Náutico ainda não venceu fora de casa na Série B: algo habitual sob o comando de Gallo

Em 34 jogos à frente do Timbu nas Séries A e B, Gallo só venceu quatro e perdeu 25
Na terça-feira, o Náutico foi a Salvador encarar um dos favoritos ao acesso à Série A, Bahia. Sem nunca ter vencido o tricolor de aço na capital baiana, o Timbu voltou para casa com um ponto na bagagem. Além de seguir sem vitória sobre o rival nordestino em sua casa, o Alvirrubro também continuou sem conseguir uma vitória como visitante na atual edição da Série B do Campeonato Brasileiro. É verdade que, este ano, foram apenas três jogos fora de casa. Contudo, o histórico de Alexandre Gallo à frente do Náutico nas duas divisões principais do futebol nacional demonstra que vencer é um verbo pouco conjugado quando sai dos seus domínios. Foram apenas quatro triunfos em 34 jogos. O técnico tem um aproveitamento de apenas 16,7% dos pontos disputados.
A última vitória alvirrubra como visitante sob o comando de Gallo aconteceu na oitava rodada da Série A de 2012. Foi no dia 8 de julho de 2012 que o Timbu venceu pela última vez fora de casa. A vítima, rara como a história tem demonstrado, foi o Atlético-GO. No Serra Dourada, o centroavante Araújo marcou o único gol da partida, assegurando o triunfo do Náutico. Naquela edição do Brasileirão, o clube da Conselheiro Rosa e Silva faria ainda mais 15 jogos longe do estádio dos Aflitos. O máximo que conseguiu foram quatro empates. Assim, somando a Série A de 2012 e a atual Série B, Gallo leva 18 jogos sem vencer como visitante.
O aproveitamento fora de casa ao fim daquela edição da Série A foi de apenas 12,3% dos pontos disputados. Péssimo rendimento, por sinal, que impediu que o Náutico tivesse terminado em posição melhor na classificação, já que nos Aflitos o Timbu foi soberano, com 13 vitórias, três empates a apenas três derrotas.
Em sua primeira passagem pelo clube, em 2010, o Náutico de Gallo também teve muitas dificuldades para vencer como visitante. Depois de uma boa arrancada - com três triunfos nos quatro primeiros confrontos -, o time emendou uma sequência de oito derrotas consecutivas na Série B. O que é o mesmo que dizer que o Náutico não venceu mais até a demissão do treinador, que aconteceu no dia 29 de setembro daquele ano. O técnico caiu no dia seguinte à derrota por 2 a 1 para o São Caetano. Foi a nona derrota alvirrubra. No total, Gallo comandou o Timbu em 12 jogos naquela segundona. Teve aproveitamento de 25% dos pontos disputados.
Na Série B do ano passado, o Náutico venceu logo na sua primeira partida fora de casa, ainda sob o comando de Lisca. Depois, ficou quatro meses sem ganhar. Até a chegada de Gilmar Dal Pozzo, que quebrou o jejum com o triunfo por 1 a 0 sobre o Paysandu, em Belém. Com Dal Pozzo, o Timbu venceu quatro dos sete jogos que fez fora de casa na reta final da segundona, com um aproveitamento de 61,9%. Números que podem servir de inspiração. Afinal, time que quer subir, precisa vencer fora de casa também.
Total
34
jogos
4
vitórias
5
empates
25
derrotas
16,7%
aproveitamento
2016
Série B
3
jogos
1
empate
2
derrotas
11,1%
aproveitamento
2012
Série A
19
jogos
1
vitória
4
empates
14
derrotas
12,3%
aproveitamento
2010
Série B
12
jogos
3
vitórias
9
derrotas
25%
aproveitamento
A última vitória alvirrubra como visitante sob o comando de Gallo aconteceu na oitava rodada da Série A de 2012. Foi no dia 8 de julho de 2012 que o Timbu venceu pela última vez fora de casa. A vítima, rara como a história tem demonstrado, foi o Atlético-GO. No Serra Dourada, o centroavante Araújo marcou o único gol da partida, assegurando o triunfo do Náutico. Naquela edição do Brasileirão, o clube da Conselheiro Rosa e Silva faria ainda mais 15 jogos longe do estádio dos Aflitos. O máximo que conseguiu foram quatro empates. Assim, somando a Série A de 2012 e a atual Série B, Gallo leva 18 jogos sem vencer como visitante.
O aproveitamento fora de casa ao fim daquela edição da Série A foi de apenas 12,3% dos pontos disputados. Péssimo rendimento, por sinal, que impediu que o Náutico tivesse terminado em posição melhor na classificação, já que nos Aflitos o Timbu foi soberano, com 13 vitórias, três empates a apenas três derrotas.
