Intenção do clube é não gerar dívidas trabalhistas; ao todo, nove atletas deixaram o Timbu ao longo da Série B, entre liberações e negociações, sem custos
A chegada do técnico Alexandre Gallo, logo após a eliminação nas semifinais do Campeonato Pernambucano, provocou várias contratações no Náutico. Porém, na medida em que os novos atletas (em sua maioria jovens) inflavam o elenco, as tradicionais dispensas foram raridade no clube. Apenas dois jogadores - Eduardinho e Thiago Santana - tiveram seus vínculos encerrados pelo clube. De resto, a diretoria alvirrubra foi, aos poucos, negociando distratos sem ônus e empréstimos de peças pouco utilizadas no elenco. A regra era evitar ao máximo gerar novos passivos trabalhistas e, consequentemente, mais dívidas em Rosa e Silva.
O elenco de 38 jogadores do Timbu foi, aos poucos, sendo enxugado para atuais 32. Pouco utilizados, os atacantes Rafael Coelho e Rafael Ratão deixaram o clube sem ônus. Enquanto o primeiro não teve seu contrato renovado, o outro saiu de graça por ser uma contratação sem custos. Casos semelhantes foram os do lateral Henrique e do meia Caíque Valdívia. Esses, no entanto, pediram para deixar o Náutico. Ainda que não sejam desfalques de peso, dado o elenco grande, foram perdas sentidas por terem sido aproveitados em ocasiões pontuais ao longo do ano.
Além das saídas sem ônus, o Alvirrubro ainda negociou alguns atletas que não vinham tendo oportunidades com Gallo. Exemplo do zagueiro Fabiano Eller, titular durante quase todo o Estadual, mas que não vinha tendo chances na Série B e acertou a ida para o Joinville. Além dele, o volante Hélder Ribeiro, revelado na base do clube, foi emprestado ao NK Slaven Belupo, da Croácia, com opção de compra. Casos diferentes do zagueiro Ronaldo Alves, que aceitou proposta para defender o arquirrival Sport.
Exceções
Em apenas duas ocasiões, as rescisões deram prejuízo ao clube. Thiago Santana e Eduardinho, contratados para a disputa do Estadual, foram afastados após a chegada de Gallo. O atacante entrou em acordo e teve seu contrato rescindido. O volante também vem negociando a rescisão junto à direção alvirrubra. Outros atletas que treinavam em separado eram Daniel Morais, que acabou sendo reintegrado ao grupo, e Gil Mineiro, que foi emprestado ao Confiança-SE, clube que divide os vencimentos do volante com o Timbu.
O diretor de futebol Eduardo Henriques, que já havia manifestado a intenção de não fazer dispensas onerosas, comentou o processo de enxugamento do elenco alvirrubro. "As coisas foram aparecendo, como, por exemplo, a venda de Ronaldo, que foi boa para clube e jogador. Agora tivemos a questão de Valdívia, que não esperávamos. E tivemos outros atletas que geraram boas situações para o clube, como o empréstimo de Gil Mineiro, a volta de Daniel Morais aos treinos", disse.
O elenco de 38 jogadores do Timbu foi, aos poucos, sendo enxugado para atuais 32. Pouco utilizados, os atacantes Rafael Coelho e Rafael Ratão deixaram o clube sem ônus. Enquanto o primeiro não teve seu contrato renovado, o outro saiu de graça por ser uma contratação sem custos. Casos semelhantes foram os do lateral Henrique e do meia Caíque Valdívia. Esses, no entanto, pediram para deixar o Náutico. Ainda que não sejam desfalques de peso, dado o elenco grande, foram perdas sentidas por terem sido aproveitados em ocasiões pontuais ao longo do ano.
Além das saídas sem ônus, o Alvirrubro ainda negociou alguns atletas que não vinham tendo oportunidades com Gallo. Exemplo do zagueiro Fabiano Eller, titular durante quase todo o Estadual, mas que não vinha tendo chances na Série B e acertou a ida para o Joinville. Além dele, o volante Hélder Ribeiro, revelado na base do clube, foi emprestado ao NK Slaven Belupo, da Croácia, com opção de compra. Casos diferentes do zagueiro Ronaldo Alves, que aceitou proposta para defender o arquirrival Sport.
