sábado, 2 de julho de 2016

Jadson, 22 anos, reforça o elenco tricolor pernambucano

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A chegada de Jadson pode ser decisiva para o Santa Cruz.
O encaixe de um time, por muitas vezes, depende apenas de uma peça; ou de um posicionamento específico. Com a qualidade que tem, o volante de 22 anos pode ser esse fator diferencial. E ainda mais no momento atual, em que o Mais Querido está precisando de retormar os bons resultados. 
"O time está em dificuldade, só que todo mundo passa dificuldade no Brasileiro. Até os líderes. Temos tudo para sair dessa situação. Tenho acompanhado a equipe desde que surgiu o interesse do Santa Cruz e posso dizer que esse time tem muita qualidade. Ainda tem muitas rodadas pela frente", afirmou Jadson.
O atleta chegou ao Arruda nesta semana. Já participou de alguns treinos e, do ponto de vista físico, está pronto para estrear. "Quero estar à disposição para enfrentar o Internacional", iniciou o volante. Jadson vem de uma passagem pelo Atlético/PR. Inclusive, trabalhou com Milton Mendes no time paranaense. 
"Feliz pelo acerto com o Santa. Pesou a torcida, que é conhecida em todo o Brasil. Pesou também o Milton. Trabalhei com ele ano passado. É um treinador de muita qualidade, com boas ideias, que consegue fazer com que os seus comandados façam o que ele quer. Tem tudo para dar certo". 
O atleta conquistou a confiança do treinador. Até pela característica de jogo. "Me considero um volante moderno. Grande parte dos treinadores procura esse tipo de jogador. Hoje, tem que marcar e aparecer para jogar". 
Experiência internacional 
Jadson ainda pertence a Udinese. O volante foi contratado para jogar no futebol europeu após uma boa passagem pelo Botafogo. Na Itália, o atleta cresceu muito. Principalmente como pessoa. 
"Quanto ao idioma, foi tranquilo. Aprendi rápido, a Udinese tem uma estrutura boa de adaptação, tem professor, tem tudo lá. Foi uma experiência muito boa, principalmente como pessoa. Amadureci muito. Estava praticamente sozinho, em um país diferente, com cultura diferente. Você começa a dar valor maior para outras coisas, como a família". 

Experiência de Primeira Divisão a serviço do Santa


Apesar da pouca idade, o zagueiro Wellington já é experiente. O atleta de 24 anos é formado nas categorias de base do Palmeiras e praticamente só defendeu clubes de Série A em sua carreira.
Ele está acostumado com o Brasileirão. E o Santa Cruz pode tirar proveito disto. 
"Comecei no Palmeiras e aprendi muita coisa por lá. Mas agora estou com foco total no Santa Cruz. Quero levar esse clube na melhor posição possível. Acredito que posso ajudar", ressaltou Wellington. 
O zagueiro estava na Ponte Preta, mas ainda pertence ao Palmeiras. Ele chega ao Mais Querido via empréstimo, até o final da temporada. 
"Conheço a força do Santa, acompanho o clube há um tempo. Também sei da qualidade dos meus companheiros. Não vim para brigar com ninguém, vim para somar e ajudar", destaca.

Milton Mendes tenta blindar jogadores criticados pela torcida do Santa Cruz

Na partida contra a Ponte Preta, o meia Lelê era vaiado sempre que tocava na bola, mesma situação já vivida pelo lateral-esquerdo Roberto e outras peças do time


Quando a fase não é boa, a paciência diminui. Tanto da torcida como dos jogadores. A confiança é abalada e as vaias se tornam uníssonas. É neste ambiente que vive o Santa Cruz. E parece que sair do Recife e ir até Juiz de Fora-MG, onde a equipe enfrenta o Botafogo neste domingo, é a melhor coisa neste momento. Que o diga o meia Lelê, duramente criticado e vaiado sempre que tocava na bola na derrota de 3 a 0 para a Ponte Preta, na última quinta-feira. Com um ambiente turbulento, o técnico Milton Mendes tentou blindar o elenco.
- Nós às vezes acertamos e outras não. A responsabilidade é minha. O torcedor tem toda a razão de tudo. Mas também vi torcedores nos apoiando os 90 minutos, incentivando e gritando - ponderou o técnico, citando um apoio de um pequeno grupo em detrimento da maioria absoluta do estádio.
A mesma coisa aconteceu com o lateral-esquerdo Roberto já no final da mesma partida. Outras peças do elenco já tinham sido perseguidas com críticas antes, como o meia Daniel Costa, que deixou o clube nesta semana.
- Agora é que é hora de ver quem está do nosso lado. Estamos precisando do apoio de todos - acrescentou o técnico coral.
Para poder blindar o elenco e evitar mais desgastes, como o que aconteceu após a derrota para a Ponte Preta na sala de imprensa do clube, o treinador achou por bem que seus jogadores falassem menos. No embarque do elenco para o Rio de Janeiro, na última sexta-feira, os atletas "driblaram" a imprensa e um pequeno grupo de cinco torcedores que queriam protestar e entraram por outro portão, em silêncio.
- Temos que ganhar, né? Trabalhar, estamos trabalhando bem. Os jogadores têm dado seu melhor, tentado, mas a insegurança diante dos resultados nos deixa um pouco instáveis. Mas eu digo que eu sou valente, forte, e não tenho medo de desafios.
globo.com

