ANÁLISE
Quanto pesa um «arraso» num clássico? Fizemos as contas
Passámos em revista os últimos 30 anos. Encontrámos números surpreendentes
O que tem o percurso de Rui Vitória como treinador em comum com os de Bobby Robson, António Oliveira, Carlos Carvalhal, Carlos Queiroz, Fernando Santos, Augusto Inácio, Marco Silva, Jesualdo Ferreira, Toni ou Jorge Jesus, entre muitos outros? Bem, a partir do último domingo, o técnico do Benfica passou a integrar o grupo dos que já sofreram derrotas pesadas em clássicos, por três golos de diferença, ou mais.
Definindo por clássico todas as combinações de jogos entre Benfica, Sporting e FC Porto, fomos olhar ao que aconteceu nas últimas 30 épocas. O objetivo: tentar perceber alguma coisa do impacto que um resultado tão negativo tem sobre as carreiras da equipa e do treinador que o sofrem.
As contas são estas: além do dérbi do passado domingo, houve mais 25 clássicos, de 1986 para cá, que terminaram com três golos de diferença ou mais. Desses, 16 foram para a Liga e nove para provas a eliminar – Taça, Taça da Liga e Supertaça, com três cada.
Mortimore e Inácio, exceções à regra dos três golos
A primeira constatação não surpreende: é muito raro que uma equipa acabe por conquistar o campeonato depois de sofrer uma derrota tão pesada. Mas há exceções, claro: a mais famosa de todas, aconteceu na temporada 1986/87, quando o Benfica, depois de perder 7-1 (!) em Alvalade embalou para a conquista do título e da Taça, graças a uma sequência de 23 jogos sem derrota, no terreno. O treinador era John Mortimore, mas não teve direito a happy end já que acabou por ser dispensado, mesmo com a dobradinha.
A outra exceção notável à regra dos três golos foi protagonizada pelo Sporting, em 1999/2000. Então comandados por Augusto Inácio, que tinha sucedido ao italiano Materazzi, os leões viviam ainda um início de época atribulado. A derrota por 3-0 nas Antas, diante do FC Porto, à 9ª jornada, em outubro, parecia deixá-los fora do título, em sexto lugar a cinco pontos do líder. Mas esse foi o ponto de viragem: a partir daí a equipa esteve 28 jogos sem perder e acabou por conquistar o título, ao fim de 18 anos de jejum.
Houve mais três casos em que o campeão sofreu derrotas pesadas em clássicos, nesse ano, mas foram situações especiais: em 2008/09, o FC Porto, comandado por Jesualdo Ferreira, perdeu por 4-1 em Alvalade, para a Taça da Liga, em fevereiro. Mas essa era uma competição assumidamente desvalorizada pela estrutura portista: em Alvalade, jogou um onze à base de suplentes, e nessa época o FC Porto acabou por conseguir a dobradinha – e Jesualdo continuou no cargo por mais um ano.
Em 1997/98, o FC Porto foi batido por 3-0 na Luz, para a Liga, mas numa altura em que já era matematicamente campeão, a duas jornadas do fim. O técnico António Oliveira viria a sair nesse verão, também com a dobradinha conquistada. Por fim, no final da época 1995/96, e já com o título conquistado, o FC Porto de Bobby Robson foi batido pelo Sporting (3-0) na decisão da Supertaça. O técnico inglês já estava de saída para Barcelona.
O caso JJ: sucesso resistiu a um 5-0 no Dragão
Excluindo esses cinco casos, sobram outros 20 em que a equipa derrotada não conseguiu inverter a tendência negativa simbolizada por uma derrota pesada. Jorge Jesus que o diga: ele, que no domingo impôs ao Benfica um dos maiores desaires caseiros na história dos dérbis, sobreviveu no cargo a um devastador 5-0 no Dragão – um jogo que condenou o Benfica a uma época 2010/11 de insucesso. Mas como esse jogo veio no seguimento da conquista do título, esse lastro de confiança permitiu-lhe bater um recorde de estabilidade: depois da goleada, Jorge Jesus ainda permaneceu no banco do Benfica mais quatro anos e meio, acabando por conquistar os títulos que se sabem.
