Treinador acredita em reação do time nos jogos disputados como mandante
pós quatro partidas sem vencer, com duas derrotas e dois empates, o Náutico se coloca no meio do caminho na Série B. Na 12ª posição, o Timbu está a seis pontos da zona de rebaixamento ao mesmo tempo em que vê o G4 ter uma distância de cinco pontos. Com um olhar otimista e confiante, o técnico Givanildo Oliveira não abdica de sonhar com o acesso. Após o empate com o Joinville, o treinador reiterou o discurso de confiança em subir de divisão. Para isso, já mira o duelo do próximo sábado contra o Paysandu, na Arena de Pernambuco.
"(A esperança) continua sim porque os números não mentem. Matemática dizem que é uma ciência exata. Pelos números, nós temos condições. E nos também não dependemos dos outros. Depende de nós. Isso é muito válido no futebol para mim. Não depender nem de A nem de B", afirmou.
"(A esperança) continua sim porque os números não mentem. Matemática dizem que é uma ciência exata. Pelos números, nós temos condições. E nos também não dependemos dos outros. Depende de nós. Isso é muito válido no futebol para mim. Não depender nem de A nem de B", afirmou.
"Se nos próximos jogos fizermos a nossa parte, com a ajuda da torcida indo ao estádio, acreditando, porque fizemos dois bons jogos. Não foram dois jogos excelentes, mas foram bons. Vamos para casa confiando que a torcida vai ajudar e que podemos ganhar o próximo jogo e a gente possa dar uma respirada", acrescentou.
Mas, apesar de esperar o apoio da torcida, Givanildo Oliveira reconhece que os alvirrubros estão decepcionados com o desempenho da equipe, principalmente no setor ofensivo. "Claro que teve vaias lá contra o Bahia (no último jogo em casa). O torcedor acumula essas coisas. Nesses meus dois jogos, perdemos dois pontos em casa. E em série B não se pode perder pontos em casa. Eu posso falar de Série B, porque conheço bem. Pelos acessos que já tive. Em casa, se fizer seu dever e arrancar um pontinho fora, não vai ser ruim."
Mas, apesar de esperar o apoio da torcida, Givanildo Oliveira reconhece que os alvirrubros estão decepcionados com o desempenho da equipe, principalmente no setor ofensivo. "Claro que teve vaias lá contra o Bahia (no último jogo em casa). O torcedor acumula essas coisas. Nesses meus dois jogos, perdemos dois pontos em casa. E em série B não se pode perder pontos em casa. Eu posso falar de Série B, porque conheço bem. Pelos acessos que já tive. Em casa, se fizer seu dever e arrancar um pontinho fora, não vai ser ruim."
superesportes
Jogadores do Náutico exaltam mudança após Givanildo e querem melhora na finalização
Equipe desembarcou nesta quarta no Recife e mostrou preocupação com finalizações
Com Givanildo Oliveira no comando do Náutico, o time ainda não sofreu gols. Mostrou uma postura diferente em campo. Foi assim contra Joinville e Bahia. A marcação está mais forte e o goleiro Júlio César tem sofrido menos perigo. Porém, o problema é outro. Se por um lado as redes do Timbu não foram balançadas, os jogadores timbus também não têm conseguido fazer gols. Fator que tem que ser alterado com urgência, já que no próximo sábado uma vitória diante do Paysandu é fundamental para manter o sonho do acesso à Série A vivo.
Um dos líderes da equipe, o volante João Ananias fez elogios ao modo que o time vem se apresentado, mas não teve como deixar de admitir o problema que tanto incomoda o time. A falta de gols e o desperdicío de chances. “O time está mais compacto, tem mais vontade e tranquilidade. Estamos tendo posse de bola e qualidade, mas está faltando gols e quem não faz leva. Temos que ter tranquilidade”, pregou.
Titular pela segunda vez com a camisa do Náutico, Igor Rabelo lembrou que o problema com as finalizações não é algo novo. O defensor exaltou a postura do time e lembrou que só foi essa a mudança na equipe. Talvez por isso tenha lembrado que não adianta ter uma postura diferente se n]ao existe calma para colocar a bola para o fundo das redes.
“Eu acho que a vontade. Fechamos a casinha e decidirmos que não terá gols, não terá gols. Não teve mudança tática. Teve apenas mais vontade. Acho que só falta ter calma na finalização. Estamos conseguindo criar, mas não estamos colocando para dentro”, analisou.
superesportes
Sem centroavante, Givanildo revela não de Léo Gamalho e última esperança por reforço
Treinador ainda espera contar com a contratação de um camisa 9 para o elenco
A dificuldade ofensiva do Náutico ficou clara no empate em 0 a 0 com o Joinville, nesta terça-feira. Um problema que há algum tempo vem causando prejuízos ao Timbu. Há dois jogos no comando da equipe, sem ter visto seu time marcar uma vez sequer, o técnico Givanildo Oliveira lamenta bastante a ausência de um centroavante no elenco. Lamenta ainda mais a chance de a diretoria não conseguir fechar com um reforço para o setor a tempo. O prazo para inscrições de jogadores na Série B se encerra na quinta-feira.
O próprio Givanildo revelou que o último nome tentado pelo Náutico foi o do atacante Léo Gamalho, ex-Santa Cruz. Não houve acerto. Nesta terça-feira, antes do jogo com o Joinville, surgiu a informação de que o Timbu teria procurado Jussiê, atacante que estava fora do país. A diretoria não confirmou. Tentativas frustradas que se juntam a tantas outras de antes da chegada do novo treinador.
"É dificil agora porque o prazo (de inscrições) vai acabar e eu não tenho um centroavante. Hoje (terça-feira), a bola ficou ali sem ninguém pra fazer. Tentamos encaixar o Bérgson, mas ele não é atacante de área. Infelizmente, a gente vai ter que conviver com isso. A não ser que surja um nome que amanhã (quarta-feira) acerte e dê tempo de inscrever", lamentou Givanildo Oliveira. "Estamos procurando vários nomes. O último agora foi Léo Gamalho, que disse que não queria vir por causa de escola do filho. A dificuldade é grande. Mas chegamos a uma situação que, se não der pra fechar com ais ninguém, vamos ter que conviver com os jogadores que temos".
O próprio Givanildo revelou que o último nome tentado pelo Náutico foi o do atacante Léo Gamalho, ex-Santa Cruz. Não houve acerto. Nesta terça-feira, antes do jogo com o Joinville, surgiu a informação de que o Timbu teria procurado Jussiê, atacante que estava fora do país. A diretoria não confirmou. Tentativas frustradas que se juntam a tantas outras de antes da chegada do novo treinador.
"É dificil agora porque o prazo (de inscrições) vai acabar e eu não tenho um centroavante. Hoje (terça-feira), a bola ficou ali sem ninguém pra fazer. Tentamos encaixar o Bérgson, mas ele não é atacante de área. Infelizmente, a gente vai ter que conviver com isso. A não ser que surja um nome que amanhã (quarta-feira) acerte e dê tempo de inscrever", lamentou Givanildo Oliveira. "Estamos procurando vários nomes. O último agora foi Léo Gamalho, que disse que não queria vir por causa de escola do filho. A dificuldade é grande. Mas chegamos a uma situação que, se não der pra fechar com ais ninguém, vamos ter que conviver com os jogadores que temos".
superesportes
Nenhum comentário:
Postar um comentário