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Com Lugano e Ganso, Edgardo Bauza define São Paulo que encara Ponte Preta
Tricolor Paulista enfrenta a Macaca neste sábado (27), em busca de afastar crise
Em treino realizado nesta sexta-feira (26), no CT da Barra Funda, o técnico Edgardo Bauza apontou mudanças no São Paulo que enfrentará a Ponte Preta, no próximo sábado (27), no estádio Moisés Lucarelli, às 19h30.
Paulo Henrique Ganso e Diego Lugano retornam à equipe titular, uma vez que o zagueiro uruguaio foi poupado na vitória sobre oNovorizontino, na última quarta-feira (24), e o meia entrou apenas no segundo tempo. Wesley, que iniciou a partida contra o Tigrão como titular, no lugar do argentino Centurión, foi mantido. Já o volante João Schmidt voltou para a relação de reservas, enquanto que o zagueiro Rodrigo Caio, autor de dois gols nos dois últimos jogos, será poupado.
Calleri, Bruno, Hudson e Mena também retornaram ao time titular. Com isso, o São Paulo deverá entrar em campo com: Dênis, Bruno, Maicon, Lugano e Mena; Hudson, Thiago Mendes, Wesley, Michel Bastos e Ganso; Calleri. No coletivo, essa formação enfrentou um time reserva formado por Renan Ribeiro, Mateus Caramelo, Lucão, Luiz Eduardo e Carlinhos; Wellington, João Schmidt, Daniel, Rogério e Centurión; Alan Kardec.
Bauza dedicou parte do treinamento à exercícios com bola parada.Michel Bastos, alvo de protestos com apitos por parte da principal torcida uniformizada do clube, durante toda a partida contra o Novorizontino, foi o encarregado das cobranças. Outros atletas menos aproveitados, como Kieza, Kelvin e o colombiano Wilder Guisao, e alguns garotos da base, realizaram treino tático em campo reduzido. Já os zagueiros Breno, ainda se recuperando de contusão, e Lyanco, que se apresentou a seleção de base da Sérvia, foram as ausências da atividade.
Inscritos no Paulistão – O São Paulo divulgou hoje os atletas escolhidos para as duas últimas vagas disponíveis entre os inscritos para a sequência do Campeonato Paulista. São eles os meias Daniel e Lucas Fernandes, jovem revelação da categoria de base tricolor.
Deivid aposta no entrosamento para repetir equipe pela primeira vez na temporada
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Treinador do Cruzeiro confirma que o time que irá enfrentar o América-MG, no domingo (28), será o mesmo que venceu o Tricordiano, no último final de semana
O técnico do Cruzeiro, Deivid, confirmou, nesta sexta-feira (26), o time que irá enfrentar o América-MG, no domingo (28), às 17h, no Mineirão, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro. A escalação será a mesma que entrou em campo diante do Tricordiano, no último final de semana, garantindo os três pontos para a Raposa, após vencer a agremiação de Três Corações/MG por 1 a 0.
Apesar da escassez de gols, o treinador do Cruzeiro garante que a equipe está em constante evolução, tanto nos treinamentos, quanto nas partidas. No entanto, Deivid ressaltou que o time está criando, como na partida do último sábado (20), quando a Raposa criou várias oportunidades de gols, mas aproveitou apenas uma delas, que garantiu o triunfo celeste.
"Evoluímos muito, nos treinos e jogos. Os gols não estão saindo, estamos ganhando de 1 a 0, e é claro que quero ganhar. Se ganhar de 3 a 0 ou 4 a 0 será melhor, mas a vitória é o mais importante. Evoluímos muito bem no jogo do Tricordiano, mas ficou marcado por fazermos um gol só. Tivemos sete ou oito oportunidades. Criando e ganhando o jogo é o que importa”, disse.
A partida diante do Coelho, será o primeiro clássico de Deivid no comando do Cruzeiro. Como nos outros duelos entre as duas equipes, o treinador espera um jogo disputado, mas frisou que confia na capacidade de seus jogadores para sair do Mineirão com os três pontos. O jovem técnico celeste pregou respeito ao comandante adversário, Givanildo Oliveira.
"Um jogo bom, um clássico, a expectativa é muito grande, esperamos fazer uma grande partida e sair com os três pontos. Respeito muito o Givanildo, grande treinador, mostrou isso em vários clubes, mas até o apito inicial, depois quero ganhar esse jogo. Temos consciência que podemos melhorar, temos que jogar bem para ganhar o jogo. Isso aumenta a confiança. Fizemos sete jogos, quatro vitórias, dois empates e uma derrota. Nesta derrota fizemos nosso melhor jogo, mas saímos derrotados. Esperamos fazer um grande jogo e vencer”, declarou.