Mas, uma vez mais, essa é exceção: dos 25 casos de derrota pesadas nos últimos 30 anos, só 11 vezes os treinadores que as sofreram começaram a época seguinte. No pólo oposto, é verdade que apenas uma vez a derrota provocou diretamente a saída do cargo – aconteceu com Augusto Inácio depois dos 3-0 diante do Benfica, em 2000/01, num processo rocambolesco que envolveu também a saída simultânea do Benfica do técnico vencedor, José Mourinho.
Outra ideia importante: nem sempre a equipa consegue reagir da melhor forma – só em menos metade dos casos (12, mais precisamente) depois da derrota a doer a equipa conseguiu responder com uma vitória no jogo seguinte. Um dado especialmente importante para Rui Vitória, dado o difícil ciclo de jogos que espera o Benfica no próximo mês (Tondela, Galatasaray, Boavista e… Sporting).
Atenção: quem arrasa em clássicos nem sempre é feliz
Vendo o filme pelo lado oposto, o que significa uma vitória robusta num clássico para as equipas que a conseguem? Pois aqui os números surpreendem já que, nos últimos 30 anos, apenas em oito ocasiões um arraso ao rival num clássicos resultou na conquista do título. Jorge Jesus viveu a experiência dos dois lados da barricada: a vitória por 3-0 na Taça da Liga, sobre o FC Porto de Jesualdo Ferreira, em 2010, prenunciou a conquista do título pelos encarnados. Oito meses mais tarde, a derrota destes por 5-0, no Dragão, anunciou aos adeptos a temporada de sucesso absoluto do FC Porto de André Villas-Boas.
Da mesma forma, a vitória de 4-1 do FC Porto, de Mourinho, sobre o Sporting, de Fernando Santos, embalou os dragões para uma histórica temporada 2003/04, que culminou com a conquista do título e da Liga dos Campeões. E, dez anos antes, o Benfica, com Toni ao comando, tinha conseguido na Luz uma das vitórias mais emblemáticas da história dos dérbis, que não só entrou para a história graças à magia de João Pinto como fez com que o título de campeão em 1994 mudasse de lado na segunda circular.
Todos os clássicos «de três golos», de 1986 para cá
Benfica-Sporting, 0-3 (Liga, outubro de 2015)
Vencedor: Jorge Jesus
Vencido: Rui Vitória
FC Porto-Sporting, 3-0 (Liga, março de 2015)
Vencedor: Lopetegui
Vencido: Marco Silva
FC Porto-Benfica, 5-0 (Liga, novembro de 2010) *
Vencedor: André Villas-Boas
Vencido: Jorge Jesus
Benfica-FC Porto, 3-0 (Taça da Liga, março de 2010) *
Vencedor: Jorge Jesus
Vencido: Jesualdo Ferreira
Sporting-FC Porto, 3-0 (Liga, fevereiro de 2010)
Vencedor: Carlos Carvalhal
Vencido: Jesualdo Ferreira
Sporting-Benfica, 1-4 (Taça da Liga, fevereiro de 2010) *
Vencedor: Jorge Jesus
Vencido: Carlos Carvalhal
FC Porto-Sporting, 5-2 (Taça, fevereiro de 2010)
Vencedor: Jesualdo Ferreira
Vencido: Carlos Carvalhal
Sporting-FC Porto, 4-1 (Taça da Liga, Fevereiro 2009) **
Vencedor: Paulo Bento
Vencido: Jesualdo Ferreira
FC Porto-Sporting, 3-0 (Liga, novembro de 2004)
Vencedor: Victor Fernández
Vencido: José Peseiro
FC Porto-Sporting, 4-1 (Liga, setembro de 2003) *
Vencedor: José Mourinho
Vencido: Fernando Santos
Sporting-Benfica, 3-0 (Liga, abril de 2001)
Vencedor: Manuel Fernandes
