Atleticanos compram 7 mil ingressos em 3 horas para jogo contra o Timão
Devido à expectativa de grande público no Independência, diretoria atleticana aumenta os valores das entradas para o duelo de domingo, contra o líder do Brasileiro
Começou nesta terça-feira, às 17h (de Brasília), para sócios Galo na Veia, a venda antecipada de ingressos para o jogo entre líder e vice-líder do Campeonato Brasileiro. Atlético-MG e Corinthians se enfrentam às 17h de domingo, no Independência, em jogo válido pela 33ª rodada do Brasileirão. Em pouco mais de três horas de venda nesta terça-feira, 7.314 sócios Galo na Veia já garantiram seus ingressos para o jogo de domingo. Os ingressos para o portão 7, local com o menor valor do bilhete do estádio, já se esgotaram. A venda continua nesta quarta-feira.
Devido à grande expectativa de público, a diretoria atleticana aumentou os preços dos ingressos, em relação aos jogos anteriores do Galo no Horto. Para comparecer ao jogo de domingo, o torcedor atleticano terá que desembolsar, no mínimo, R$ 60. Contra a Ponte Preta, no último domingo, a entrada mais barata custava R$ 20.
Nesta terça e quarta-feira, a venda será feita apenas pela internet, no site galonaveia.com.br. A venda online segue até às 18h de quinta-feira. Caso ainda restem ingressos na quinta-feira, os sócios Galo na Veia Prata poderão adquirir bilhetes na sede do clube, no bairro de Lourdes. A venda para o público geral começa apenas na sexta-feira, caso os sócios-torcedores não tenham adquirido todas as entradas.
Em pouco mais de três horas de venda nesta terça-feira, 7.314 sócios Galo na Veia já garantiram seus ingressos para o jogo de domingo. Os ingressos para o portão 7, local com o menor valor do bilhete do estádio, já se esgotaram. A venda continua nesta quarta-feira.
O Corinthians lidera o campeonato, com 70 pontos, oito de vantagem em relação ao Atlético-MG. O Galo, caso vença, diminui a vantagem para cinco pontos e mantém vivo o sonho do título. O Timão, por outro lado, caso não seja derrotado em Belo Horizonte, praticamente garante o título brasileiro.
PREÇOS:
BLOCO PITANGUI
Especial – Portão 3
Não sócios – R$ 200,00
GNV Prata – R$ 85,00
Não sócios – R$ 200,00
GNV Prata – R$ 85,00
Cadeira – Portão 5
Não sócios – R$ 100,00
GNV Prata – R$ 70,00
Vip – Portão 4
Não sócios – R$ 400,00
GNV Prata – R$ 120,00
BLOCO MINAS
Especial – Portão 6
Não sócios– R$ 160,00
GNV Prata – R$ 75,00
Não sócios– R$ 160,00
GNV Prata – R$ 75,00
Cadeira – Portão 7
Não sócios – R$ 80,00
GNV Prata – R$ 60,00
BLOCO ISMÊNIA
Especial – Portão 2
Não sócios – R$ 200,00
GNV Prata – R$ 85,00
Não sócios – R$ 200,00
GNV Prata – R$ 85,00
Cadeira – Portão 8 (VISITANTE) – R$ 100,00
Globo.com
Caminho para o título: veja o que o Corinthians tem de fazer para ser hexa
Timão pode ser campeão na 34ª rodada, mas só um dia depois de entrar em campo. Mesmo se perder ou empatar com o Atlético-MG, tem chance de título contra o Vasco
A seis rodadas do término do Campeonato Brasileiro, o torcedor do Corinthians se enche de confiança e não pergunta mais se o time será campeão. A dúvida agora é outra: em qual rodada o caneco será confirmado?
Com o duelo contra o vice-líder Atlético-MG marcado para domingo, às 17h, no Independência, em Belo Horizonte, o GloboEsporte.com mostra os cenários para o hexa após o jogo decisivo. O que o Timão precisa fazer para ser campeão caso vença, empate ou perca para o Galo? Veja!
Uma vitória do Corinthians sobre o Atlético-MG seguida de mais um tropeço do Galo (empate ou derrota contra o Figueirense, no Orlando Scarpelli) já define o campeonato ao término da 34ª rodada. A festa pelo título, porém, não seria na Arena Corinthians. Como o Timão joga um dia antes do vice-líder, fica na torcida durante o domingo para colocar uma vantagem de 13 ou 14 pontos no rival, com apenas mais 12 em disputa nas quatro rodadas restantes.