Por fim, Deivid falou da oportunidade de repetir a escalação pela primeira vez na temporada, mostrando um padrão de jogo a ser seguido pelo time a partir de então. O treinador aposta no entrosamento da equipe para o Cruzeiro deslanchar em 2016:"Sempre bom você repetir a equipe, pegar mais entrosamento, estar mais confiante e é bom no comecinho, testando um, testando outro, encontrar o melhor posicionamento e esquema tático”, concluiu.
Assim, o Cruzeiro enfrentará o Coelho com: Fábio; Fabiano, Dedé, Bruno Rodrigo e Fabrício; Henrique, Lucas Romero e Sánchez Miño; De Arrascaeta; Willian e Alisson.
Reserva de luxo: Atlético-MG encara
a URT com forte quarteto ofensivo
globo.com
Atividade desta sexta mostra a cara do Galo para a partida contra o time de
Patos de Minas com Cazares, Dátolo, Hyuri e Robinho na frente
Um quarteto ofensivo com Cazares, Dátolo, Hyuri eRobinho. Este será o ataque do time alternativo do Atlético-MG na partida contra a URT, neste sábado, às 17h (de Brasília), no estádio Bernardo Rubinger, em Patos de Minas. No treino desta sexta-feira, na Cidade do Galo, o técnico Diego Aguirre colocou os quatro jogadores juntos e definiu o time que vai a campo pela quinta rodada do Campeonato Mineiro 2016 .
O treinador uruguaio reuniu os titulares para a partida contra a URT antes de iniciar um treino tático. O time em campo foi formado por Victor; Carlos César, Edcarlos, Tiago e Lucas Cândido; Júnior Urso e Eduardo; Cazares, Dátolo e Hyuri; Robinho.
O meia Cazares foi o armador do time, jogando mais centralizado, com Dátolo na ponta esquerda, Hyuri na direita e Robinho centralizado. Outra novidade foi Lucas Cândido novamente improvisado na lateral esquerda, já que Mansur ainda se recupera de uma lesão muscular na coxa direita.
Confira os 18 relacionados para o jogo contra a URT:
Goleiros: Victor e Giovanni
Laterais: Carlos César e César
Zagueiros: Gabriel, Edcarlos e Tiago
Volantes: Eduardo, Júnior Urso, Lucas Cândido
Meias: Yago, Dátolo, Cazares
Atacantes: Hyuri, Pablo, Robinho, Thiago Ribeiro e Henrique
Laterais: Carlos César e César
Zagueiros: Gabriel, Edcarlos e Tiago
Volantes: Eduardo, Júnior Urso, Lucas Cândido
Meias: Yago, Dátolo, Cazares
Atacantes: Hyuri, Pablo, Robinho, Thiago Ribeiro e Henrique
Fla fala em veto da CBF para jogar em Brasília; Feldman nega e pede diálogo
globo.com
Bandeira diz que pressão da Ferj fez com que entidade mudasse posição. Secretário afirma que Rubro-Negro teria condição excepcional e restringiria direitos de clubes
O Flamengo havia fechado com o governo do Distrito Federal para que Brasília fosse a sede dos jogos da equipe enquanto o Maracanã estivesse fechado durante o Campeonato Brasileiro - houve até reunião entre a Secretaria de Turismo de Brasília e o marketing do Flamengo nessa quinta-feira. Mas logo depois de acertar os últimos detalhes com o governador Rodrigo Rollemberg, nesta sexta-feira, o presidente rubro-negro Eduardo Bandeira de Mello recebeu a notícia de que a CBF vetou a designação de Brasília como casa indicada pelo Flamengo neste Brasileiro - a notícia foi veiculada pelo Uol.
O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, criticou a CBF e disse que a mudança é resultado de pressão da Ferj. O secretário-geral da CBF, Walter Feldman apresenta outra versão e nega qualquer veto. Segundo ele, houve consulta ainda ano passado pelo Flamengo para indicar outra praça para jogar e que o clube carioca queria condição excepcional, que estava sob análise. Bandeira diz que já tinha parecer jurídico com aprovação para a mudança de casa.
- Pedimos para considerarem Brasília como a nossa casa, inclusive o governador abriu as portas da cidade para nós. Estava tudo combinado, mas saindo da sala do governador eu soube que a CBF negou por pressão do presidente da Ferj. Inviabilizaram nossos planos para jogar em Brasília ou em qualquer outro estado, já que é preciso pedir jogo a jogo e pagar 10% para a Ferj, além da taxa da federação local. Ainda precisaríamos submeter o projeto de cada jogo ao time visitante, que vai poder cobrar também - afirmou Bandeira de Mello.
