De acordo com lateral, técnico Milton Mendes tem motivado os atletas corais a acreditarem na vitória sobre o Galo, atuando no estádio Independência, no sábado
Ao longo da semana, o discurso dos atletas corais soou uníssono: confiança. Mas não qualquer otimismo. Ânimo discursado em coro pelo elenco. De forma praticamente unânime. E que seguiu nesta quinta-feira na voz do lateral esquerdo Tiago Costa. Mais um a exaltar o poder de reação coral e expressar sua confiança na recuperação tricolor diante do Atlético-MG, no próximo sábado, no estádio Independência.
Tanto otimismo tem uma explicação, segundo Tiago Costa. Trata-se da "injeção de ânimo" dada pelo técnico Milton Mendes. "A gente sabe da dificuldade que vai ser jogar lá, mas o trabalho que com o professor Milton Mendes passou estamos confiantes, felizes. Estamos trabalhando bem e vamos lá, claro, para conseguir os três pontos ou voltar com algum ponto. O mais importante é estar tranquilo, confiante", afirmou.
O que contradiz a confiança de Tiago é o retrospecto recente de ambos os times. Enquanto o Galo vem de seis vitórias nos últimos oito jogos, o Santa Cruz acumula uma sequência negativa. No recorte dos últimos 14 jogos, foram dez derrotas. A última para o Coritiba, em pleno no Arruda, em confronto direto contra o rebaixamento. "Se for com o pensamento negativo, que vai ser difícil, impossível, isso vai dificultar ainda mais as coisas. A confiança que o professor vem passando vai ajudar bastante", disse o lateral.
"Conversamos bastante em relação a isso. Se fomos trabalhar com desconfiança e medo não vamos produzir nada. Ele (Milton) passa a confiança dele e poder trabalhar com a confiança do comandante é melhor ainda. Temos que ir em Minas e jogar o nosso futebol sem medo de arriscar, fazer o que ele pediu sem medo de ser feliz", pontuou.
Tanto otimismo tem uma explicação, segundo Tiago Costa. Trata-se da "injeção de ânimo" dada pelo técnico Milton Mendes. "A gente sabe da dificuldade que vai ser jogar lá, mas o trabalho que com o professor Milton Mendes passou estamos confiantes, felizes. Estamos trabalhando bem e vamos lá, claro, para conseguir os três pontos ou voltar com algum ponto. O mais importante é estar tranquilo, confiante", afirmou.
O que contradiz a confiança de Tiago é o retrospecto recente de ambos os times. Enquanto o Galo vem de seis vitórias nos últimos oito jogos, o Santa Cruz acumula uma sequência negativa. No recorte dos últimos 14 jogos, foram dez derrotas. A última para o Coritiba, em pleno no Arruda, em confronto direto contra o rebaixamento. "Se for com o pensamento negativo, que vai ser difícil, impossível, isso vai dificultar ainda mais as coisas. A confiança que o professor vem passando vai ajudar bastante", disse o lateral.
"Conversamos bastante em relação a isso. Se fomos trabalhar com desconfiança e medo não vamos produzir nada. Ele (Milton) passa a confiança dele e poder trabalhar com a confiança do comandante é melhor ainda. Temos que ir em Minas e jogar o nosso futebol sem medo de arriscar, fazer o que ele pediu sem medo de ser feliz", pontuou.
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Mendes diz que uma vitória sobre o Galo tem "peso 3" e daria reanimo ao time do Santa Cruz
Apesar do poderio do Atlético-MG, técnico coral entende que jogo dá o cenário o ideal para o "momento da virada" da equipe na Série A do Campeonato Brasileiro
Sabe-se que cada jogo da Série A vale exatamente os mesmos três pontos. Mas é inegável que algumas partidas têm dimensões maiores que outras. É assim em clássicos e, de acordo com o técnico Milton Mendes, em duelos como o de sábado, no Independência, onde o Santa Cruz enfrenta o Atlético-MG. Ao se deparar com um adversário que briga na parte de cima do campeonato, num estádio lotado e com elenco que dispõe de nomes midiáticos como Fred e Robinho, o técnico coral entende que o confronto valerá muito mais que uma melhor condição na tabela. Para ele, vale três vezes mais que o normal. Isso porque uma vitória nessas condições seria capaz de potencializar o aumento do moral do time tricolor.
O comandante coral lembra que o 3 a 0 aplicado no América-MG, no mesmo Independência, há duas rodadas, já foi suficiente para mudar para melhor o ambiente no Arruda. Projeta que a repetição de triunfo diante de um poderoso Atlético-MG teria ainda mais significado. “Uma vitória boa já foi contra o América. Nos deu alento, força, possibilidade de brigar por um lugar melhor que não chegamos por incompetência nossa mesmo. Acho que (diante do Galo) seja um jogo de peso 3”, disse o treinador.