Um empate entre Atlético-MG e Corinthians mantém a diferença de oito pontos e impede que o Timão comemore o título na 34ª rodada. Mas ainda mantém viva a chance de conquista na 35ª rodada, contra o Vasco, em São Januário. Para isso, o Timão precisa abrir mais dois pontos de vantagem.
Como? Por exemplo: pode vencer Coxa e Vasco, chegar a 77 pontos, e ver o Galo empatar pelo menos um jogo, contra Figueirense ou São Paulo, chegando só a 67 (restando só mais nove em disputa). Uma outra opção seria acumular mais dois empates, ir a 73 e, em um golpe de sorte, contar com duas derrotas consecutivas do time de Minas Gerais, que estacionaria no 63.
Mesmo uma derrota para o Atlético-MG tornaria a chance de título contra o Vasco possível. Para isso, bastaria ao Timão somar os seis próximos pontos e chegar a 76, desde que o Galo só chegue a 66 nos dois jogos seguintes. A diferença de dez pontos seria, então, inatingível.
Caso não seja campeão em nenhuma dessas oportunidades, o Corinthians ainda terá outros três jogos: São Paulo, na arena, Sport, fora, e Avaí, em casa.
globo.com
Wallace desabafa sobre situação do Flamengo: "Não tá tudo bem. Estou p."
Zagueiro diz que não é o momento de ficar falando em busca por G-4 e pede mais cara de Fla: "Aqui não basta o cara ser craque. Tem que ter personalidade forte"
"Não posso falar em G-4 agora". Foi assim que Wallace resumiu a situação do Flamengo no Campeonato Brasileiro e adotou discurso oposto ao da maioria dos companheiros, que têm elogiado o time após as derrotas na competição. O zagueiro se mostrou revoltado com a fase da equipe. O Rubro-Negro perdeu os últimos três jogos no nacional.
- Não está tudo bem. O meu tom de conversa com a pergunta foi sobre o jogo, do ambiente. Se a gente for falar da larga escala dos jogos, estou extremamente indignado. Desculpem o termo, mas estou p... pra c... com os resultados. É inadmissível o Flamengo, do tamanho que é, estar em 10º colocado. Meu planejamento era ser campeão brasileiro. Acho que o que eu ressaltei foi a questão de ter jogado contra o Corinthians, uma equipe que vem há sete, oito anos jogando juntos. Nos comportamos muito bem, e a expectativa de todos era que tomássemos uma goleada. Ressaltei ter jogado no mesmo nível contra uma equipe muito mais ajustada que a nossa e os números comprovam isso. Não está tudo bem - desabafou o defensor.
Nas últimas sete rodadas, foram seis derrotas. Com isso, o Flamengo, que estava no G-4, caiu para a décima posição, com 44 pontos. Está a seis pontos do Santos, quarto colocado. No domingo, a equipe enfrenta o Grêmio, terceiro, em Porto Alegre. Para o capitão, o momento é de falar pouco, evitar o tema Libertadores e fundamentalmente vencer.
- O primeiro ponto é: estamos a seis pontos do G-4, é difícil, temos que ser realistas, mas dá para pensar em G-5, porque têm duas equipes lutando pela Copa do Brasil, mas precisamos voltar a vencer. Segundo ponto é encostar no pelotão, mas o mais importante é pensar jogo a jogo e ver o que o campeonato vai apresentar pra gente. Não tem muito o que se falar, é preciso pensar em todas a formas de se vencer o Grêmio. Estou sendo realista. Não dá para fazer prognóstico. É ganhar do Grêmio e ver o que a tabela oferece. O que tenho de falar é que temos de pensar jogo a jogo. Não posso falar em G-4 agora. É lamentável a gente estar nessa situação - prosseguiu Wallace.
O defensor pede para que, mesmo com o Flamengo matematicamente inserido na briga por vagas na Libertadores, a diretoria já comece a planejar a próxima temporada. E vai além: espera a contratação de jogadores que entendam o espírito rubro-negro.
