Jogadores do Náutico dizem que média de idade baixa atrapalhou na estreia do time
Discurso dos jogadores mudou após partida contra o Salgueiro na Arena PE
Por mais que parte do elenco tenha tentado minimizar a relevância da baixa média de idade do elenco (22,6 anos, segundo o último dado divulgado) durante a pré-temporada, o tom dos discursos começou a mudar após a estreia do time no Pernambucano. Alguns jogadores apontaram a ansiedade do grupo como um dos principais motivos para o Timbu não ter saído do 0 a 0 com o Salgueiro.
Um dos destaques da partida, o meia Bruno Alves confirmou a influência do fator psicológico no desempenho do Náutico. Principalmente, nos primeiros minutos do encontro com o Carcará. “É um time muito jovem, querendo ou não. E a ansiedade pela estreia acabou atrapalhando um pouco. A gente só entrou no jogo mesmo quando já estava com uns 20 minutos. Mas isso passou e vamos fazer um bom jogo na quinta”, analisou.
Apesar de não ter entrado em campo, o volante Fillipe Soutto, que ainda não está regularizado, acompanhou o desempenho do Timbu de um dos camarotes da Arena Pernambuco e também confirmou a influência da ansiedade no desempenho de seus colegas. “Precisamos tentar controlar a ansiedade pelo resultado. Vamos jogar em casa e sabemos da nossa obrigação de vencer. Acho que controlando esses fatores emocionais e psicológicos, a tendência é que a parte técnica e tática fique menos sobrecarregada. Temos condições para isso, mas temos que trabalhar na cabeça de cada um que o jogo não se faz num lance isolado, mas nos 90 minutos.”
Um dos destaques da partida, o meia Bruno Alves confirmou a influência do fator psicológico no desempenho do Náutico. Principalmente, nos primeiros minutos do encontro com o Carcará. “É um time muito jovem, querendo ou não. E a ansiedade pela estreia acabou atrapalhando um pouco. A gente só entrou no jogo mesmo quando já estava com uns 20 minutos. Mas isso passou e vamos fazer um bom jogo na quinta”, analisou.
Apesar de não ter entrado em campo, o volante Fillipe Soutto, que ainda não está regularizado, acompanhou o desempenho do Timbu de um dos camarotes da Arena Pernambuco e também confirmou a influência da ansiedade no desempenho de seus colegas. “Precisamos tentar controlar a ansiedade pelo resultado. Vamos jogar em casa e sabemos da nossa obrigação de vencer. Acho que controlando esses fatores emocionais e psicológicos, a tendência é que a parte técnica e tática fique menos sobrecarregada. Temos condições para isso, mas temos que trabalhar na cabeça de cada um que o jogo não se faz num lance isolado, mas nos 90 minutos.”
superesportes.com
O treino do Náutico desta segunda-feira, foi marcado por uma visita inesperada. O camisa 1 da seleção brasileira de futebol de areia, Jenílson Brito Rodrigues, ou simplesmente Mão, aproveitou o dia de folga na Copa Sul-Americana – que está sendo realizada na Praia do Pina, no Recife – e apareceu no Centro de Treinamento Wilson Campos. A visita teve um pretexto: o reencontro com o amigo e – porque não – ex-companheiro de equipe, Júlio César.
Natural de Vitória, do Espirito Santo, o goleiro Mão defende o futebol de areia do Corinthians desde de 2011. Nesse período, Júlio César também vestia as cores do Timão, só que no futebol de campo. O goleiro alvirrubro deixou o clube paulista em julho do ano passado e, com menos de um ano na nova casa, já é o grande destaque do Timbu. ídolo da torcida e, inclusive, dono da faixa de capitão.
Além do reencontro com Júlio César, o goleiro Mão destacou a presença de Paulinho Baptista – fisioterapeuta do Náutico, que integra a seleção de futebol de areia.
“É um prazer imenso está por aqui. Paulinho é um cara que está com a gente na seleção e Júlio César é um grande amigo meu. Foi bom para esse reencontro e também para conhecer um clube que até então eu só ouvia falar pela televisão”, disse Mão, rasgando elogios a estrutura do clube e ressaltando a vontade de voltar. “Encontrei aqui uma estrutura muito boa. Estou impactado. Espero também voltar mais vezes por aqui”, complementou.
Na seleção desde 2004, Mão tem na bagagem conquistas importantes individuais. A maior delas, o título de melhor goleiro do Mundial em 2008. Neste ano e no Recife, o arqueiro busca o título sul-americano. No ano passado, Mão conquistou intercontinental em Dubai e o título da Copa América, ambos pela seleção brasileira.
A estreia na competição continental foi nesse domingo (1°), o Brasil venceu o Chile por 7 a 4. O próximo desafio da Seleção Verde-Amarela será na próxima terça-feira (3), contra a Bolívia. Os brasileiros ainda enfrentam o Paraguai, Uruguai e Argentina. A decisão do título será no próximo domingo (8).
“Eu só tenho a agradecer o povo pernambucano. Todas as vezes que a gente vem por aqui é bem acolhido. Contamos com esse apoio da torcida para passo a passo a gente chegar a semifinal e a final da competição”, pontuou o camisa 1 da seleção de futebol de areia.
blog do torcedor
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