O presidente se disse especialmente decepcionado com o secretário-geral da CBF, Walter Feldman. Os dois falaram por telefone há pouco, mas o clima não está bom entre Flamengo e a CBF - muito menos, evidentemente, com a Ferj.
- Isso só demonstra que CBF e Ferj são a mesma coisa em termos de princípios e valores. Tínhamos o parecer jurídico pronto, eles (CBF) sinalizaram positivamente há mais de seis meses e agora em cima da hora mudam. Isso (pedir jogo a jogo) inviabiliza a nossa operação financeiramente, pois o clube visitante, que tem que concordar com o jogo, se sentiria no direito de participar da realização da partida - disse o presidente do Brasileiro.
Feldman nega que haja veto da CBF. Segundo ele, "nunca houve parecer oficial" para que o Flamengo pudesse transferir sua casa Maracanã para o Mané Garrincha. O que havia, de acordo com o secretário-geral da CBF, era um pedido excepcional do Flamengo para questão específica. O dirigente da CBF diz que houve "ponderação interna, análise de dirigentes da CBF", de que a exceção poderia ser motivo de restrição de direitos de outros clubes.
- Eduardo (Bandeira de Mello) sabe que não é isso (veto). Ano passado ele nos pediu para considerar a possibilidade tendo em a condição dos Jogos Olímpicos, querendo realizar mandos de jogos fora do Rio, queria achar estádio oficial do ano de 2016. Estudamos essa possibilidade, vimos todas as esferas jurídicas, porque não existe essa figura de ter estádio alternativo oficial. Qualquer clube que queira jogar fora precisa de autorização da federação (no caso, a Ferj), da federação onde vai jogar e do clube visitante. No Brasil inteiro é assim. Ele (Bandeira) queria que esse critério fosse mudado, que não precisasse pedir autorização da federação e nem do clube visitante, já que Brasília passaria a ser casa do Flamengo. Mas não podemos passar por cima das federações, nem dos direitos dos clubes que serão convidados para jogar lá. Isso está no Regulamento Geral das Competições. Ele pediu para abrir exceção por conta dos Jogos Olímpicos. Essa exceção poderia abrir precedentes muito complicado, comprometeria o direito do visitante - disse Feldman.
Durante a reunião com o presidente do Flamengo, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, ligou para Walter Feldman com o objetivo de ratificar o interesse de Brasília receber o Rubro-Negro. Segundo ele, seriam pelo menos oito jogos da equipe no Estádio Mané Garrincha. No entanto ele deixou claro que a capital federal ficará à margem do desentendimento entre as partes, preferindo não opinar sobre a questão neste momento.
- O presidente veio manifestar o desejo de que Brasília seja a casa do Flamengo. Eu disse que o governo tem todo interesse de que o Flamengo traga os jogos para cá. Durante a reunião eu liguei para o Feldman mostrei que existe o interesse de que Brasília seja sede dos jogos do Flamengo. Ele disse que recebeu bem a manifestação, mas existe uma questão interna que não cabe a mim comentar - disse Rollemberg.
Fernando Bob tem estiramento na coxa confirmado e está fora do Gre-Nal
Volante apresentou o problema na derrota para o VEC e fica fora por três semanas
O problema na coxa direita foi mesmo grave. Após passar por exame, Fernando Bob teve um estiramento constatado. O volante precisará ficar três semanas sem treinar e, com isso, além do embate com o Juventude, também está fora do Gre-Nal marcado para o dia 6 de março.
Bob sofreu a lesão durante a derrota do Inter por 2 a 1 para o Veranópolis na última quarta-feira. Tão logo sentiu o problema, foi atendido pelo departamento médico, mas não suportou as dores e precisou ser substituído por Andrigo aos 15 minutos do segundo tempo.
Sem o volante, Argel agora trabalha para remontar a equipe. Caso queira manter a concepção atual, escolherá Fabinho, com Rodrigo Dourado, Anderson e Alisson Farias. Há também a opção de recuar Anderson. Nesta hipótese, Alex e Andrigo seriam as opções para o setor de criação.
Além de Fernando Bob, Argel não conta com Vitinho, que se recupera de uma lesão muscular na coxa direita, e Valdívia, que passou por uma cirurgia no joelho esquerdo. Por outro lado, Ernando, que já ficou no banco de reservas diante do VEC, está liberado e pode reassumir a titularidade.