- Espero que o Flamengo possa seguir se reestruturando, que a gente possa ter uma equipe muito mais forte em 2016. Flamengo é diferente de todas as equipes. Sei disso, porque já joguei no Corinthians. Há uma diferença de contratar craque para o Flamengo e para o Corinthians. Aqui não basta o cara ser craque. Tem que ter personalidade forte. Espero que o Flamengo monte elenco com atletas que, além de bons jogadores, sejam muito mais sabedores do que é o Flamengo. E olha que tô dizendo que esse elenco não tenha não. Precisamos de elenco forte.
Confira outros pontos abordados por Wallace:
Entrega total de Wallace ao Flamengo
Vou ser sincero, velho: parece narcisismo da minha parte, mas talvez não tenha ninguém que tenha se doado ao Flamengo mais do que eu. Talvez tenha feito muito mal pra minha saúde, porque sou visceral demais. Vivo Flamengo quase que 100% do meu dia. Atrapalha até meu casamento o fato de eu me entregar muito. Se está dando 100%, pode dar 110%. Como capitão, o que tenho de falar, tenho feito. Tem quem goste e tem quem não goste. Talvez devido ao meu comportamento tenha incomodado algumas pessoas.
Análise jogo a jogo das derrotas
Assisti todos os jogos. A partir do momento que ganhou seis vitórias, criou-se uma euforia, o que é natural. Acho que perdemos contra o Coritiba, porque estávamos muito eufóricos. Com 12 minutos, eles tinham criado várias oportunidades. Depois, contra o Atlético-MG, saímos no 1 a 1, depois teve o 2 a 1. O resultado (de 4 a 1) foi inadmissível, mas a equipe fez bom primeiro tempo. Do Joinville ganhamos o jogo e fizemos uma partida equilibrada. Contra o Figueirense fizemos bom primeiro tempo e no segundo tempo fizemos um jogo muito ruim. Contra o Inter jogou melhor, mas levou um gol. Contra o Corinthians, perdemos. Falta um pouco de equilíbrio.
Pedido de mais tranquilidade
Se a gente tivesse um pouco mais de sapiência, teria perdido menos e empatado mais. Fomos extremamente ofensivos, e se você não for ofensivo, o torcedor do Flamengo cai de pau.
Problemas no ambiente
Não tem problema no ambiente. Têm coisas que eu não posso falar. Estou sendo bem sincero, não tem problema no vestiário. Outras vezes já falei que o fato de sermos muito amigos já trouxe problemas para nós. Talvez pelo fato de os resultados não estarem acontecendo, as pessoas criam factoides. O comportamento que estamos tendo não é de Flamengo e todos têm que saber disso. Se não souber disso, não têm capacidade para estar aqui.
Derrotas em excesso
Conseguimos contratações de referências, como a questão de Emerson e Guerrero. A oscilação é normal, mas a gente não esperava perder tanto. Perder seis jogos é inadmissível. Quase que inexplicável. Questão de o time ter se formado... Remanescente do início do ano de quem estava jogando acho que só tem três. Tem a questão da tensão, do cuidado, um pouco mais de refazer algumas bolas.
Por que o Flamengo tem dificuldade virar jogos?
Parte psicológica vai de cada um. Eu infelizmente não tenho como falar de 25 cabeças. São 25 pensamentos distintos. Questão de virar jogo ou não. Sofremos muito mais viradas, contra Figueirense, Vasco... O que faltou foi ter mentalidade mais forte e usar a questão da camisa do Flamengo ao nosso favor. Deixamos muito de lado isso. No quarto jogo da sequência todo mundo vinha morrendo de medo. O Coritiba foi jogar de forma muita cuidadosa, porque o Flamengo, quando, vem ganhando três, quatro jogos, a camisa leva o time. Deixamos a desejar um tanto nessa parte de saber assimilar as coisas. Não é fácil.
globo.com
Nilton prevê Goiás pressionado após 5 derrotas: "Temos que tirar proveito"
Rival do Inter no domingo, às 19h30, Esmeraldino figura na degola do Brasileirão em meio à série negativa; equipes se enfrentam no Serra Dourada pela 33ª rodada
De olho no G-4, o Inter encontrará um Goiás com a mesma ambição por pontos nesta reta final de Brasileirão, mas com uma missão bem mais ingrata. Se os colorados projetam triunfos para alcançar a sonhada vaga na Libertadores, o Esmeraldino vive sob desespero para tentar escapar do rebaixamento. Uma condição que os jogadores do Inter querem tirar proveito no próximo domingo, às 19h30, no Serra Dourada, em jogo válido pela 33ª rodada.
