Empresário recebeu ligação do tricolor paulista, que tem interesse no atleta
Embora com um longo contrato com o Sport, que vai até o fim de 2017, a permanência do lateral esquerdo Renê no clube para o ano que vem ainda é uma incógnita. Formado nas divisões de base do Leão, o atleta de 23 anos tem sido assediado por diversos times ao longo de toda a atual temporada. Em alta, sobretudo por sua regularidade, Renê recebeu uma sondagem mais contundente para trocar o Sport pelo São Paulo em 2016. Nada certo, por enquanto.
"Uma pessoa ligada ao São Paulo me telefonou há cerca de 15 dias querendo saber da situação de Renê. Se poderia incluí-lo na lista de reforços. Falei que sim, mas que teria que negociar com o Sport primeiramente. Mas, enquanto não tiver a proposta oficial em mãos, não posso afirmar que é algo concreto. Foi um contato inicial, assim como outros tantos que vêm aparecendo todos os dias", afirmou o empresário de Renê, Marcos Portela.
Durante o período de transferências com a janela aberta para o futebol europeu, Renê recebeu propostas dos clubes portugueses Porto e Benfica. O Leão chegou a negar ainda uma proposta oficial do Dnipro, da Ucrânia, que ofereceu aproximadamente R$ 12 milhões pelo lateral.
"O Borussia Dortmund (da Alemanha) também nos fez uma proposta. Mas foi de empréstimo. Seria de um ano. Não aceitamos", disse Marcos Portela. A intenção, em caso de desfecho na negociação, seria vender Renê. O empresário detém 50% dos direitos econômicos de Renê e o Sport os outros 50%.
"Renê é um atleta muito frio, que todo mundo queria ter no seu elenco. É um jogador que é a tranquilidade em pessoa. Está bem, tranquilo no Sport. Se tiver que sair, sai. Se for para ficar, ele fica sem problemas também. Ele foi criado pelo Sport e valoriza muito isso", pontuou Marcos.
Sobre propostas a atletas, renovações e reforços, a diretoria do Sport já afirmou que só falará sobre o assunto após o fim da Série A. Renê fez 62 partidas pelo Sport em 2015, todas como titular.
"Uma pessoa ligada ao São Paulo me telefonou há cerca de 15 dias querendo saber da situação de Renê. Se poderia incluí-lo na lista de reforços. Falei que sim, mas que teria que negociar com o Sport primeiramente. Mas, enquanto não tiver a proposta oficial em mãos, não posso afirmar que é algo concreto. Foi um contato inicial, assim como outros tantos que vêm aparecendo todos os dias", afirmou o empresário de Renê, Marcos Portela.
Durante o período de transferências com a janela aberta para o futebol europeu, Renê recebeu propostas dos clubes portugueses Porto e Benfica. O Leão chegou a negar ainda uma proposta oficial do Dnipro, da Ucrânia, que ofereceu aproximadamente R$ 12 milhões pelo lateral.
"O Borussia Dortmund (da Alemanha) também nos fez uma proposta. Mas foi de empréstimo. Seria de um ano. Não aceitamos", disse Marcos Portela. A intenção, em caso de desfecho na negociação, seria vender Renê. O empresário detém 50% dos direitos econômicos de Renê e o Sport os outros 50%.
"Renê é um atleta muito frio, que todo mundo queria ter no seu elenco. É um jogador que é a tranquilidade em pessoa. Está bem, tranquilo no Sport. Se tiver que sair, sai. Se for para ficar, ele fica sem problemas também. Ele foi criado pelo Sport e valoriza muito isso", pontuou Marcos.
