quarta-feira, 1 de junho de 2016

Portugal joga em Inglaterra no segundo e principal teste para o Euro-2016

Resultado de imagem para flag portugal


Portugal defronta na quinta-feira a Inglaterra, naquele que será o principal teste para a fase final do Euro2016 e no qual o selecionador Fernando Santos ainda não contará com os campeões europeus Cristiano Ronaldo e Pepe.
Os dois jogadores do Real Madrid, peças fulcrais no 'xadrez' do selecionador, só se juntam aos trabalhos da seleção no domingo, depois de terem conquistado a Liga dos Campeões pelos 'merengues', no fim de semana passado.
Por outro lado, Nani e Bruno Alves, que falharam o primeiro teste, com a Noruega, já estarão à disposição de Fernando Santos, que deverá proceder a algumas alterações no 'onze' que vai iniciar a partida no Estádio de Wembley.
De resto, no treino de terça-feira foi possível vislumbrar as eventuais opções para o confronto com os ingleses, nomeadamente no que diz respeito à defesa e ao meio-campo.
Na defesa, Ricardo Carvalho deverá ser o único a repetir a titularidade diante da Noruega (3-0), compondo o setor com Vieirinha, Bruno Alves e Eliseu, que poderão entrar para os lugares de Cédric, José Fonte e Raphael Guerreiro, respetivamente.
Já no que diz respeito ao meio-campo, e partindo do princípio que Fernando Santos vai manter a aposta no 4x4x2, João Moutinho e João Mário parecem ser 'intocáveis' no 'onze' luso, enquanto Adrien e Danilo, que entraram no decorrer do encontro com os noruegueses, poderão surgir nos lugares de William Carvalho e André Gomes.
O ataque, ainda 'órfão' de Cristiano Ronaldo, será o setor em que surgem maiores dúvidas, com Quaresma, Éder, Nani e Rafa a lutarem pelas duas vagas restantes, sendo que os dois primeiros ganharam 'pontos', com os golos apontados à Noruega.
Quanto à baliza, o selecionador poderá dar possibilidade a Rui Patrício, que parte para França com o estatuto de titular, ou Eduardo, uma vez que Anthony Lopes guardou as 'redes' nacionais no primeiro teste.
Na segunda partida de preparação para o Euro2016, Portugal vai ter pela frente a Inglaterra, que também marcará presença na fase final, estando incluída no grupo B, juntamente com Rússia, País de Gales e Eslováquia.
Os ingleses, comandados pelo experiente Roy Hodgson, foram primeiros classificados no grupo E de qualificação, sendo mesmo a única seleção europeia a conseguir uma campanha 100 por cento vitoriosa, com 10 vitórias no mesmo número de jogos.
A formação inglesa é uma das fortes candidatas a um lugar na final do Euro2016, possuindo um conjunto de jogadores de craveira internacional, sobretudo no ataque, onde figuram nomes como Wayne Rooney (Manchester United), Harry Kane (Tottenham), Daniel Sturridge (Liverpool), Jamie Vardy (Leicester City) e o jovem Marcus Rashford (Manchester United).
O encontro Inglaterra e Portugal está agendado para as 19:45, no Estádio de Wembley, em Londres.

Inglaterra passou de 'tubarão' a adversário 'talismã' das fases finais

Portugal defronta na quinta-feira a Inglaterra, no segundo teste para a fase final do Euro2016 de futebol, um adversário que foi em tempos dominador, mas que mais recentemente tem sido ‘vítima' de alguns resultados históricos da seleção nacional.
Em 22 embates, a formação das ‘quinas' até tem um balanço bastante desfavorável, com apenas três triunfos e 10 derrotas, mas desde 2000 que começou a ganhar o estatuto de ‘carrasco' dos ingleses em fase finais, sobretudo depois do Euro2004 e do Mundial2006.
Tudo começou no Europeu de 2000, em Eindhoven, quando Portugal venceu por 3-2, com golos de Luís Figo, João Pinto e Nuno Gomes, que viraram o marcador depois de Paul Scholes e Steve McManaman terem dado vantagem à Inglaterra. Os ingleses acabaram por ficar pela fase de grupos.
Quatro anos depois, num dos encontros mais emocionantes da história do futebol português, a seleção lusa ultrapassou a Inglaterra, no Estádio da Luz, na marcação de grandes penalidades (6-5), depois do empate registado no tempo regulamentar (1-1) e prolongamento (2-2), e seguiu para as meias-finais do Euro2004.
Nesse jogo, Portugal também esteve a perder, devido a um golo de Michael Owen, mas Hélder Postiga obrigou a tempo extra. Rui Costa deixou a formação lusa na frente, mas Lampard acabou por refazer a igualdade e forçar a ‘lotaria’.
Nos penaltis, o guarda-redes Ricardo foi decisivo ao marcar um e, de seguida, ao defender sem luvas o remate Darius Vassell, numa das imagens que ficará para sempre na história dos Europeus.
O destino ditou e Portugal e Ricardo voltaram a ser o pesadelo da Inglaterra dois anos depois, desta vez na Alemanha, no Campeonato do Mundo, e outra vez na marcação de grandes penalidades, já que o ‘nulo’ persistiu 120 minutos.
O guarda-redes da seleção nacional defendeu três penaltis, incluindo os apontados pelos ‘especialistas' Lampard e Gerrard, e Portugal seguiu para as meias-finais.
Antes desta fase, a Inglaterra era um adversário de má memória para os portugueses, embora no Mundial 1986, no México, a seleção nacional tivesse surpreendido, quando venceu por 1-0 no arranque da competição, com um golo de Carlos Manuel.
No historial, está também o famoso embate nas meias-finais do Mundial de 1966, em Londres, no Estádio de Wembley, com a Inglaterra a vencer por 2-1, com dois golos de Bobby Charlton. Eusébio marcou para Portugal e saiu do campo em lágrimas.
O primeiro duelo entre estas duas seleções aconteceu em 1947, num particular disputado em Lisboa e em que Portugal foi ‘esmagado' por 10-0, naquele que é até hoje o pior resultado da sua história.

futebol 365

Portugal para inglês ver


A seleção nacional faz o segundo de três testes finais para o Europeu de França em Inglaterra. Diante do conjunto de Roy Hodgson, ainda não há Ronaldo nem Pepe, mas já há Nani e Bruno Alves.
Comecemos por aí. Interessará perceber em que estado se irão apresentar os dois jogadores do Fenerbahçe, que não tiveram uma boa época em termos coletivos, mas que são dos mais experimentados na seleção, onde se costumam integrar em bom plano.
Fernando Santos deve mudar peças em relação ao que se viu no Dragão, diante da Noruega. Primeiro, porque o adversário é outro (em nome e em sistema de jogo). Depois, porque existem novas experiências a tomar por causa disso - como é o caso de Rafa, que pode funcionar bem contra uma equipa mais subida no terreno de jogo e com mais espaço nas costas.
Pela frente, uma Inglaterra que vai dando esperanças aos seus adeptos. Algo que não é novo, é verdade, mas que está agora assente numa nova geração de jogadores que têm muito para mostrar, nomeadamente que não tem que ser normal o fracasso das prestações da seleção inglesa.
Com uma equipa equilibrada e com boas opções em quase todos os setores, o conjunto britânico atua no seu mítico Wembley sem Ronaldo no campo, algo que tem reduzido o ânimo pelo encontro que, ainda assim, não deixará de servir para muito na preparação para o Euro.

zero zero

Nenhum comentário:

Postar um comentário