Exceções
Em apenas duas ocasiões, as rescisões deram prejuízo ao clube. Thiago Santana e Eduardinho, contratados para a disputa do Estadual, foram afastados após a chegada de Gallo. O atacante entrou em acordo e teve seu contrato rescindido. O volante também vem negociando a rescisão junto à direção alvirrubra. Outros atletas que treinavam em separado eram Daniel Morais, que acabou sendo reintegrado ao grupo, e Gil Mineiro, que foi emprestado ao Confiança-SE, clube que divide os vencimentos do volante com o Timbu.
O diretor de futebol Eduardo Henriques, que já havia manifestado a intenção de não fazer dispensas onerosas, comentou o processo de enxugamento do elenco alvirrubro. "As coisas foram aparecendo, como, por exemplo, a venda de Ronaldo, que foi boa para clube e jogador. Agora tivemos a questão de Valdívia, que não esperávamos. E tivemos outros atletas que geraram boas situações para o clube, como o empréstimo de Gil Mineiro, a volta de Daniel Morais aos treinos", disse.
Henriques ainda justificou a intenção da diretoria em manter os atletas no elenco, para caso apareça alguma proposta. "Trabalhamos para dentro de um contexto, para que não deixemos dívidas para o clube e não atrapalhemos a vida de jogadores que não acham que estão sendo aproveitados. Só queremos fazer o que seja bom para o Náutico. Existem jogadores que não negociamos de jeito nenhum, porque são importantíssimos para a nossa caminhada rumo ao acesso", completou.
Reforços
O número atual de jogadores do Náutico é considerado satisfatório tanto pelo técnico Alexandre Gallo quanto pela direção. No entanto, ele deve aumentar com a chegada dos reforços prometidos. "É um número que todo treinador quer trabalhar. Agora vamos buscar reforços. Chegamos a um período de reavaliação, onde vamos analisar as posições que estejam precisando de uma ou outra contratação. Para reforçar, a diretoria do Náutico não vai medir esforços para o acesso esse ano. Sabemos da importância para o clube, para que tenhamos uma receita diferente e possamos colocar os projetos que pensamos ser bons para o Náutico", concluiu Henriques.
Com a nova leva de reforços, inclusive, abre-se novamente a possibilidade de saídas pontuais no elenco. A diretoria, no entanto, segue a mesma postura de antes e não comenta. Porém, um dos atletas que teve a saída especulada foi o volante Ygor, que teve seu nome ventilado no Figueirense. "Para ser sincero, nunca chegou nenhuma solicitação, consulta ou sondagem do Figueirense a respeito de Ygor. Absolutamente nada", rechaçou Henriques.
Reforços
O número atual de jogadores do Náutico é considerado satisfatório tanto pelo técnico Alexandre Gallo quanto pela direção. No entanto, ele deve aumentar com a chegada dos reforços prometidos. "É um número que todo treinador quer trabalhar. Agora vamos buscar reforços. Chegamos a um período de reavaliação, onde vamos analisar as posições que estejam precisando de uma ou outra contratação. Para reforçar, a diretoria do Náutico não vai medir esforços para o acesso esse ano. Sabemos da importância para o clube, para que tenhamos uma receita diferente e possamos colocar os projetos que pensamos ser bons para o Náutico", concluiu Henriques.
Com a nova leva de reforços, inclusive, abre-se novamente a possibilidade de saídas pontuais no elenco. A diretoria, no entanto, segue a mesma postura de antes e não comenta. Porém, um dos atletas que teve a saída especulada foi o volante Ygor, que teve seu nome ventilado no Figueirense. "Para ser sincero, nunca chegou nenhuma solicitação, consulta ou sondagem do Figueirense a respeito de Ygor. Absolutamente nada", rechaçou Henriques.
superesportes
De volta ao Náutico de forma gradativa, João Ananias comenta evolução após um mês de jogos
Volante alvirrubro voltou ao time contra a Luverdense no último dia 28 de junho
Nesta quinta-feira o volante João Ananias completa um mês de retorno ao time do Náutico. Contra o Luverdense, o atleta entrou aos 37 minutos e foi aplaudido por toda a torcida do alvirrubra. Uma lembrança que poderia ser considerada inesquecível, mas que o camisa 13 pareceu deixar no passado por um momento. Após sete meses fora de combate, João recuperou a alegria de atuar no Náutico e só pensa em voltar a ajudar a equipe na busca pelo acesso.
“Sinceramente eu nem lembrava (que completaria um mês de retorno). Eu praticamente esqueci que tive a lesão. Ali dentro do campo a gente esquece o que passou. Estou jogando bem, mas ainda estou recuperando o ritmo de jogo e quero ajudar muito o Náutico nesta Série B”, comentou.