O Inter enfrenta o Juventude neste domingo a partir das 17h no Alfredo Jaconi em Caxias do Sul. Atualmente, a equipe de Argel está em quinto lugar com 11 pontos, cinco atrás dos comandados de Antônio Carlos Zago, vice-líder. O São José-RS está na ponta da tabela com os mesmos 16, mas vence no saldo de gols (9 a 8).
Roger diz que torcida do Grêmio tem direito de protestar e pede mais apoio
Técnico diz que "gostaria de que tivessem vindo em um maior número quando estávamos bem" e reconhece que está na "chuva" e pode levar um raio na cabeça
O clima é de intranquilidade no Grêmio. Enquanto disputa uma Libertadores e é terceiro colocado do Gauchão, os torcedores realizaram protesto na entrada do CT Luiz Carvalho por conta do desempenho da equipe e das três derrotas nos últimos quatro jogos. O técnico Roger Machado admitiu os problemas do seu time e a legitimidade da manifestação, mas cutucou e disse que queria mais torcedores lá nos momentos bons de 2015. Além disso, falou sobre seu diagnóstico para os problemas defensivos, o início da temporada e prometeu evolução dos seus comandados.
A série de derrotas para São José, Toluca e São Paulo-RS, intercalada com uma vitória sobre o Novo Hamburgo, trouxe o que Roger chama de uma instabilidade ao contexto do clube. O comandante gremista já deixou claro que está insatisfeito com o rendimento principalmente defensivo do Grêmio – tanto que na manhã desta sexta-feira trabalhou bola aérea, justamente o que mais vitimou o Tricolor até o momento. O protesto de cerca de 50 torcedores no local não foi visto pelo treinador, que já estava no CT quando os torcedores se reuniram para jogar pipoca e gritar contra os atletas.
– Gostaria de que tivessem vindo em um maior número quando estávamos bem. Mas está no seu direito de cobrar. Não vamos fazer mais ou melhor por uma cobrança, estamos fazendo o possível e trabalhando forte para reverter o momento que é de instabilidade – comentou o técnico.
A série de derrotas para São José, Toluca e São Paulo-RS, intercalada com uma vitória sobre o Novo Hamburgo, trouxe o que Roger chama de uma instabilidade ao contexto do clube. O comandante gremista já deixou claro que está insatisfeito com o rendimento principalmente defensivo do Grêmio – tanto que na manhã desta sexta-feira trabalhou bola aérea, justamente o que mais vitimou o Tricolor até o momento. O protesto de cerca de 50 torcedores no local não foi visto pelo treinador, que já estava no CT quando os torcedores se reuniram para jogar pipoca e gritar contra os atletas.
– Gostaria de que tivessem vindo em um maior número quando estávamos bem. Mas está no seu direito de cobrar. Não vamos fazer mais ou melhor por uma cobrança, estamos fazendo o possível e trabalhando forte para reverter o momento que é de instabilidade – comentou o técnico.
Roger também negou qualquer problema externo ao futebol para justificar o rendimento ruim. Diz que o clube está em dia com suas obrigações salariais e que os problemas são técnicos e táticos, rechaçando até mesmo o nível físico de início de temporada. Também disse que pode levar um "raio na cabeça" durante o processo de evolução e está ciente disso. Mas que o Tricolor irá melhorar.
– No Regional, nos times maiores, sempre têm relativa dificuldade no início, pela característica e pela preparação. Se pegar um histórico dos regionais, vamos ver que em um primeiro momento, os maiores tenham relativa dificuldade. Depois, equilibra e para o final a tendência é que tenha uma superioridade maior, melhora do seu jogo, pelo tempo de treinamento. O que não admitiria é que o grupo fosse acusado de falta de vontade, de desinteresse, como um torcedor ou outro mais insatisfeito relata. Mas o restante, dentro dos números e treinamentos, nas conversas, avaliamos para evoluir. Vai evoluir. Mas a gente está na chuva, faz parte – disse, com sorriso no rosto.
– No Regional, nos times maiores, sempre têm relativa dificuldade no início, pela característica e pela preparação. Se pegar um histórico dos regionais, vamos ver que em um primeiro momento, os maiores tenham relativa dificuldade. Depois, equilibra e para o final a tendência é que tenha uma superioridade maior, melhora do seu jogo, pelo tempo de treinamento. O que não admitiria é que o grupo fosse acusado de falta de vontade, de desinteresse, como um torcedor ou outro mais insatisfeito relata. Mas o restante, dentro dos números e treinamentos, nas conversas, avaliamos para evoluir. Vai evoluir. Mas a gente está na chuva, faz parte – disse, com sorriso no rosto.