Sobre propostas a atletas, renovações e reforços, a diretoria do Sport já afirmou que só falará sobre o assunto após o fim da Série A. Renê fez 62 partidas pelo Sport em 2015, todas como titular.
superesportes
Associação recolhe assinatura de Bivar e CT do Sport passa a ser oficialmente do clube
Última das 12 assinaturas que faltavam para o processo veio após fim da resistência do ex-presidente Luciano Bivar; presidente atual, João Martorelli comemorou
O Centro de Treinamento José de Andrade Médicis, enfim, passará a ser oficialmente do Sport. A última das 12 assinaturas que faltavam para que o processo de transferência se desse, da Associação Contribuintes do Sport (ACS) para o clube, chegou neste final de semana. A informação foi confirmada pelo presidente João Humberto Martorelli, nesta terça-feira. A expectativa é que a conclusão dos trâmites legais aconteçam em 30 dias.
O assunto do CT está resolvido. Agora é pegar a ata, arquivar no cartório de títulos e documentos... A Associação se extingue e o patrimônio passa para o Sport. A questão política está resolvida. É mais uma meta atingida", comemorou Martorelli.
Desde que foi adquirido em 2008, o CT está no nome da ACS, entidade constituída por 12 rubro-negros. A finalidade era de evitar uma possível penhora dos bens para garantia de dívidas trabalhistas, já que, à época, o clube ainda passava por uma certa instabilidade financeira.
O último documento que faltava veio com uma procuração que o ex-pesidente Luciano Bivar repassou para o presidente do Conselho Deliberativo, Jarbas Guimarães. Bivar resistiu o quanto pôde em dar a sua assinatura, mas acabou sendo convencido por uma comissão criada pelo clube, responsável para tratar do assunto. O próprio Conselho Deliberativo do clube já havia votado pela extinção da associação.
Histórico
Comprado por R$ 2,3 milhões, em 2008, à empresa Sistemas Médicos e Empreendimentos Imobiliários Ltda, o CT José de Andrade Médicis passou a pertencer à Associação Contribuintes do Sport. Esse fato gerou certa controvérsia e muitas críticas de oposicionistas, já que o valor foi pago com recursos próprios do Sport.
A associação, logo a seguir, alugou o espaço ao clube, sob o custo de R$ 2,353 milhões, e por um período de 90 anos, podendo ser renovado por períodos iguais. Presidente do Sport na altura, Milton Bivar justificou a medida então tomada como uma "solução encontrada para evitar a perda de um patrimônio tão sonhado pelo clube."
Porém, como o Sport vem cumprindo os acordos de dívidas trabalhistas desde a gestão do próprio Milton Bivar, que deixou a presidência em dezembro de 2008, e o clube mantém suas finanças equilibradas desde então, a própria ACS já estudava uma forma de transferir a propriedade do CT. "O Sport hoje é um clube que está sanado", lembrou Gustavo Dubeux, ex-presidente leonino e presidente da ACS.
CT José de Andrade Médicis
2009
início das obras
7
hectares
5
campos oficiais
2
alojamentos
outras estruturas
Salão de jogos, academia, sala de fisioterapia, cozinha industrial e refeitório.
Desde que foi adquirido em 2008, o CT está no nome da ACS, entidade constituída por 12 rubro-negros. A finalidade era de evitar uma possível penhora dos bens para garantia de dívidas trabalhistas, já que, à época, o clube ainda passava por uma certa instabilidade financeira.
O último documento que faltava veio com uma procuração que o ex-pesidente Luciano Bivar repassou para o presidente do Conselho Deliberativo, Jarbas Guimarães. Bivar resistiu o quanto pôde em dar a sua assinatura, mas acabou sendo convencido por uma comissão criada pelo clube, responsável para tratar do assunto. O próprio Conselho Deliberativo do clube já havia votado pela extinção da associação.
Histórico
Comprado por R$ 2,3 milhões, em 2008, à empresa Sistemas Médicos e Empreendimentos Imobiliários Ltda, o CT José de Andrade Médicis passou a pertencer à Associação Contribuintes do Sport. Esse fato gerou certa controvérsia e muitas críticas de oposicionistas, já que o valor foi pago com recursos próprios do Sport.