Milton Mendes assistiu in loco Atlético-MG x Coritiba, um dia depois de o Santa Cruz ter vencido o Coelho. Atestou que a torcida alvinegra praticamente passa a partida jogando a favor da sua equipe e ele prevê que esse apoio seja ainda maior neste sábado. Mas acredita que o clima pode servir como uma injeção de ânimo também para os corais. “Realmente, eles têm uma atmosfera muito boa, gostam de jogar no Independência, um campo pequeno que faz um eco bem maior. Estão em um melhor momento do estavam naquela altura (quando enfrentaram o Coxa) e provavelmente vão colocar mais torcedores. Jogador gosta disso. Mesmo sendo contra nós, é o momento que todos querem estar presentes.”
Empolgação não basta. Mendes treinou um melhor entendimento tático do time durante a semana e cobrou um Santa Cruz propenso também para atacar. Diferente da postura mostrada na derrota em casa do último sábado para o Coritiba, por 1 a 0. “Prefiro que percam tentando. Não por omissão, insegurança, medo. O medo destrói as nossas vida, só nos puxa para trás, nos deprime, nos põe para baixo. Não tem jogos melhores que esses. A responsabilidade é totalmente deles e vamos para lá jogar tranquilos. Sabemos das dificuldades, mas temos que ter segurança de mostrar o que a gente quer”, avisou.
Dessa forma, trata o jogo como um “momento de virada” para o Santa. “As coisas não estão correndo bem, tem que mudar alguma coisa. Tem momentos que a gente precisa definir o que se quer realmente. E acho que esse é o momento, um momento de reta final de um turno e não decidimos para onde queremos ir: para cima ou para baixo. Está mais para baixo do que para cima. É o momento de bater no peito e dizer que nós podemos.”
O comandante coral lembra que o 3 a 0 aplicado no América-MG, no mesmo Independência, há duas rodadas, já foi suficiente para mudar para melhor o ambiente no Arruda. Projeta que a repetição de triunfo diante de um poderoso Atlético-MG teria ainda mais significado. “Uma vitória boa já foi contra o América. Nos deu alento, força, possibilidade de brigar por um lugar melhor que não chegamos por incompetência nossa mesmo. Acho que (diante do Galo) seja um jogo de peso 3”, disse o treinador.
Milton Mendes assistiu in loco Atlético-MG x Coritiba, um dia depois de o Santa Cruz ter vencido o Coelho. Atestou que a torcida alvinegra praticamente passa a partida jogando a favor da sua equipe e ele prevê que esse apoio seja ainda maior neste sábado. Mas acredita que o clima pode servir como uma injeção de ânimo também para os corais. “Realmente, eles têm uma atmosfera muito boa, gostam de jogar no Independência, um campo pequeno que faz um eco bem maior. Estão em um melhor momento do estavam naquela altura (quando enfrentaram o Coxa) e provavelmente vão colocar mais torcedores. Jogador gosta disso. Mesmo sendo contra nós, é o momento que todos querem estar presentes.”
Empolgação não basta. Mendes treinou um melhor entendimento tático do time durante a semana e cobrou um Santa Cruz propenso também para atacar. Diferente da postura mostrada na derrota em casa do último sábado para o Coritiba, por 1 a 0. “Prefiro que percam tentando. Não por omissão, insegurança, medo. O medo destrói as nossas vida, só nos puxa para trás, nos deprime, nos põe para baixo. Não tem jogos melhores que esses. A responsabilidade é totalmente deles e vamos para lá jogar tranquilos. Sabemos das dificuldades, mas temos que ter segurança de mostrar o que a gente quer”, avisou.
Dessa forma, trata o jogo como um “momento de virada” para o Santa. “As coisas não estão correndo bem, tem que mudar alguma coisa. Tem momentos que a gente precisa definir o que se quer realmente. E acho que esse é o momento, um momento de reta final de um turno e não decidimos para onde queremos ir: para cima ou para baixo. Está mais para baixo do que para cima. É o momento de bater no peito e dizer que nós podemos.”
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Mendes cobra dinâmica para que 'esquecido' Fernando Gabriel volte a ter espaço no Santa
Treinador relativiza pouco espaço do meia no elenco, mas não nega que jogador precisa atuar melhor coletivamente para voltar a ter mais chances no Tricolor
De titular no início da Série A do Brasileiro ao quase esquecimento. Resume-se assim até aqui a trajetória de Fernando Gabriel no Santa Cruz. Indicado pelo técnico Milton Mendes, com quem trabalhou no Paraná, em 2014, o meia foi titular nas três primeiros jogos do campeonato. Chegou até fazer gol na estreia (no 4 a 1 aplicado no Vitória, no Arruda). Mas hoje não encontra mais o mesmo espaço no Tricolor. O treinador coral relativiza o “esquecimento” do atleta. Mas pede mais “dinâmica” dele em campo.