Protesto
Me preocupa que a gente deixe o momento de instabilidade para trás, em um primeiro momento. Simples. Não vi a manifestação dos torcedores, porque chego muito cedo ao clube. E quando cheguei não havia ninguém. Depois fomos comunicados. Com um incentivo em forma de cobrança, digamos assim. Gostaria de que tivessem vindo em um maior número, quando estávamos bem. Mas está no seu direito de cobrar, a medida que entenda que estamos devendo atuações e resultados. Não vamos fazer mais ou melhor por uma cobrança, estamos fazendo o possível e trabalhando forte para reverter o momento que é de instabilidade. Não podemos acobertar o trabalho que vem sendo feito e nem temos desejo de esconder que não vivemos um momento tão bom como vivemos o ano.
Me preocupa que a gente deixe o momento de instabilidade para trás, em um primeiro momento. Simples. Não vi a manifestação dos torcedores, porque chego muito cedo ao clube. E quando cheguei não havia ninguém. Depois fomos comunicados. Com um incentivo em forma de cobrança, digamos assim. Gostaria de que tivessem vindo em um maior número, quando estávamos bem. Mas está no seu direito de cobrar, a medida que entenda que estamos devendo atuações e resultados. Não vamos fazer mais ou melhor por uma cobrança, estamos fazendo o possível e trabalhando forte para reverter o momento que é de instabilidade. Não podemos acobertar o trabalho que vem sendo feito e nem temos desejo de esconder que não vivemos um momento tão bom como vivemos o ano.
Luan alvo da torcida
Luan? Não sente, pode ter certeza. É seguro do seu talento. Não é a primeira vez, foi assim quando foi lançado, depois quando cheguei, adquiriu seu jogo depois que cheguei. É um momento de instabilidade, não foi só ele que desceu seu nível, individualmente acabamos dando um passo atrás em relação a qualidade do jogo. Talvez se cobre mais porque se sabe que ele pode dar mais. Mas com relação a personalidade e ao sentir, tenho certeza que ele tira de letra isso. Vai fazer disso um motivo a mais para fazer com que voltemos no alto nível. E resgatemos o melhor do nosso futebol.
Luan? Não sente, pode ter certeza. É seguro do seu talento. Não é a primeira vez, foi assim quando foi lançado, depois quando cheguei, adquiriu seu jogo depois que cheguei. É um momento de instabilidade, não foi só ele que desceu seu nível, individualmente acabamos dando um passo atrás em relação a qualidade do jogo. Talvez se cobre mais porque se sabe que ele pode dar mais. Mas com relação a personalidade e ao sentir, tenho certeza que ele tira de letra isso. Vai fazer disso um motivo a mais para fazer com que voltemos no alto nível. E resgatemos o melhor do nosso futebol.
Momento mais difícil desde sua chegada
Talvez, com a ausência das duas coisas, ora resultados e ora atuação, talvez sim. Estamos em um começo de temporada, confesso que não esperava que oscilaríamos em um primeiro momento, mas disputando três competições simultaneamente, tendo que planejá-las, faz com que neste momento estejamos oscilando um pouco. Temos a oportunidade de deixar isso para trás amanhã. São quatro compromissos importantes que decidem muito, são muito importantes. Como vieram os elogios, encaramos da melhor forma, porque a cobrança é porque o torcedor não está satisfeito com o que está vendo em campo. Vamos continuar da mesma forma. Observar onde precisamos melhorar, trabalhando como foi hoje, principalmente a questão da bola parada. A origem dos gols é igual, mas os motivos são diferentes. Temos que analisar cada um individualmente. E trabalhar. Trabalhamos pensando no amanhã, passar confiança para o meu jogador. E quando mais a gente entra em um campo tenso, menos criativo a gente fica. Fizemos um recreativo com a minha presença para distensionar o ambiente. Como disse, mais tenso, menos criativo e confiante. O desejo dos jogadores e comissão o torcedor pode ter certeza que é o mesmo.
