Experiente, Júlio César tenta passar tranquilidade para garotos do Náutico
Goleiro espera orientar jogadores da base que devem ser aproveitados nos próximos jogos; para ele, sequência de jogos causou as contusões nos zagueiros do Timbu
Com as lesões que atingiram Flávio, Welton Felipe e Elivelton, não tem escapatória para o goleiro Júlio César: uma zaga completamente nova estará à sua frente. Os zagueiros Feliphe Gabriel e Danilo Quipapá surgem como opções, mas nunca atuaram pelo elenco profissional. Se não for isso, Lisca terá de improvisar. Para o camisa 1 e capitão do time, é hora de dar tranquilidade a quem será escolhido para enfrentar o Brasília, pela Copa do Brasil, e o Salgueiro, na última rodada do Hexagonal do Título do Pernambucano.
- Infelizmente, aconteceram muitas lesões em um setor só. Isso quebra todo o planejamento da comissão técnica. Mas quem faz parte do elenco tem condições de jogar. É momento desses meninos terem confiança, apesar de eu não saber ainda se são eles que vão jogar. Temos de passar tranquilidade e ritmo de jogo, porque qualidade eles já têm.
Júlio César viu com surpresa as lesões que foram acontecendo pouco a pouco na equipe. O goleiro credita o problema à sequência de jogos que o time vem tendo na temporada, que causa desgaste de muito os jogadores.
- Eu fui pego de surpresa. Mas é que no futebol, temos uma sequência muito grande de jogos. Não tivemos muito tempo de trabalho e agora temos de passar por cima disso. Contra o Salgueiro (no dia 5 de fevereiro), ninguém vai querer saber se é a zaga titular ou se estão machucados.
O goleiro lamentou as lesões na zaga, principalmente a de Welton Felipe, que é o jogador do setor mais experiente - ele tem 28 anos. Mesmo assim, Júlio César fez questão de dizer que sua liderança é necessária para poder passar tranquilidade aos garotos.
- A gente perde uma liderança importante. Mas são nesses momentos que agente vê quem se sobressai. É a hora da qualidade aparecer. Eu confio nos meninos. E cabe a nós, os mais velhos, passar essa tranquilidade para eles.
Globo.com
Com zaga esfacelada, Quipapá vive
expectativa de estrear pelo Náutico
Atleta de 21 anos está no Timbu desde 2009, mas ainda não atuou como profissional
á são cinco anos de Náutico, desde as categorias de base, mas Danilo Quipapá só vê claramente uma chance de atuar como profissional agora. Com a zaga do Timbu completamente esfacelada por conta de lesões, as portas se abrem ao jovem defensor. Fora ele e Feliphe Gabriel, não há outro jogador da posição para ser escalado na partida contra o Brasília, no dia 2 de abril, pela Copa do Brasil.
Danilo Quipapá chegou em janeiro de 2009 para integrar o time infantil do Náutico. Subiu ao elenco profissional em 2013 e ficou durante todo este tempo esperando uma chance de poder jogar. Foi emprestado algumas vezes para ganhar experiência e o último clube defendido por ele foi o Vera Cruz, onde jogou o Hexagonal da Permanência - o time ficou na quinta colocação, com 12 pontos e foi rebaixado. Por ter atuado na equipe profissional do time do interior, ele pode sair na frente na disputa pela vaga no time.
- Eu já vinha jogando no Vera Cruz e estava bem. É uma oportunidade de ouro. Estou aqui há cinco anos e estou esperando essa oportunidade. Se aparecer a oportunidade, quero agarrar com as duas mãos e não soltar mais.
- Eu já vinha jogando no Vera Cruz e estava bem. É uma oportunidade de ouro. Estou aqui há cinco anos e estou esperando essa oportunidade. Se aparecer a oportunidade, quero agarrar com as duas mãos e não soltar mais.
O zagueiro de 21 anos disse compreender que a responsabilidade é grande. Afinal, a possível titularidade do time acontece num momento conturbado do clube. O time alvirrubro está fora da segunda fase da Copa do Nordeste e vive dias de tensão porque houve até uma invasão da torcida organizada ao treino para se cobrar um melhor empenho da equipe. Mas a sua vivência no Náutico garante tranquilidade.
- A responsabilidade aqui no Náutico sempre existe. Eu sou criado na base, desde o infantil, e sei como tudo funciona. Para jogar em um clube grande, é assim mesmo. Eu compreendo tudo e estou preparado.
São sete jogadores lesionados no Náutico, destes, três zagueiros (Welton Felipe, Flávio e Elivelton). Foi o que fez o técnico Lisca ficar sem opções para montar sua dupla de zaga para o jogo contra o Brasília. Apesar de ser da posição que vem sofrendo muito com contusões, Quipapá minimizou.
- A responsabilidade aqui no Náutico sempre existe. Eu sou criado na base, desde o infantil, e sei como tudo funciona. Para jogar em um clube grande, é assim mesmo. Eu compreendo tudo e estou preparado.
São sete jogadores lesionados no Náutico, destes, três zagueiros (Welton Felipe, Flávio e Elivelton). Foi o que fez o técnico Lisca ficar sem opções para montar sua dupla de zaga para o jogo contra o Brasília. Apesar de ser da posição que vem sofrendo muito com contusões, Quipapá minimizou.
- Não fiquei tão assustado porque é normal no futebol. Existe muito contato, muito esforço físico e, com um jogo atrás do outro, isso acaba acontecendo.
globo.com
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