Vencido: Toni
FC Porto-Benfica, 4-0 (Taça, janeiro 2001)
Vencedor: Fernando Santos
Vencido: Toni
Benfica-Sporting, 3-0 (Liga, dezembro de 2000)
Vencedor: José Mourinho
Vencido: Augusto Inácio
FC Porto-Sporting, 3-0 (Liga, outubro de 1999) **
Vencedor: Fernando Santos
Vencido: Augusto Inácio
Benfica-FC Porto, 3-0 (Liga, maio de 1998) **
Vencedor: Graeme Souness
Vencido: António Oliveira
Sporting-Benfica, 1-4 (Liga, fevereiro de 1998)
Vencedor: Graeme Souness
Vencido: Carlos Manuel
Benfica-FC Porto, 0-5 (Supertaça, setembro de 1996) *
Vencedor: António Oliveira
Vencido: Paulo Autuori
Sporting-FC Porto, 3-0 (Supertaça, abril de 1996) **
Vencedor: Octávio Machado
Vencido: Bobby Robson
FC Porto-Benfica, 3-0 (Liga, novembro 1995) *
Vencedor: Bobby Robson
Vencido: Mário Wilson
Sporting-Benfica, 3-6 (Liga, maio de 1994) *
Vencedor: Toni
Vencido: Carlos Queiroz
FC Porto-Sporting, 3-0 (Liga, maio de 1989)
Vencedor: Artur Jorge
Vencido: Manuel José
FC Porto-Benfica, 3-0 (Liga, junho de 1988) *
Vencedor: Tomislav Ivic
Vencido: Toni
Benfica-Sporting, 4-1 (Liga, março de 1988)
Vencedor: Toni
Vencido: António Morais
Benfica-Sporting, 0-3 (Supertaça, dezembro de 1987)
Vencedor: Keith Burkinshaw
Vencido: Toni
Sporting-Benfica, 7-1 (Liga, dezembro de 1986) **
Vencedor: Manuel José
Vencido: John Mortimore
Benfica-Sporting, 5-0 (Taça, março de 1986)
Vencedor: John Mortimore
Vencido: Manuel José
* A equipa vencedora foi campeã nesse ano
** A equipa perdedora foi campeã nesse ano
Definindo por clássico todas as combinações de jogos entre Benfica, Sporting e FC Porto, fomos olhar ao que aconteceu nas últimas 30 épocas. O objetivo: tentar perceber alguma coisa do impacto que um resultado tão negativo tem sobre as carreiras da equipa e do treinador que o sofrem.
As contas são estas: além do dérbi do passado domingo, houve mais 25 clássicos, de 1986 para cá, que terminaram com três golos de diferença ou mais. Desses, 16 foram para a Liga e nove para provas a eliminar – Taça, Taça da Liga e Supertaça, com três cada.
Mortimore e Inácio, exceções à regra dos três golos
A primeira constatação não surpreende: é muito raro que uma equipa acabe por conquistar o campeonato depois de sofrer uma derrota tão pesada. Mas há exceções, claro: a mais famosa de todas, aconteceu na temporada 1986/87, quando o Benfica, depois de perder 7-1 (!) em Alvalade embalou para a conquista do título e da Taça, graças a uma sequência de 23 jogos sem derrota, no terreno. O treinador era John Mortimore, mas não teve direito a happy end já que acabou por ser dispensado, mesmo com a dobradinha.
A outra exceção notável à regra dos três golos foi protagonizada pelo Sporting, em 1999/2000. Então comandados por Augusto Inácio, que tinha sucedido ao italiano Materazzi, os leões viviam ainda um início de época atribulado. A derrota por 3-0 nas Antas, diante do FC Porto, à 9ª jornada, em outubro, parecia deixá-los fora do título, em sexto lugar a cinco pontos do líder. Mas esse foi o ponto de viragem: a partir daí a equipa esteve 28 jogos sem perder e acabou por conquistar o título, ao fim de 18 anos de jejum.