Em sua primeira passagem pelo clube, em 2010, o Náutico de Gallo também teve muitas dificuldades para vencer como visitante. Depois de uma boa arrancada - com três triunfos nos quatro primeiros confrontos -, o time emendou uma sequência de oito derrotas consecutivas na Série B. O que é o mesmo que dizer que o Náutico não venceu mais até a demissão do treinador, que aconteceu no dia 29 de setembro daquele ano. O técnico caiu no dia seguinte à derrota por 2 a 1 para o São Caetano. Foi a nona derrota alvirrubra. No total, Gallo comandou o Timbu em 12 jogos naquela segundona. Teve aproveitamento de 25% dos pontos disputados.
Na Série B do ano passado, o Náutico venceu logo na sua primeira partida fora de casa, ainda sob o comando de Lisca. Depois, ficou quatro meses sem ganhar. Até a chegada de Gilmar Dal Pozzo, que quebrou o jejum com o triunfo por 1 a 0 sobre o Paysandu, em Belém. Com Dal Pozzo, o Timbu venceu quatro dos sete jogos que fez fora de casa na reta final da segundona, com um aproveitamento de 61,9%. Números que podem servir de inspiração. Afinal, time que quer subir, precisa vencer fora de casa também.
Total
34
jogos
4
vitórias
5
empates
25
derrotas
16,7%
aproveitamento
2016
Série B
3
jogos
1
empate
2
derrotas
11,1%
aproveitamento
2012
Série A
19
jogos
1
vitória
4
empates
14
derrotas
12,3%
aproveitamento
2010
Série B
12
jogos
3
vitórias
9
derrotas
25%
aproveitamento
superesportes
Sem Rafael Coelho, Gallo pode lançar um novo trio de ataque no Náutico contra o Joinville
Bergson deve ser deslocado para a função de centroavante na vaga de Coelho e Taiberson pode ganhar primeira chance como titular; treinador não confirma time
Sem o atacante Rafael Coelho, vetado com dores na coxa, o técnico Alexandre Gallo tem algumas opções para armar o setor ofensivo do Náutico visando o duelo desta sexta-feira, contra o Joinville, na Arena Pernambuco. Como de praxe, o treinador alvirrubro fechou o último treino antes da partida, na tarde desta quinta-feira, no CT alvirrubro. Porém, deu algumas pistas do que deve ser feito.
No centro das possibilidades está o atacante Bergson. Voltando à titularidade do time no jogo contra o Bahia, na última rodada, após mais de três meses afastado do time se recuperando de lesão, o atleta vem em franca ascensão. E, sem Coelho, pode ganhar a função de homem de referência no ataque alvirrubro. Com isso, o atacante Taiberson estrearia como titular atuando por uma das pontas do setor ofensivo.
"Já treinamos até uns dias, por mais de uma vez, inclusive, com ele centralizado. Como um falso 9. É um atleta que tem uma boa mobilidade, finalização... É um atleta que pode fazer quatro funções ali na frente, não só a meia, mas os lados e também mais centralizado", disse Alexandre Gallo.
De acordo com o treinador, a questão do ritmo de jogo ainda é um fator que pesa contra Bergson. "Ainda estamos esperando uma melhora dele não física, porque fisicamente está bem, mas de continuidade de jogos. O jogador que fica três meses sem jogar sente o jogo. Ele pode estar 120% fisicamente ele é abaixo nos jogos, como tem acontecido com ele. Por isso, às vezes, temos tirado ele em função de não suportar esse período de agredir e voltar para marcar. Ele precisa de time de jogos para melhorar e poder suportar os 90 minutos", pontou Gallo sobre o atleta de 25 anos.
Tiago Adan
Outra possibilidade que está nas mãos de Gallo é a de utilizar o novato Tiago Adan. Embora o atleta tenha se colocado à disposição do treinador, o atleta ainda teria, de acordo com o técnico, algumas limitações físicas. O fato estaria "jogando contra" Adan nessa decisão do treinador a respeito do substituto de Rafael Coelho.
"Existe essa possibilidade, o problema é a questão física ainda. É um atleta (Tiago Adan) que vem de uma recuperação de lesão no joelho, iniciamos a preparação com ele, antecipamos algumas fases para levá-lo no jogo (entrou contra o Sampaio Corrêia) e ele ir ganhando nos jogos. Ele jogou vinte e poucos minutos o primeiro jogo e a tendência é fazer como fizemos com o Taiberson. Jogou 15, depois 35, depois um tempo, depois um tempo e mais um pouco até o cara ganhar. Não posso parar o atleta agora e treinar 15 dias, 21 dias com ele que seria o ideal. A mesma coisa com Tiago. Estamos tentando equacionar e a gente pega como foi depois do jogo para trabalhar, mas vai ter que ser gradativo", detalhou Alexandre Gallo.