Um dos objetivos de João neste momento é voltar a atuar os 90 minutos. Algo que ainda não ocorreu neste mês. A evolução tem sido gradativa e João só atuou em casa no momento. Isto porque ainda sofreu uma lesão muscular contra o CRB, outro fator que já era esperado por ele. “Sempre tem esse método. Nem sempre colocam o jogador para atuar os 90 minutos logo. O músculo ainda sente um pouco, mas espero que eu volte a jogar a partida toda em breve”.
A evolução do tempo de João na equipe tem sido gradativa. Na primeira partida foram sete minutos, na segunda 46 e na última 65. O volante espera que esta evolução de permanência seja idêntica a do seu futebol, que na sua visão atravessava o seu melhor momento quando rompeu os ligamentos do joelho. “Lembro perfeitamente da lesão. Só não lembro o tempo de jogo. A lesão veio no meu melhor momento. Tinha até feito gol, algo que eu era cobrado pela imprensa e pela comissão. Foi muito difícil”.
“Sinceramente eu nem lembrava (que completaria um mês de retorno). Eu praticamente esqueci que tive a lesão. Ali dentro do campo a gente esquece o que passou. Estou jogando bem, mas ainda estou recuperando o ritmo de jogo e quero ajudar muito o Náutico nesta Série B”, comentou.
Um dos objetivos de João neste momento é voltar a atuar os 90 minutos. Algo que ainda não ocorreu neste mês. A evolução tem sido gradativa e João só atuou em casa no momento. Isto porque ainda sofreu uma lesão muscular contra o CRB, outro fator que já era esperado por ele. “Sempre tem esse método. Nem sempre colocam o jogador para atuar os 90 minutos logo. O músculo ainda sente um pouco, mas espero que eu volte a jogar a partida toda em breve”.
A evolução do tempo de João na equipe tem sido gradativa. Na primeira partida foram sete minutos, na segunda 46 e na última 65. O volante espera que esta evolução de permanência seja idêntica a do seu futebol, que na sua visão atravessava o seu melhor momento quando rompeu os ligamentos do joelho. “Lembro perfeitamente da lesão. Só não lembro o tempo de jogo. A lesão veio no meu melhor momento. Tinha até feito gol, algo que eu era cobrado pela imprensa e pela comissão. Foi muito difícil”.
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Vestindo a 10, mas fazendo papel de 9, Hugo não se preocupa em marcar gols no Náutico
Meia afirmou que prefere ajudar os artilheiros Jefferson Nem e Rony a marcar
Pelos sinais do técnico Alexandre Gallo, a equipe que enfrentará o Tupi na próxima sexta-feira será a mesma que enfrentou o Avaí na última semana. A equipe utilizará Renan Oliveira e Hugo mais uma vez juntos e investirá na velocidade de Rony e Jefferson Nem. Porém, não é por isso que o Náutico ficará sem referência no ataque. Hugo tem assumido o papel e parece não se importar em ser um dos destaques.
No treinamento de ontem, o meia começou a movimentação compondo a marcação com Renan na parte central do campo e tinham comportamento simétrico sem o domínio ofensivo. Algo bem diferente quando a posse de bola mudava de lado. Rapidamente o camisa 10 se centralizava e se colocava como o homem de ataque centralizado. Apesar de ser um meia de origem, Hugo mostrou conhecer bem o papel de pivô. Tocava na bola fácil e parecia pronto para fazer o giro em direção ao gol se fosse necessário. Um movimento de quem vai em busca do gol, mas que não é sua preocupação no Timbu.
Até agora o atleta só marcou um gol pelo Náutico. Foi de pênalti na derrota para o Goiás por 4 a 2. A nova função poderia criar uma ansiedade para que com a bola rolando, as redes também fossem balançadas. Tanto no atleta, como na torcida. Hugo não pensa assim. Com a calma de quem já viveu muita coisa no futebol, o meia preferiu passar a responsabilidade, e ajudar, para os atletas que têm sido os destaques ofensivos no Alvirrubro e ainda têm muita estrada para trilhar.
“Estou realmente tranquilo em relação aos gols. A maior ansiedade é para fazer o primeiro. Eu estou procurando ajudar a equipe ao máximo. Fico feliz em ter a vitória. O momento é bom para o Rony e para o Nem. Espero que eles façam mais gols. Eles são jovens e estão em busca de sonhos ainda na carreira”, comentou.
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