Houve mais três casos em que o campeão sofreu derrotas pesadas em clássicos, nesse ano, mas foram situações especiais: em 2008/09, o FC Porto, comandado por Jesualdo Ferreira, perdeu por 4-1 em Alvalade, para a Taça da Liga, em fevereiro. Mas essa era uma competição assumidamente desvalorizada pela estrutura portista: em Alvalade, jogou um onze à base de suplentes, e nessa época o FC Porto acabou por conseguir a dobradinha – e Jesualdo continuou no cargo por mais um ano.
Em 1997/98, o FC Porto foi batido por 3-0 na Luz, para a Liga, mas numa altura em que já era matematicamente campeão, a duas jornadas do fim. O técnico António Oliveira viria a sair nesse verão, também com a dobradinha conquistada. Por fim, no final da época 1995/96, e já com o título conquistado, o FC Porto de Bobby Robson foi batido pelo Sporting (3-0) na decisão da Supertaça. O técnico inglês já estava de saída para Barcelona.
O caso JJ: sucesso resistiu a um 5-0 no Dragão
Excluindo esses cinco casos, sobram outros 20 em que a equipa derrotada não conseguiu inverter a tendência negativa simbolizada por uma derrota pesada. Jorge Jesus que o diga: ele, que no domingo impôs ao Benfica um dos maiores desaires caseiros na história dos dérbis, sobreviveu no cargo a um devastador 5-0 no Dragão – um jogo que condenou o Benfica a uma época 2010/11 de insucesso. Mas como esse jogo veio no seguimento da conquista do título, esse lastro de confiança permitiu-lhe bater um recorde de estabilidade: depois da goleada, Jorge Jesus ainda permaneceu no banco do Benfica mais quatro anos e meio, acabando por conquistar os títulos que se sabem.
Mas, uma vez mais, essa é exceção: dos 25 casos de derrota pesadas nos últimos 30 anos, só 11 vezes os treinadores que as sofreram começaram a época seguinte. No pólo oposto, é verdade que apenas uma vez a derrota provocou diretamente a saída do cargo – aconteceu com Augusto Inácio depois dos 3-0 diante do Benfica, em 2000/01, num processo rocambolesco que envolveu também a saída simultânea do Benfica do técnico vencedor, José Mourinho.
Outra ideia importante: nem sempre a equipa consegue reagir da melhor forma – só em menos metade dos casos (12, mais precisamente) depois da derrota a doer a equipa conseguiu responder com uma vitória no jogo seguinte. Um dado especialmente importante para Rui Vitória, dado o difícil ciclo de jogos que espera o Benfica no próximo mês (Tondela, Galatasaray, Boavista e… Sporting).
Atenção: quem arrasa em clássicos nem sempre é feliz
Vendo o filme pelo lado oposto, o que significa uma vitória robusta num clássico para as equipas que a conseguem? Pois aqui os números surpreendem já que, nos últimos 30 anos, apenas em oito ocasiões um arraso ao rival num clássicos resultou na conquista do título. Jorge Jesus viveu a experiência dos dois lados da barricada: a vitória por 3-0 na Taça da Liga, sobre o FC Porto de Jesualdo Ferreira, em 2010, prenunciou a conquista do título pelos encarnados. Oito meses mais tarde, a derrota destes por 5-0, no Dragão, anunciou aos adeptos a temporada de sucesso absoluto do FC Porto de André Villas-Boas.
Da mesma forma, a vitória de 4-1 do FC Porto, de Mourinho, sobre o Sporting, de Fernando Santos, embalou os dragões para uma histórica temporada 2003/04, que culminou com a conquista do título e da Liga dos Campeões. E, dez anos antes, o Benfica, com Toni ao comando, tinha conseguido na Luz uma das vitórias mais emblemáticas da história dos dérbis, que não só entrou para a história graças à magia de João Pinto como fez com que o título de campeão em 1994 mudasse de lado na segunda circular.
