Atletas lamentaram sequência negativa do time antes da chegada de Dal Pozzo
O Náutico teve três momentos distintos na Série B de 2015. No primeiro, teve uma sequência de vitórias que o alçou ao topo da tabela. No segundo, uma queda vertiginosa de produção, que custou a vaga no G4 e o emprego do técnico Lisca. O terceiro momento, já com Gilmar Dal Pozzo, foi de recuperação na tabela, que, porém, não bastou para o time subir. De acordo com os atletas alvirrubros, foi justamente esse segundo momento, de oscilação, que acabou determinando o não acesso do Timbu.
“O que mais levou a essa situação foi termos passado um período turbulento, ruim e de muitos resultados negativos em sequência, principalmente fora de casa. E o Brasileiro, tanto da Série A quanto da B, tem que favorecer a equipe regular. Em algum momento, não foram regulares, e pagamos por isso”, disse o volante Fillipe Soutto.
O goleiro Rodolpho teve um discurso semelhante. “Começamos muito bem e tivemos uma média de acesso com o Gilmar, mas no meio da competição oscilamos. Passamos muitos jogos sem ganhar e perdendo todas fora. Acho que isso culminou com nossa não classificação”, colocou.
Para Rodolpho, o fator psicológico da equipe também teve influência. “Pesou muito a oscilação que tivemos no meio da competição. Foi do emocional da equipe. Tem muitos jogadores novos, então caiu rendimento naturalmente. A gente lamenta, porque sabe que chegou próximo. Se tivesse conquistado mais pontos na oscilação, tinha conquistado o acesso”, completou.
União?
Enquanto fazia projeções para o próximo ano, Rodolpho acabou cometendo uma gafe: falou da união política do Náutico, situação que havia mudado de figura algumas horas antes. “Tem que olhar para a frente. Após um insucesso, tem que se planejar o ano seguinte, e acho que é isso que a direção está fazendo com essa união de chapas. Espero que possam se unir e começar a trabalhar para o próximo ano.” Após ser corrigido, o goleiro voltou atrás e até brincou com a polêmica: “Quem sabe eu não lanço minha chapa também.”
“O que mais levou a essa situação foi termos passado um período turbulento, ruim e de muitos resultados negativos em sequência, principalmente fora de casa. E o Brasileiro, tanto da Série A quanto da B, tem que favorecer a equipe regular. Em algum momento, não foram regulares, e pagamos por isso”, disse o volante Fillipe Soutto.
O goleiro Rodolpho teve um discurso semelhante. “Começamos muito bem e tivemos uma média de acesso com o Gilmar, mas no meio da competição oscilamos. Passamos muitos jogos sem ganhar e perdendo todas fora. Acho que isso culminou com nossa não classificação”, colocou.
Para Rodolpho, o fator psicológico da equipe também teve influência. “Pesou muito a oscilação que tivemos no meio da competição. Foi do emocional da equipe. Tem muitos jogadores novos, então caiu rendimento naturalmente. A gente lamenta, porque sabe que chegou próximo. Se tivesse conquistado mais pontos na oscilação, tinha conquistado o acesso”, completou.
União?
Enquanto fazia projeções para o próximo ano, Rodolpho acabou cometendo uma gafe: falou da união política do Náutico, situação que havia mudado de figura algumas horas antes. “Tem que olhar para a frente. Após um insucesso, tem que se planejar o ano seguinte, e acho que é isso que a direção está fazendo com essa união de chapas. Espero que possam se unir e começar a trabalhar para o próximo ano.” Após ser corrigido, o goleiro voltou atrás e até brincou com a polêmica: “Quem sabe eu não lanço minha chapa também.”
superesportes
NÁUTICO
Sem contato do Náutico, empresário de Júlio César diz que futuro do goleiro está em aberto
Fabiano Gudjenian disse ter recebido ligações de outros clubes sobre goleiro
Capitão e uma das principais lideranças do Náutico em 2015, Júlio César vive dias de incerteza no clube. De acordo com seu empresário, Fabiano Gudjenian, a diretoria ainda não o contatou para falar a respeito de renovação de contrato. Com o vínculo se encerrando no final deste ano, o goleiro já afirmou ter o interesse de ficar. No entanto, o empresário diz já ter recebido sondagens de outros clubes. Caso o processo político do clube continue se arrastando, sua renovação pode acabar ficando complicada.
"Até agora não fui procurado. A diretoria já falou para Júlio que vai me ligar, mas até agora não ligaram. O interesse de ficar no Náutico ele tem, sim. Mas tem que ver isso ainda. Propostas de outros clubes no papel, nenhuma. Mas há bastante especulação. O pessoal liga para saber a situação dele, mas até agora nada", disse Gudjenian.
No Náutico desde a metade de 2014, quando veio do Corinthians, Júlio César disputou 83 partidas com a camisa alvirrubra. No ano passado, quando tratou da renovação para a temporada de 2015 com o Timbu, acertou-se que seu salário seria pago por um dos patrocinadores do clube, a Turquesa.
"Até agora não fui procurado. A diretoria já falou para Júlio que vai me ligar, mas até agora não ligaram. O interesse de ficar no Náutico ele tem, sim. Mas tem que ver isso ainda. Propostas de outros clubes no papel, nenhuma. Mas há bastante especulação. O pessoal liga para saber a situação dele, mas até agora nada", disse Gudjenian.
No Náutico desde a metade de 2014, quando veio do Corinthians, Júlio César disputou 83 partidas com a camisa alvirrubra. No ano passado, quando tratou da renovação para a temporada de 2015 com o Timbu, acertou-se que seu salário seria pago por um dos patrocinadores do clube, a Turquesa.
superesportes
Depois de vencer o Bahia e perder a chance de conseguir o acesso na última rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, o elenco do Náutico se reapresentou, nesta quarta-feira (25), no CT Wilson Campos. O técnico Gilmar Dal Pozzo não vai poder contar contar com mais dois atletas além do volante Jackson Caucaia e o meia Dakson que estão suspensos pelo terceiro cartão amarelo.
O volante William Magrão, com dores no joelho direito e o goleiro Júlio César, que levou uma pancada também no joelho direito no duelo contra os baianos são os novos desfalques da equipe. Com as baixas, o treinador alvirrubro deve colocar Marino e Fillipe Soutto na cabeça de área, Dakson não estava entre os titulares e Rodolpho assume a titularidade na barra.
O goleiro formado nas categorias de base do clube e reserva imediato, só atuou em uma partida na sua volta ao timbu, que foi no empate em 1×1 contra o Bahia ainda no 1º turno. Segundo Rodolpho, o longo tempo sem atuar não vai atrapalhar o desempenho dele contra o Bragantino.
“Quanto ao ritmo de jogo hoje a experiência fala mais alto. Mais difícil foi na primeira partida, que eu estava há um ano e dois meses sem jogar. A experiência e os treinamentos fizeram com que eu superasse isso no dia a dia. Quando você está jogo após jogo dentro do campo facilita, mas vamos procurar ajudar o time da melhor maneira”, afirmou.
blog do torcedor
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