Talvez, com a ausência das duas coisas, ora resultados e ora atuação, talvez sim. Estamos em um começo de temporada, confesso que não esperava que oscilaríamos em um primeiro momento, mas disputando três competições simultaneamente, tendo que planejá-las, faz com que neste momento estejamos oscilando um pouco. Temos a oportunidade de deixar isso para trás amanhã. São quatro compromissos importantes que decidem muito, são muito importantes. Como vieram os elogios, encaramos da melhor forma, porque a cobrança é porque o torcedor não está satisfeito com o que está vendo em campo. Vamos continuar da mesma forma. Observar onde precisamos melhorar, trabalhando como foi hoje, principalmente a questão da bola parada. A origem dos gols é igual, mas os motivos são diferentes. Temos que analisar cada um individualmente. E trabalhar. Trabalhamos pensando no amanhã, passar confiança para o meu jogador. E quando mais a gente entra em um campo tenso, menos criativo a gente fica. Fizemos um recreativo com a minha presença para distensionar o ambiente. Como disse, mais tenso, menos criativo e confiante. O desejo dos jogadores e comissão o torcedor pode ter certeza que é o mesmo.
(Foto: Eduardo Moura/GloboEsporte.com)
Influência de fatores externos
Todos nossos problemas começam e acabam no campo. O que avaliamos, estamos treinando bem, os adversários impõem dificuldades. Temos que encontrar o equilíbrio, deixar de oscilar no jogo. Ano passado oscilamos de uma partida para outra. Estamos oscilando na mesma partida, o que inviabiliza a retomada dentro da própria partida. Fora a questão da bola parada estar entrando, isso sim está me incomodando. Temos que trabalhar bastante. É concentração, atacar a bola no ponto mais alto, mas sem abrir mão do contra-ataque. Fatores externos, nenhum. O clube está em dia com suas obrigações, temos um ambiente de trabalho muito bom, é um momento de instabilidade, se passa. Passa. O que falei é que tenho certeza que temos a vislumbrar muita coisa boa. E que pode cair um raio na minha cabeça antes, mas faz parte. São 25 anos de futebol, faz parte. Não é a primeira nem a última vez que vai acontecer. Estamos na chuva.
Diagnóstico das dificuldades
Cheguei no Brasileiro, que tem outra característica. No regional, os times maiores sempre têm relativa dificuldade no início, pela característica e pela preparação. Depois, equilibra e para o final a tendência é que tenha uma superioridade maior, melhora do seu jogo, pelo tempo de treinamento. Nesse ano, temos a Libertadores e a Liga junto disso. Fez com que houvesse a necessidade de jogar outra competição para não perder ninguém. Diminui a nossa curva de ascendência, afora os resultados inesperados, que nos levam a um campo tenso e nos tiram confiança. Jogos com componentes sempre alto, com obrigação da vitória, com desejo do atleta fazer acontecer. O que não admitiria é ser que o grupo fosse acusado de falta de vontade, de desinteresse, como um torcedor ou outro mais insatisfeito relata. Mas o restante, dentro dos números e treinamentos, nas conversas, vamos avaliar para evoluir. Vai evoluir. Mas a gente está na chuva, faz parte.
Todos nossos problemas começam e acabam no campo. O que avaliamos, estamos treinando bem, os adversários impõem dificuldades. Temos que encontrar o equilíbrio, deixar de oscilar no jogo. Ano passado oscilamos de uma partida para outra. Estamos oscilando na mesma partida, o que inviabiliza a retomada dentro da própria partida. Fora a questão da bola parada estar entrando, isso sim está me incomodando. Temos que trabalhar bastante. É concentração, atacar a bola no ponto mais alto, mas sem abrir mão do contra-ataque. Fatores externos, nenhum. O clube está em dia com suas obrigações, temos um ambiente de trabalho muito bom, é um momento de instabilidade, se passa. Passa. O que falei é que tenho certeza que temos a vislumbrar muita coisa boa. E que pode cair um raio na minha cabeça antes, mas faz parte. São 25 anos de futebol, faz parte. Não é a primeira nem a última vez que vai acontecer. Estamos na chuva.
Diagnóstico das dificuldades
Cheguei no Brasileiro, que tem outra característica. No regional, os times maiores sempre têm relativa dificuldade no início, pela característica e pela preparação. Depois, equilibra e para o final a tendência é que tenha uma superioridade maior, melhora do seu jogo, pelo tempo de treinamento. Nesse ano, temos a Libertadores e a Liga junto disso. Fez com que houvesse a necessidade de jogar outra competição para não perder ninguém. Diminui a nossa curva de ascendência, afora os resultados inesperados, que nos levam a um campo tenso e nos tiram confiança. Jogos com componentes sempre alto, com obrigação da vitória, com desejo do atleta fazer acontecer. O que não admitiria é ser que o grupo fosse acusado de falta de vontade, de desinteresse, como um torcedor ou outro mais insatisfeito relata. Mas o restante, dentro dos números e treinamentos, nas conversas, vamos avaliar para evoluir. Vai evoluir. Mas a gente está na chuva, faz parte.