A depender do discurso do técnico alvirrubro, o time para enfrentar o Joinville será: Júlio César; Joazi, Rafael Pereira, Eduardo e Matheus Muller; Gastón e Maylson; Rony, Jefferson Nem e Taiberson; Bergson.
No centro das possibilidades está o atacante Bergson. Voltando à titularidade do time no jogo contra o Bahia, na última rodada, após mais de três meses afastado do time se recuperando de lesão, o atleta vem em franca ascensão. E, sem Coelho, pode ganhar a função de homem de referência no ataque alvirrubro. Com isso, o atacante Taiberson estrearia como titular atuando por uma das pontas do setor ofensivo.
"Já treinamos até uns dias, por mais de uma vez, inclusive, com ele centralizado. Como um falso 9. É um atleta que tem uma boa mobilidade, finalização... É um atleta que pode fazer quatro funções ali na frente, não só a meia, mas os lados e também mais centralizado", disse Alexandre Gallo.
De acordo com o treinador, a questão do ritmo de jogo ainda é um fator que pesa contra Bergson. "Ainda estamos esperando uma melhora dele não física, porque fisicamente está bem, mas de continuidade de jogos. O jogador que fica três meses sem jogar sente o jogo. Ele pode estar 120% fisicamente ele é abaixo nos jogos, como tem acontecido com ele. Por isso, às vezes, temos tirado ele em função de não suportar esse período de agredir e voltar para marcar. Ele precisa de time de jogos para melhorar e poder suportar os 90 minutos", pontou Gallo sobre o atleta de 25 anos.
Tiago Adan
Outra possibilidade que está nas mãos de Gallo é a de utilizar o novato Tiago Adan. Embora o atleta tenha se colocado à disposição do treinador, o atleta ainda teria, de acordo com o técnico, algumas limitações físicas. O fato estaria "jogando contra" Adan nessa decisão do treinador a respeito do substituto de Rafael Coelho.
"Existe essa possibilidade, o problema é a questão física ainda. É um atleta (Tiago Adan) que vem de uma recuperação de lesão no joelho, iniciamos a preparação com ele, antecipamos algumas fases para levá-lo no jogo (entrou contra o Sampaio Corrêia) e ele ir ganhando nos jogos. Ele jogou vinte e poucos minutos o primeiro jogo e a tendência é fazer como fizemos com o Taiberson. Jogou 15, depois 35, depois um tempo, depois um tempo e mais um pouco até o cara ganhar. Não posso parar o atleta agora e treinar 15 dias, 21 dias com ele que seria o ideal. A mesma coisa com Tiago. Estamos tentando equacionar e a gente pega como foi depois do jogo para trabalhar, mas vai ter que ser gradativo", detalhou Alexandre Gallo.
A depender do discurso do técnico alvirrubro, o time para enfrentar o Joinville será: Júlio César; Joazi, Rafael Pereira, Eduardo e Matheus Muller; Gastón e Maylson; Rony, Jefferson Nem e Taiberson; Bergson.
superesportes
Depois de o Náutico iniciar a Série B do Brasileiro sofrendo quatro gols nas três primeiras rodadas, o técnico Alexandre Gallo parece que conseguiu encontrar o equilíbrio defensivo alvirrubro. Nas duas últimas partidas do time, contra Sampaio Corrêa e Bahia, o Timbu não foi vazado.
“Gallo corrigiu algumas falhas e cobrou muito da gente, principalmente pelo gol sofrido contra o Criciúma, que foi um gol infantil. Ele ainda está ajustando algumas peças para que as coisas voltem a entrar nos trilhos”, disse o goleiro Julio Cesar, que mencionou o trabalho desempenhado pelos atacantes.
“O nosso ataque está nos ajudando muito na marcação. Todos estão voltando atrás da linha da bola. Com isso, quando a bola chega no nosso setor defensivo, ela já chega numa situação mais tranquila para que possamos evitar de sofrermos o gol”, explicou.
Sem muito tempo para treinar e entrosar os atletas, Gallo tem apostado na manutenção da equipe nas últimas rodadas, principalmente da dupla de zaga Rafael Pereira e Eduardo, que atuaram juntos nos últimos três jogos.
Outro que tem sido peça importante no esquema tático de Gallo e vem sendo bastante elogiado pelo treinador alvirrubro é o lateral Gastón, que está desempenhando bem o papel de “cão de guarda” da zaga alvirrubra.
“O time precisa que eu jogue nessa função (de volante). Disse a Gallo que se ele precisar, eu estou disposto a jogar em qualquer posição. Tenho me preparado para quando ele me chamar, eu possa jogar onde for necessário”, falou o uruguaio.
blog do torcedor
Nenhum comentário:
Postar um comentário