Fernando Gabriel parecia caminhar para a conquista definitiva da vaga até substituído no terceiro dos três primeiros jogos que fez no time de cima. Sem dar a dinâmica esperada, acabou sendo substituído contra o Cruzeiro, no Arruda, mesmo com os corais vencendo por 1 a 0 . Após o 4 a 1 nos celestes, saiu da equipe principal e só foi figurar entre os 11 frente a Santos e Botafogo. Esse último, quando entrou em campo pela derradeira vez, ainda em 3 de julho, e começou a “sumir” de vez no Santa. Chegou ainda a entrar no decorrer de duas partidas no Brasileiro (Sport e Figueirense). Mas sequer recebeu oportunidades nos confrontos da Copa do Brasil com o Vasco, em que Milton Mendes utilizou times mistos.
O técnico tricolor, entretanto, relativiza as chances que não tem recebido o meia recentemente. Justifica a sua ausência na relação do jogo contra o América-MG, há duas rodadas do Brasileiro, por causa uma lesão no tornozelo e ameniza o ostracismo ao dizer que o atleta não deixa de figurar no banco de reservas. Contudo, não nega que o meio-campista precisa ainda melhorar para ser mais bem utilizado na equipe.
“O Fernando é um jogador que eu gosto muito. Ele até treinou (nos trabalhos secretos) e era uma possibilidade (para o lugar do suspenso João Paulo). Onde perde um pouquinho é na dinâmica, mas ele sabe. O São Paulo já tem (tinha) dificuldade com o Ganso, imagina o Santa Cruz. Nós temos que ter jogadores correm, para frente, para trás, e não só que tente jogar para frente”, declarou Mendes.
Recuado
Por isso, o treinador projeta para ele um posicionamento até mais recuado para que aprenda a ser mais participativo coletivamente. “O Fernando tem sido exemplar, tem tentado muito. Tenho o colocado (nos treinos) em posições mais defensivas, porque um jogador que tem qualidade você consegue pôr a marcação. Em um jogador que só tem marcação dificilmente você põe qualidade. O dia que ele entender que precisa fazer isso, vai ser um dos melhores meias do país. Já falei isso com ele.
Fernando Gabriel parecia caminhar para a conquista definitiva da vaga até substituído no terceiro dos três primeiros jogos que fez no time de cima. Sem dar a dinâmica esperada, acabou sendo substituído contra o Cruzeiro, no Arruda, mesmo com os corais vencendo por 1 a 0 . Após o 4 a 1 nos celestes, saiu da equipe principal e só foi figurar entre os 11 frente a Santos e Botafogo. Esse último, quando entrou em campo pela derradeira vez, ainda em 3 de julho, e começou a “sumir” de vez no Santa. Chegou ainda a entrar no decorrer de duas partidas no Brasileiro (Sport e Figueirense). Mas sequer recebeu oportunidades nos confrontos da Copa do Brasil com o Vasco, em que Milton Mendes utilizou times mistos.
O técnico tricolor, entretanto, relativiza as chances que não tem recebido o meia recentemente. Justifica a sua ausência na relação do jogo contra o América-MG, há duas rodadas do Brasileiro, por causa uma lesão no tornozelo e ameniza o ostracismo ao dizer que o atleta não deixa de figurar no banco de reservas. Contudo, não nega que o meio-campista precisa ainda melhorar para ser mais bem utilizado na equipe.
“O Fernando é um jogador que eu gosto muito. Ele até treinou (nos trabalhos secretos) e era uma possibilidade (para o lugar do suspenso João Paulo). Onde perde um pouquinho é na dinâmica, mas ele sabe. O São Paulo já tem (tinha) dificuldade com o Ganso, imagina o Santa Cruz. Nós temos que ter jogadores correm, para frente, para trás, e não só que tente jogar para frente”, declarou Mendes.
Recuado
Por isso, o treinador projeta para ele um posicionamento até mais recuado para que aprenda a ser mais participativo coletivamente. “O Fernando tem sido exemplar, tem tentado muito. Tenho o colocado (nos treinos) em posições mais defensivas, porque um jogador que tem qualidade você consegue pôr a marcação. Em um jogador que só tem marcação dificilmente você põe qualidade. O dia que ele entender que precisa fazer isso, vai ser um dos melhores meias do país. Já falei isso com ele.
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