Presidente do Santa Cruz, sobre reforços: "Temos bala para gastar"

Alírio Moraes tratou de acalmar a torcida em meio a uma fase de turbulência que o clube atravessa na Série A e garantiu que alguns jogadores estão engatilhados


O momento do Santa Cruz é de turbulência. Há quatro jogos sem vencer - nos últimos nove, apenas uma vitória -, o Tricolor do Arruda se afundou na zona de rebaixamento. É o 19º colocado, com 11 pontos. Enquanto a torcida clama por reforços e o técnico Milton Mendes também, o presidente Alírio Moraes trata de tentar apaziguar os ânimos. Segundo ele, o Santa "tem muita bala para gastar".
- Ainda temos muita bala para gastar. Temos um orçamento desenhado para os próximos meses. Se for tudo bem planejado, os resultados dentro de campo virão - afirmou Alírio em entrevista à Rádio Jornal.
Já temos cinco jogadores para estrear e são atletas como Jadson, Derley e Marion, que vão ajudar o elenco.
Alírio Moraes
O presidente disse que o vice, Constantino Júnior, viajou para fechar estes nomes pendentes. O dirigente esteve em Chicago, nos Estados Unidos, para tentar fechar com o atacante Gilberto, e também em São Paulo e Minas Gerais. Segundo Alírio, cerca de três situações estão engatilhadas e podem ser anunciadas a qualquer momento.
- Já estamos com duas ou três situações engatilhadas. Ficamos sem nosso vice-presidente essas semanas porque ele estava fazendo esses contatos para passar para a comissão técnica. Constantino Júnior chegou nesta madrugada. Mas a torcida pode ficar despreocupada. Temos nomes engatilhados, dependendo de um contrato ou de outro, de uma contraproposta feita... O clube vai se recuperar.
O mau momento ganhou mais um capítulo após a derrota de 3 a 0 para a Ponte Preta, quando o técnico Milton Mendes cogitou entregar o cargo, mas foi demovido da ideia quando os jogadores entraram durante a entrevista coletiva. O presidente Alírio Moraes afirmou que conta com o treinador até o fim do seu contrato - em dezembro de 2017. 
- Nesse momento que temos que ver quem é de briga e quem não é. É muito fácil ser comentarista de resultado. Agora que temos que ver quem veio para se debruçar nos problemas do clube. Estamos muito confiantes. Conversei muito com Milton após o jogo. O contrato vai até o final de 2017, quando termina a nossa gestão e queremos que o contrato seja cumprido até o fim. A confiança é tanta que nosso vice-presidente viajou para adquirir equipamentos solicitados pela comissão técnica. 
Além de falar dos novos reforços, Alírio fez questão de exaltar as contratações que já foram feitas e ainda não estrearam. 
- Não estamos desesperançosos. Já temos cinco jogadores para estrear e são atletas como Jadson, Derley e Marion, que vão ajudar o elenco (os outros são os zagueiros Luan Peres e Wellington). Essa é nossa ambição, que é trabalhar com mais empenho. Vamos ter serenidade de tomar a decisão certa. Eu durmo com a consciência tranquila de que estou fazendo o melhor para o Santa Cruz. Precisamos de reforços, sim, e estimular alguns atletas e partir para a luta.
O presidente também fez questão de dizer que os salários dos jogadores e da comissão técnica estão completamente em dia. E que os funcionários estão sem receber há um mês.
- Estão chegando reforços e na semana que vem estamos criando uma expectativa de pagamentos de premiações. Não temos salários atrasados e nem isso justificaria o nosso desempenho. Há um esgotamento físico, mental talvez, e temos de nos reinventar dentro de campo. Estamos em dia com jogadores. E funcionários, estamos devendo um mês. No dia cinco estamos pagando o mês de julho dos jogadores e também vamos pagar a funcionários e diretores.
globo.com

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