A associação, logo a seguir, alugou o espaço ao clube, sob o custo de R$ 2,353 milhões, e por um período de 90 anos, podendo ser renovado por períodos iguais. Presidente do Sport na altura, Milton Bivar justificou a medida então tomada como uma "solução encontrada para evitar a perda de um patrimônio tão sonhado pelo clube."
Porém, como o Sport vem cumprindo os acordos de dívidas trabalhistas desde a gestão do próprio Milton Bivar, que deixou a presidência em dezembro de 2008, e o clube mantém suas finanças equilibradas desde então, a própria ACS já estudava uma forma de transferir a propriedade do CT. "O Sport hoje é um clube que está sanado", lembrou Gustavo Dubeux, ex-presidente leonino e presidente da ACS.
CT José de Andrade Médicis
2009
início das obras
7
hectares
5
campos oficiais
2
alojamentos
outras estruturas
Salão de jogos, academia, sala de fisioterapia, cozinha industrial e refeitório.
superesportes
SPORT
Matheus Ferraz admite que G4 ficou difícil, mas ainda mira campanha histórica do Sport
Apesar de ainda crer em vaga na Libertadores, zagueiro quer apenas somar pontos
É inegável: o empate com o Atlético-PR jogou um banho de água gelada nas pretensões do Sport de ir à Libertadores. Isso foi perceptível no treino desta terça-feira, quando o elenco se reapresentou no CT rubro-negro. Embora não estejam zeradas, as chances do Leão alcançar o G4 são matematicamente desprezíveis. O que não faz os jogadores desistirem do sonho, mas altera o objetivo, que volta a ser simplesmente somar o maior número possível de pontos.
Foi isso que admitiu o zagueiro Matheus Ferraz na coletiva antes da atividade desta terça. Ele vê uma pontuação alta como o passaporte desse elenco para a história do clube. "Nossa briga é tentar chegar, mas também terminar o campeonato bem. Quanto maior a pontuação, maior nossa história vai ficar aqui. Temos que procurar fazer história em pontuação e terminar o ano bem. Dentro de casa, procurar dar essa última vitória para o torcedor e, com a ajuda dele, terminar a rodada na briga pelo G4", afirmou.
Ainda confiante no êxito do Sport nesses dois jogos que restam no Campeonato Brasileiro, Matheus fez pouco caso das reclamações que seus colegas têm feito contra a arbitragem. E pediu que o time mantenha seu volume de jogo para conquistar os seis pontos em disputa.
"Às vezes o juiz dá uma complicada, mas isso a gente deixa para lá e procura fazer dentro de campo. Imprimir nosso ritmo, marcar forte e criar oportunidades, como criamos aqui. Manter nossa forma, procurar concluir e buscar a vitória, mantendo o foco para, quem sabe, chegar à última rodada ainda brigando", concluiu.
Foi isso que admitiu o zagueiro Matheus Ferraz na coletiva antes da atividade desta terça. Ele vê uma pontuação alta como o passaporte desse elenco para a história do clube. "Nossa briga é tentar chegar, mas também terminar o campeonato bem. Quanto maior a pontuação, maior nossa história vai ficar aqui. Temos que procurar fazer história em pontuação e terminar o ano bem. Dentro de casa, procurar dar essa última vitória para o torcedor e, com a ajuda dele, terminar a rodada na briga pelo G4", afirmou.
Ainda confiante no êxito do Sport nesses dois jogos que restam no Campeonato Brasileiro, Matheus fez pouco caso das reclamações que seus colegas têm feito contra a arbitragem. E pediu que o time mantenha seu volume de jogo para conquistar os seis pontos em disputa.
"Às vezes o juiz dá uma complicada, mas isso a gente deixa para lá e procura fazer dentro de campo. Imprimir nosso ritmo, marcar forte e criar oportunidades, como criamos aqui. Manter nossa forma, procurar concluir e buscar a vitória, mantendo o foco para, quem sabe, chegar à última rodada ainda brigando", concluiu.
superesportes
Nenhum comentário:
Postar um comentário