A sede por triunfos dos goianos não diz respeito apenas à posição desconfortável na tabela - a equipe figura na 18ª colocação, com 31 pontos, a três do Avaí, último time fora do Z-4. O Goiás chega ao confronto com pressão redobrada, após cinco derrotas consecutivas no Nacional.
- Eles tiveram um resultado negativo contra o Cruzeiro. Temos que tirar proveito. Estão pressionados. Temos que empregar um ritmo forte. Estamos conseguindo levar a união do vestiário para dentro de campo. Estamos brigando aí. Faltam seis jogos. Vamos lutar até o último para poder entrar no G-4 e não sair mais. Até porque nosso trabalho está direcionado para esse caminho - aposta Nilton, em entrevista coletiva após o treino desta terça-feira.
O volante aposta ainda em uma de suas virtudes, os chutes de longa distância, como uma das vias para sair do Serra Dourada com um resultado positivo. De acordo com o jogador, é preciso aproveitar todas as brechas possíveis na defesa rival para arriscar a gol.
- É um quesito que o Argel trabalha muito. Os chutes de média e longa distância. Nós vamos encontrar equipes muito fechadas, acho que nesses dois últimos jogos, pelo menos, eu finalizei com mais frequência. Nossa equipe é muito técnica, às vezes a gente chega com mais força pelas alas, com Ernando e William. É um dos nossos pontos forte. Isso é uma coisa que temos. Quando a gente tem uma dúvida entre dar o passe ou chutar, a gente prefere servir o companheiro ou fazer a movimentação. É um ponto forte que o professor Argel pede. Não vamos deixar de estar sempre finalizando - afirma o volante.
O Colorado volta aos trabalhos na quarta-feira pela manhã. No domingo, às 19h30, encara o Goiás no Serra Dourada, pela 33ª rodada do Brasileirão.
globo.com
Após 15 anos, Sport tenta conquistar a quarta vitória consecutiva na Série A
Última vez que o Rubro-negro conseguiu vencer quatro adversários de forma interrupta na competição foi durante a disputa da Copa João Havelange, em 2000
Não há dúvidas que a fase do Sport é boa. Foram três vitórias consecutivas, contra Avaí, Atlético-MG e Palmeiras - esta, a primeira fora de casa. Mas, se bater o São Paulo, adversário deste sábado, o Leão conseguirá repetir um feito que não alcança há seis edições de Série A: vencer quatro jogos seguidos. A última vez que os rubro-negros fizeram isso foi há 15 anos, durante a disputa da Copa João Havelange.
Naquele ano, o Sport conseguiu engatar a série de quatro vitórias seguidas duas vezes: primeiro contra Fluminense, Santa Cruz, Gama e Flamengo. Depois repetiu a dose contra América-MG, Atlético-MG e duas vezes contra o Remo (já pelas oitavas de final).
O time que tinha figuras como o goleiro Bosco, o zagueiro Sandro Blum, o lateral-esquerdo Dutra e os atacantes Leonardo e Taílson foi vice-líder do módulo azul (na primeira fase). Mas caiu nas quartas de final diante do Grêmio - o primeiro jogo teve vitória dos gaúchos por 2 a 1 e, na volta, empate de 1 a 1 no Recife.
De lá para cá, o Sport jogou seis edições de Série A (2001, 2007, 2008, 2009, 2012 e 2014). Esta é a sétima. No máximo, o Leão só conseguiu emplacar três vitórias consecutivas em 2008, 2014 e na atual.
Naquele ano, o Sport conseguiu engatar a série de quatro vitórias seguidas duas vezes: primeiro contra Fluminense, Santa Cruz, Gama e Flamengo. Depois repetiu a dose contra América-MG, Atlético-MG e duas vezes contra o Remo (já pelas oitavas de final).
O time que tinha figuras como o goleiro Bosco, o zagueiro Sandro Blum, o lateral-esquerdo Dutra e os atacantes Leonardo e Taílson foi vice-líder do módulo azul (na primeira fase). Mas caiu nas quartas de final diante do Grêmio - o primeiro jogo teve vitória dos gaúchos por 2 a 1 e, na volta, empate de 1 a 1 no Recife.
De lá para cá, o Sport jogou seis edições de Série A (2001, 2007, 2008, 2009, 2012 e 2014). Esta é a sétima. No máximo, o Leão só conseguiu emplacar três vitórias consecutivas em 2008, 2014 e na atual.
globo.com
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