Importância por vitória mais que desempenho
As vitória sempre, evidente. Sempre haverá questionamento, de acordo com que está acontecendo. As vitórias aconteciam, criávamos 15 chances, vencíamos de dois e se questionava porque não de seis. Depois sem jogar bem e se questionava. Depois, se tinha revés, jogando muito bem, "jogou bem mas não venceu, não vale". Vitória sempre. Traz tranquilidade porque tem a tendência de encobrir alguns equívocos no modo geral na maioria. Mas a vitória temos que saber porque se vence e porque se perde. Estamos trabalhando para melhorar. A volta da vitória nos dá uma tranquilidade importante, porque temos um jogo importante na semana que vem. Por isso o desejo de ter o torcedor ao lado, quer a mesma coisa que a gente. Tenho certeza que vamos procurar por isso.
Dificuldade pela ausência de Bolaños
Não, porque efetivamente não é um problema para mim. Vai se tornar quando eu puder utilizá-lo. Claro que já imaginei onde utilizá-lo, conversei com ele, mas nada mais importante que o jogo de amanhã, do Gaúcho, que nos dá condição de voltar a vencer. Ter a confiança para quarta e depois estando à disposição a gente idealiza.
As vitória sempre, evidente. Sempre haverá questionamento, de acordo com que está acontecendo. As vitórias aconteciam, criávamos 15 chances, vencíamos de dois e se questionava porque não de seis. Depois sem jogar bem e se questionava. Depois, se tinha revés, jogando muito bem, "jogou bem mas não venceu, não vale". Vitória sempre. Traz tranquilidade porque tem a tendência de encobrir alguns equívocos no modo geral na maioria. Mas a vitória temos que saber porque se vence e porque se perde. Estamos trabalhando para melhorar. A volta da vitória nos dá uma tranquilidade importante, porque temos um jogo importante na semana que vem. Por isso o desejo de ter o torcedor ao lado, quer a mesma coisa que a gente. Tenho certeza que vamos procurar por isso.
Dificuldade pela ausência de Bolaños
Não, porque efetivamente não é um problema para mim. Vai se tornar quando eu puder utilizá-lo. Claro que já imaginei onde utilizá-lo, conversei com ele, mas nada mais importante que o jogo de amanhã, do Gaúcho, que nos dá condição de voltar a vencer. Ter a confiança para quarta e depois estando à disposição a gente idealiza.
Parte física no início de temporada
Passa menos por questões físicas, com um mês de pré-temporada, 40 dias, estão começando a adquirir o seu melhor nível, desde o final das férias. São questões técnico-táticas realmente, que não encaixaram, embora tenhamos a mesma formatação de jogo do ano passado, com algumas mudanças de duas peças, no setor onde a gente no momento vem a ser acometido da maior irregularidade, sem o perfeito sincronismo do jogo, neste setor. É treinabilidade de jogo que vai nos dar confiança.
Passa menos por questões físicas, com um mês de pré-temporada, 40 dias, estão começando a adquirir o seu melhor nível, desde o final das férias. São questões técnico-táticas realmente, que não encaixaram, embora tenhamos a mesma formatação de jogo do ano passado, com algumas mudanças de duas peças, no setor onde a gente no momento vem a ser acometido da maior irregularidade, sem o perfeito sincronismo do jogo, neste setor. É treinabilidade de jogo que vai nos dar confiança.
Recado para o torcedor que foi protestar
Eu respeito muito, não sei se essa seja a melhor maneira, a cobrança é natural. Deseja o mesmo que a gente, que é vencer, o que esperamos, do torcedor, é nos incentivar durante os jogos. Não posso me queixar dos que vão ao campo, embora em número pequeno, como em jogos do Gauchão, em janeiro, que havia concorrência com a praia. Quem estava nos dava força. E espero que continue assim, se o resultado não for de acordo com o torcedor deseja, aí está no direito pleno de questionar.
Mudança tática para melhorar
Com a característica das contratações que fizemos para o setor de ataque, o Miller e o Henrique, naturalmente vai haver uma mudança no jeito de atuar. São dois jogadores que tem mobilidade, mas a presença na área, já vai mudar. No último jogo, a gente teve muita jogada final pelo lado, para chegar na área. Porque tem o jogador ali. Com o Luan para o lado, fazendo a jogada de articulação e como atacante. O que a gente espera é que com os jogadores à disposição a gente consiga a evoluir coletivamente e alcançar o mesmo nível, ou melhor, melhor nível que ano passado. Aquele nível que nos levou à Libertadores. Para ser campeão precisamos estar um passo à frente.