Todos os clássicos «de três golos», de 1986 para cá
Benfica-Sporting, 0-3 (Liga, outubro de 2015)
Vencedor: Jorge Jesus
Vencido: Rui Vitória
FC Porto-Sporting, 3-0 (Liga, março de 2015)
Vencedor: Lopetegui
Vencido: Marco Silva
FC Porto-Benfica, 5-0 (Liga, novembro de 2010) *
Vencedor: André Villas-Boas
Vencido: Jorge Jesus
Benfica-FC Porto, 3-0 (Taça da Liga, março de 2010) *
Vencedor: Jorge Jesus
Vencido: Jesualdo Ferreira
Sporting-FC Porto, 3-0 (Liga, fevereiro de 2010)
Vencedor: Carlos Carvalhal
Vencido: Jesualdo Ferreira
Sporting-Benfica, 1-4 (Taça da Liga, fevereiro de 2010) *
Vencedor: Jorge Jesus
Vencido: Carlos Carvalhal
FC Porto-Sporting, 5-2 (Taça, fevereiro de 2010)
Vencedor: Jesualdo Ferreira
Vencido: Carlos Carvalhal
Sporting-FC Porto, 4-1 (Taça da Liga, Fevereiro 2009) **
Vencedor: Paulo Bento
Vencido: Jesualdo Ferreira
FC Porto-Sporting, 3-0 (Liga, novembro de 2004)
Vencedor: Victor Fernández
Vencido: José Peseiro
FC Porto-Sporting, 4-1 (Liga, setembro de 2003) *
Vencedor: José Mourinho
Vencido: Fernando Santos
Sporting-Benfica, 3-0 (Liga, abril de 2001)
Vencedor: Manuel Fernandes
Vencido: Toni
FC Porto-Benfica, 4-0 (Taça, janeiro 2001)
Vencedor: Fernando Santos
Vencido: Toni
Benfica-Sporting, 3-0 (Liga, dezembro de 2000)
Vencedor: José Mourinho
Vencido: Augusto Inácio
FC Porto-Sporting, 3-0 (Liga, outubro de 1999) **
Vencedor: Fernando Santos
Vencido: Augusto Inácio
Benfica-FC Porto, 3-0 (Liga, maio de 1998) **
Vencedor: Graeme Souness
Vencido: António Oliveira
Sporting-Benfica, 1-4 (Liga, fevereiro de 1998)
Vencedor: Graeme Souness
Vencido: Carlos Manuel
Benfica-FC Porto, 0-5 (Supertaça, setembro de 1996) *
Vencedor: António Oliveira
Vencido: Paulo Autuori
Sporting-FC Porto, 3-0 (Supertaça, abril de 1996) **
Vencedor: Octávio Machado
Vencido: Bobby Robson
FC Porto-Benfica, 3-0 (Liga, novembro 1995) *
Vencedor: Bobby Robson
Vencido: Mário Wilson
Sporting-Benfica, 3-6 (Liga, maio de 1994) *
Vencedor: Toni
Vencido: Carlos Queiroz
FC Porto-Sporting, 3-0 (Liga, maio de 1989)
Vencedor: Artur Jorge
Vencido: Manuel José
FC Porto-Benfica, 3-0 (Liga, junho de 1988) *
Vencedor: Tomislav Ivic
Vencido: Toni
Benfica-Sporting, 4-1 (Liga, março de 1988)
Vencedor: Toni
Vencido: António Morais
Benfica-Sporting, 0-3 (Supertaça, dezembro de 1987)
Vencedor: Keith Burkinshaw
Vencido: Toni
Sporting-Benfica, 7-1 (Liga, dezembro de 1986) **
Vencedor: Manuel José
Vencido: John Mortimore
Benfica-Sporting, 5-0 (Taça, março de 1986)
Vencedor: John Mortimore
Vencido: Manuel José
* A equipa vencedora foi campeã nesse ano
** A equipa perdedora foi campeã nesse ano
Médio tem lesão muscular na face posterior da coxa esquerda, enquanto defesa brasileiro fez tratamento a mialgia na coxa direita
Aquilani e Naldo podem desfalcar o Sporting para a partida de sábado que vem com o Estoril, a contar para a 9.ª jornada da Liga. Os dois jogadores vão ser reavaliados diariamente até ao dia do jogo.
