima, Willian Thiego e Dener; Elicarlos, Bruno Silva (Cléber Santana), Gil (Camilo), Ananias e William Barbio; Bruno Rangel (Túlio de Melo). Técnico: Guto Ferreira.

Estádio: Ilha do Retiro, no Recife. 
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG-FIFA). 
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG-FIFA) e Márcio Eustáquio Santiago (MG). 
Gols: Diego Souza (24’ do 1T), André (32’ do 2T) e Régis (39' do 2T).
Cartões amarelos: Danilo, Rithely e Neto Moura (SPT), William Barbio (CHA).
Público: 5.754
Renda: R$ 71.130,00.

superesportes

Sport bate a Chapecoense e chega aos 40 pontos


O Sport foi eficiente para vencer a Chapecoense por 3×0 e aliviar a pressão sobre a equipe no Campeonato Brasileiro. Os três pontos – chegou aos 40 – colocaram os leoninos em décimo lugar na competição e abriram uma vantagem de nove para a zona de degola. Agora, o time entra numa maratona, pois joga na quarta-feira com o Huracán, em Buenos Aires, pela Copa Sul-Americana e volta para encarar o Internacional, sábado, no Beira-Rio, em Porto Alegre, pelo Brasileirão.
O time tentou seguir alguns princípios do técnico Paulo Roberto Falcão, como priorizar o passe vertical e marcar a saída de bola do adversário. Conseguiu em alguns momentos mas ainda deixou muito espaço no meio de campo pela opção com um volante. Só na etapa final, quando Danilo fechou o meio com Rithely o time teve mais equilíbrio.
O JOGO
A primeira mudança vista no time do Sport foi antes da bola rolar. Danilo entrou no lugar de Régis e Samuel Xavier no de Ferrugem. O primeiro objetivo era bloquear o lado mais forte da Chapeceonse, com Apodi e William Barbio. A segunda alteração foi o posicionamento de Marlone. Ele ocupou uma faixa de campo no círculo central, com a responsabilidade de puxar a saída de jogo. Para quem gosta de nomes, um segundo volante. Uma clara intenção do técnico em deixar o time jogando mais verticalmente, a maior característica do camisa 8.
Mas faltava velocidade na transição defesa-ataque. Essa lentidão estourava lá na frente, pois o último passe saía sempre com dificuldade e encontrando o atacante pressionado por um defensor. Até os 20 minutos o time catarinense já havia finalizado seis vezes. O Sport, quando o fez foi fatal. Aos 24 Marlone cruzou da direita e André desviou de leve tentando uma letra. Matheus Ferraz entrou de carrinho mas não achou a bola. Ela ficou limpa para Diego Souza soltar uma bomba de canhota e fazer 1×0.
Mesmo atrás no placar, a Chapecoense manteve o jogo equilibrado o tempo todo. A dupla Apodi/Barbio não se intimidou com a marcação reforçada e manteve um bom volume de jogo, inclusive deixando seus companheiros em condições de marcar. Antes do gol rubro-negro Bruno Rangel já havia chegado cara a cara com Danilo Fernandes, que saiu bem e fez a defesa. Em mais de uma oportunidade o zagueiro Matheus Ferraz foi fundamental para evitar que a bola chegasse. Depois de fazer 1×0, o Sport esteve mais próximo de ceder a igualdade do que ampliar a vantagem.
Na volta para o segundo tempo Falcão inverteu as posições de Marlone e Danilo. O atacante de origem jogou mais à frente e o lateral postou-se mais próximo de Rithely. Ainda assim o time visitante jogou com mais velocidade e rondou a área rubro-negra com mais perigo, agora comandados pelo meia Camilo. Mas passou a incorrer no mesmo erro dos donos da casa: o erro no último passe.
Aos poucos o Sport encaixou melhor a marcação no meio e passou a explorar os contra-ataques com perigo. André teve três oportunidades em sequência. Mandou duas para fora e chegou atrasado na terceira. A partida, a essa altura entrava na fase mais desgastante e os dois times abusaram das bolas longas, fosse da defesa para o ataque ou pelas laterais do campo. Numa delas o segundo gol do Sport saiu aos 32. Samuel Xavier cruzou da direita e André entrou dividindo com Apodi, que esticou o pé e terminou mandando contra o próprio patrimônio.
O segundo gol acabou de vez com as pretensões da Chape, que já rifava bem mais a bola do que colocava no chão. O Sport só esperava a melhor oportunidade para contra-atacar, pois tinha Marlone de um lado e o descansado Élber na direita. E foi numa saída de contra-ataque que André serviu Régis. Ele passou por dois e mandou no canto esquerdo para fazer 3×0.
Ficha do jogo:
Sport: Danilo Fernandes; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Renê; Rithely, Danilo, Diego Souza e Marlone; Maikon Leite (Élber) e André. Técnico: Paulo Roberto Falcão.
Chapecoense: Danilo; Apodi, Rafael Lima, Thiego, Dener; Elicarlos, Bruno Silva (Cléber Santana), Gil (Camilo) e Ananias; William Barbio e Bruno Rangel (Túlio Melo). Técnico: Guto Ferreira.
Local: Ilha do Retiro. Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG). Assistentes: Guilherme Dias Camilo (Fifa-MG) e Márcio Eustáquio Santiago (MG). Gols: Diego Souza, aos 24 do primeiro. Apodi (contra), aos 32; e Régis, aos 39 do segundo. Cartões amarelos: Neto Moura e Danilo.
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