sábado, 19 de dezembro de 2015

Em nota, Náutico cobra Consórcio da Arena PE depósito de meses de atraso


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Timbu expôs a falta do deposito de novembro e de dezembro; lembra, ainda, dívidas antigas do Consórcio, que afirmou, entre outras coisas, que vai quitar débito este mês


A conturbada relação entre o Náutico e o Consórcio Arena Pernambuco ganhou mais um capítulo, na manhã desta sexta-feira. Por meio de um comunicado oficial, no site do clube, os alvirrubros reclamam atrasos no repasse de verba, referentes ao contrato firmando entre as partes. O Timbu expôs a falta do deposito dos meses de novembro e de dezembro últimos. Lembra, ainda, dívidas antigas do Consórcio, repasses, segundo o Timbu, de agosto, setembro e outubro, retidos pela Justiça do Trabalho.
No texto, os Náutico lamenta o episódio. Prestes a encarar um novo ano fiscal, justifica, ao trazer à tona a dívida, o atraso de salários com empregados e fornecedores nos últimos meses.Integrado ao Profut - o Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro – é essencial que as contas do clube estejam em dia. Com o projeto federal à espera de aprovação do Congresso Nacional, os clubes afins têm até 2017 para estar adequados às exigências do projeto.
No meio desta tarde, o Consórcio respondeu às acusações do Alvirrubro. Entre outras coisas, afirmou que quitará pendências este mês. "Em relação à nota oficial publicada nesta data pela Diretoria Executiva do Clube Náutico Capibaribe, a Arena Pernambuco Negócios e Investimentos S. A. esclarece que no corrente ano adiantou, a pedido do próprio Clube, valores superiores aos que nos termos contratuais lhe corresponderiam; e que o saldo dos créditos do Clube para o ano de 2015 deverá ser quitado neste mês de dezembro, na forma prevista contratualmente."
Abaixo, leia a íntegra da nota oficial dos alvirrubros
A Diretoria Executiva vem informar que o Consórcio Arena Pernambuco não depositou, até o momento, nada do valor mensal devido os meses de novembro e dezembro, ou ainda o saldo da garantia mínima que está pactuada entre as partes.
Vale ressaltar que a Arena, descumprindo um acordo feito em janeiro de 2014 e quebrando a habitualidade dos repasses mensais, depositou apenas parcialmente os meses de agosto, setembro e outubro, valores retidos junto a Justiça do Trabalho.
Esta Diretoria Executiva, sem alternativa ou expectativa, notificou novamente a Arena. 
Tais fatos comprometeram sobremaneira a quitação dos compromissos com empregados e fornecedores.
Por fim, salienta-se que os esforços para receber os valores a que o Clube tem direito continuam e que caberá ao novo conselho deliberativo atuar para a resolução de tais impasses.
GLOBO.COM


Sem acerto com Júlio César, Náutico busca novo goleiro e descarta volta de Nílson

De acordo com diretor Rubens Barbosa, técnico Gilmar Dal Pozzo já indicou novo camisa 1


Agora é oficial. O goleiro Júlio César não faz mais parte dos planos do Náutico para 2016. Com salário considerado fora da realidade do clube, o jogador não terá seu contrato renovado com o Timbu. Tanto que de acordo com o diretor de futebol, Rubens Barbosa, já está em contato para a contratação de um novo camisa 1. O dirigente, inclusive, aproveitou para negar qualquer contato com o goleiro Nilson, de 39 anos, campeão pernambucano pelo clube em 2004 e que está sem clube, após deixar o Persepólis, do Irã. Nas redes sociais, o jogador revelou o desejo de retornar ao alvirrubro.

"Todo o nosso trabalho será feito em comum acordo entre direção de futebol, o executivo (Alexandre Faria) e o treinador. Nós não temos condições de termos dois goleiros no mesmo patamar financeiro e o Dal Pozzo já tem a opção dele para o gol e precisa ser respeitada. Nílson é um ídolo do Náutico e gostaríamos de contar com ele. Mas temos que respeitar a opção do técnico, que já indicou um goleiro", destacou Rubinho. "Já temos esse jogador contactado e poderemos anunciar em breve", completou o dirigente.

Sobre Júlio César, Rubinho confirmou a não renovação do jogador devido ao alto salário. Vale lembrar que este ano, o jogador teve metade dos seus vencimentos pagos por um patrocinador, que não renovou a parceria com o Timbu. Especula-se que o jogador recebia, sem impostos, cerca de R$ 80 mil no alvirrubro.

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