O médio italiano terminou o jogo com o Benfica em dificuldades e tal como o Maisfutebol avançou nesta segunda-feira, a lesão muscular na face posterior da coxa esquerda não é grave.
Já Naldo não treinou esta terça-feira, no regresso aos trabalhos da equipa de Jorge Jesus após o jogo da Luz. O defesa brasileiro tem uma mialgia na coxa direita e esteve em tratamento.
Quem também não participou na sessão desta terça-feira foi Adrien Silva, devido a uma gastroenterite que não deve impedi-lo de regressar aos trabalhos já na quarta-feira.
O médio italiano terminou o jogo com o Benfica em dificuldades e tal como o Maisfutebol avançou nesta segunda-feira, a lesão muscular na face posterior da coxa esquerda não é grave.
Já Naldo não treinou esta terça-feira, no regresso aos trabalhos da equipa de Jorge Jesus após o jogo da Luz. O defesa brasileiro tem uma mialgia na coxa direita e esteve em tratamento.
Quem também não participou na sessão desta terça-feira foi Adrien Silva, devido a uma gastroenterite que não deve impedi-lo de regressar aos trabalhos já na quarta-feira.
Taça da Liga: «grandes» conhecem adversários nesta quarta-feira
Terceira fase marca entrada de Benfica, FC Porto Sporting e Sp. Braga em prova. Sorteio marcado para as 12h00
O sorteio da 3.ª fase da Taça da Liga realiza-se nesta quarta-feira às 12h00.
Nesta fase da prova já vão marcar presença os quatros primeiros classificados da época passada. Por ordem: Benfica, FC Porto, Sporting e Sp. Braga, que se juntam aos restantes 12 clubes (sete da Liga e cinco da II Liga).
A saber: Marítimo, Paços Ferreira, Belenenses, Nacional, Rio Ave, Arouca e Moreirense (Liga); Famalicão, Oriental Lisboa, Leixões, Portimonense e Feirense (II Liga).
Os 16 clubes presentes vão ser emparelhados em quatro grupos (A, B, C e D) e serão disputadas três jornadas nas seguintes dadas:
1.ª jornada: 29 e 30 de dezembro
2.ª jornada: 19, 20 e 21 de janeiro
3.ª jornada: 26, 27 e 28 de janeiro
Refira-se que Benfica, FC Porto, Sporting e Sp. Braga não vão poder defrontar-se na fase de grupos, por estarem todos colocados no mesmo pote.
Apuram-se para as meias-finais os quatro primeiros classificados de cada grupo.
Regulamento do sorteio da 3.ª fase:
POTE 1: os clubes da Liga NOS classificados entre o primeiro e o quarto lugar na época anterior;
POTE 2: os 4 clubes apurados na 2ª Fase melhor classificados nos respetivos campeonatos na época anterior, preferindo os que então estavam na Liga NOS;
POTE 3: os 4 clubes apurados na 2ª Fase melhor classificados nos respetivos Campeonatos na época anterior a seguir aos clubes integrantes do Pote 2, preferindo os que então estavam na Liga NOS;
POTE 4: os restantes quatro clubes apurados na 2ª Fase.
Nesta fase da prova já vão marcar presença os quatros primeiros classificados da época passada. Por ordem: Benfica, FC Porto, Sporting e Sp. Braga, que se juntam aos restantes 12 clubes (sete da Liga e cinco da II Liga).
A saber: Marítimo, Paços Ferreira, Belenenses, Nacional, Rio Ave, Arouca e Moreirense (Liga); Famalicão, Oriental Lisboa, Leixões, Portimonense e Feirense (II Liga).
Os 16 clubes presentes vão ser emparelhados em quatro grupos (A, B, C e D) e serão disputadas três jornadas nas seguintes dadas:
1.ª jornada: 29 e 30 de dezembro
2.ª jornada: 19, 20 e 21 de janeiro
3.ª jornada: 26, 27 e 28 de janeiro
Refira-se que Benfica, FC Porto, Sporting e Sp. Braga não vão poder defrontar-se na fase de grupos, por estarem todos colocados no mesmo pote.
Apuram-se para as meias-finais os quatro primeiros classificados de cada grupo.
Regulamento do sorteio da 3.ª fase:
POTE 1: os clubes da Liga NOS classificados entre o primeiro e o quarto lugar na época anterior;
POTE 2: os 4 clubes apurados na 2ª Fase melhor classificados nos respetivos campeonatos na época anterior, preferindo os que então estavam na Liga NOS;
POTE 3: os 4 clubes apurados na 2ª Fase melhor classificados nos respetivos Campeonatos na época anterior a seguir aos clubes integrantes do Pote 2, preferindo os que então estavam na Liga NOS;
POTE 4: os restantes quatro clubes apurados na 2ª Fase.
Adrien Silva, suspenso, falha receção do Sporting ao Estoril
Adrien Silva, do Sporting, é o único jogador de um dos clubes ‘grandes’ da I Liga portuguesa de futebol castigado com um jogo de suspensão, por ter visto o quinto cartão amarelo no dérbi do estádio da Luz, na oitava jornada.
O mapa de castigos hoje divulgado pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) confirmou que o médio 'leonino' falha a receção ao Estoril Praia do próximo sábado, na nona jornada.
O Benfica-Sporting e o FC Porto-Sporting de Braga de domingo passado não originaram mais jogos de suspensão a jogadores, mas os quatro clubes voltaram a ser punidos com multas por causa do comportamento dos adeptos.
O CD castigou dez jogadores, sendo o Vitória de Guimarães o mais penalizado, já que perde por uma jornada Alex e Moreno.
Os vimarenenses estão também em destaque pela negativa na II Liga, com os dois jogos aplicados a Correia, da equipa B.
Os castigos da II Liga, com 20 jogadores suspensos, referem-se a jogos das jornadas 9.ª, 11.ª e 12.ª.
A nível de dirigentes, destaque para o mês de suspensão aplicado ao presidente do Arouca, Carlos Pinho.
Jamais desistiremos, porque somos o Benfica», Gonçalo Guedes
Derrotado no Estádio da Luz frente ao seu eterno rival Sporting (0-3), Gonçalo Guedes deixou esta terça-feira claro que o Benfica não baixará os braços perante a adversidade. O jovem jogador das águias acredita que a equipa tem que aprender a cair nestes momentos para voltar mais forte.
Jamais desistiremos, porque somos o Benfica», Gonçalo Guedes
Derrotado no Estádio da Luz frente ao seu eterno rival Sporting (0-3), Gonçalo Guedes deixou esta terça-feira claro que o Benfica não baixará os braços perante a adversidade. O jovem jogador das águias acredita que a equipa tem que aprender a cair nestes momentos para voltar mais forte.
«Ninguém é derrotado quando perde, mas sim quando desiste. E nós jamais desistiremos, porque nós somos o BENFICA! Vamos equipa, seguir juntos!», partilhou o jogador de 18 anos, numa mensagem publicada na sua página oficial no Facebook.
O jovem formado nas escolas do Benfica foi titular e substituído aos 77 minutos, dando o seu lugar ao grego Mitroglou.
Com este desaire, o Benfica desceu ao oitavo lugar da Liga NOS e, apesar de ter um jogo a menos, já tem oito pontos de atraso para o líder Sporting, que aproveitou o empate caseiro do FC Porto com o Sp. Braga (0-0) para se isolar na liderança da tabela classificativa.
À atenção do FC Porto: Dínamo Kiev segue em frente na Taça da Ucrânia
O Dínamo Kiev, adversário do FC Porto na Liga dos Campeões, apurou-se hoje para os quartos de final da Taça da Ucrânia de futebol após receber e golear o Obolon-Brovar, por 5-0, na segunda mão.
Depois do triunfo por 2-0 no primeiro duelo, a formação de Kiev voltou a bater o emblema da segunda divisão ucraniana, com destaque para um ‘bis’ de Garmash na primeira parte, aos cinco e 32 minutos, num jogo em que os portugueses Antunes e Miguel Veloso foram titulares.
Kulinich, com um autogolo, aos 66 minutos, Husyev, aos 69 e o polaco Teodorczyk, aos 80, construíram a goleada na segunda parte.
O Dínamo Kiev, que conquistou a Taça da Ucrânia nas duas últimas temporadas, visita o FC Porto na quinta jornada do Grupo G da Liga dos Campeões, depois de ter empatado 2-2 em casa com os 'dragões'.
9ª Jornada
| Data | Hora | Visitado | Visitante | ||
| 30-10-2015 | 20:30 | Tondela | - | Benfica | |
| 31-10-2015 | 16:15 | Sp. Braga | - | Belenenses | |
| 31-10-2015 | 18:30 | U. Madeira | - | FC Porto | |
| 31-10-2015 | 20:45 | Sporting | - | Estoril | |
| 01-11-2015 | 16:00 | V. Setúbal | - | Arouca | |
| 01-11-2015 | 16:00 | Académica | - | Moreirense | |
| 01-11-2015 | 16:00 | Rio Ave | - | Nacional | |
| 01-11-2015 | 19:15 | Boavista | - | Marítimo | |
| 02-11-2015 | 20:00 | Paços Ferreira | - | V. Guimarães |
Classificação
| Equipa | J | V | E | D | GM | GS | DG | P | DP | |
| 1 | Sporting | 8 | 6 | 2 | 0 | 17 | 5 | 12 | 20 | 0 |
| 2 | FC Porto | 8 | 5 | 3 | 0 | 16 | 4 | 12 | 18 | 2 |
| 3 | Rio Ave | 8 | 4 | 3 | 1 | 14 | 9 | 5 | 15 | 3 |
| 4 | Sp. Braga | 8 | 4 | 2 | 2 | 12 | 4 | 8 | 14 | 1 |
| 5 | Paços Ferreira | 8 | 4 | 2 | 2 | 9 | 9 | 0 | 14 | 0 |
| 6 | V. Setúbal | 8 | 3 | 4 | 1 | 16 | 12 | 4 | 13 | 1 |
| 7 | Estoril | 8 | 4 | 1 | 3 | 8 | 10 | -2 | 13 | 0 |
| 8 | Benfica | 7 | 4 | 0 | 3 | 16 | 7 | 9 | 12 | 1 |
| 9 | Arouca | 8 | 2 | 5 | 1 | 8 | 7 | 1 | 11 | 1 |
| 10 | Belenenses | 8 | 2 | 4 | 2 | 10 | 17 | -7 | 10 | 1 |
| 11 | Boavista | 8 | 2 | 3 | 3 | 5 | 8 | -3 | 9 | 1 |
| 12 | Nacional | 8 | 2 | 2 | 4 | 6 | 8 | -2 | 8 | 1 |
| 13 | Marítimo | 8 | 2 | 2 | 4 | 10 | 14 | -4 | 8 | 0 |
| 14 | V. Guimarães | 8 | 1 | 4 | 3 | 6 | 13 | -7 | 7 | 1 |
| 15 | U. Madeira | 7 | 1 | 3 | 3 | 3 | 5 | -2 | 6 | 1 |
| 16 | Tondela | 8 | 1 | 2 | 5 | 4 | 8 | -4 | 5 | 1 |
| 17 | Académica | 8 | 1 | 1 | 6 | 3 | 14 | -11 | 4 | 1 |
| 18 | Moreirense | 8 | 0 | 3 | 5 | 5 | 14 | -9 | 3 | 1 |
| Liga Campeões | |
| Liga Campeões (Play-off) | |
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