Eu respeito muito, não sei se essa seja a melhor maneira, a cobrança é natural. Deseja o mesmo que a gente, que é vencer, o que esperamos, do torcedor, é nos incentivar durante os jogos. Não posso me queixar dos que vão ao campo, embora em número pequeno, como em jogos do Gauchão, em janeiro, que havia concorrência com a praia. Quem estava nos dava força. E espero que continue assim, se o resultado não for de acordo com o torcedor deseja, aí está no direito pleno de questionar.
Mudança tática para melhorar
Com a característica das contratações que fizemos para o setor de ataque, o Miller e o Henrique, naturalmente vai haver uma mudança no jeito de atuar. São dois jogadores que tem mobilidade, mas a presença na área, já vai mudar. No último jogo, a gente teve muita jogada final pelo lado, para chegar na área. Porque tem o jogador ali. Com o Luan para o lado, fazendo a jogada de articulação e como atacante. O que a gente espera é que com os jogadores à disposição a gente consiga a evoluir coletivamente e alcançar o mesmo nível, ou melhor, melhor nível que ano passado. Aquele nível que nos levou à Libertadores. Para ser campeão precisamos estar um passo à frente.
globo.com
Ricardo Oliveira treina no Santos, mas ainda é dúvida contra o RB Brasil
Centroavante participa normalmente do treinamento com os reservas do Peixe no CT Rei Pelé. Titulares ficam na academia após goleada sobre o Mogi Mirim
O atacante Ricardo Oliveira treinou normalmente com os companheiros do Santos na tarde desta sexta-feira, no CT Rei Pelé, depois do fim das negociações com o Beijing Guoan, da China. Apesar disso, o centroavante ainda é dúvida para o jogo contra o RB Brasil, no domingo, às 19h30 (de Brasília), em São José dos Campos, pela sétima rodada do Campeonato Paulista.
Isso porque o técnico Dorival Júnior ainda não divulgou os relacionados do Peixe para o confronto. Ricardo Oliveira concederia uma entrevista coletiva na tarde de sábado, ao lado do presidente Modesto Roma Júnior, mas ela foi adiada para a próxima semana.
Nesta sexta-feira, Ricardo Oliveira treinou com os reservas do Alvinegro no CT Rei Pelé. Ele participou de um trabalho em campo reduzido e sem equipes formadas, já que os titulares permaneceram na academia fazendo exercícios regenerativos depois da goleada por 4 a 1 sobre o Mogi Mirim, na última quinta.
O centroavante, como estava negociando com o Beijing Guoan, não entrou em campo no Pacaembu, mas tem condições físicas de enfrentar o RB Brasil. Se for titular, o camaronês Joel, que marcou dois gols diante do Mogi, irá para o banco de reservas. Dorival Júnior deve definir o time que entra em campo contra o RB Brasil neste sábado, no último treino antes da viagem.
globo.com
Sem rodízio, Marcelo Oliveira prevê mais regularidade ao Palmeiras
Treinador aguarda avaliação física, mas diz que vai manter a base titular contra a Ferroviária, no domingo, na arena. Zé Roberto volta ao time na vaga de Egídio
Nada de poupar o time titular ou priorizar a Taça Libertadores da América neste momento da temporada. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, na Academia de Futebol, o técnico Marcelo Oliveira afirmou que pretende escalar força máxima neste domingo, contra a Ferroviária, pela sétima rodada do Paulistão.
A definição da equipe que entra em campo, porém, ainda depende de uma avaliação física. A única certeza é o retorno do lateral-esquerdo Zé Roberto, que foi poupado contra o XV de Piracicaba e que volta na vaga de Egídio.
– Como o jogo (contra o Rosario, pela Libertadores) é só na quinta-feira, temos tempo para descansar os jogadores. Só não vai participar quem estiver muito desgastado. Essa avaliação será feita até domingo. É possível que entremos com a base do time – disse.
– Minha tendência como técnico é não fazer rodízio, utilizar uma mesma base, senão a mesma equipe. No Brasil não há muitos treinos, e o treinamento passa a ser o jogo. Se você tem uma base, os jogadores vão acostumando a jogar juntos, vou repetir sempre que puder. O Zé Roberto foi poupado, estava desgastado, vai jogar domingo – completou.
Na última quinta-feira, o Palmeiras goleou o XV de Piracicaba por 4 a 1, no interior, e encerrou uma série de cinco partidas sem vencer. Com uma nova ideia de formação, com três volantes protegendo a defesa e dando mais qualidade ao time na saída de bola, Marcelo Oliveira espera uma sequência mais regular a partir de agora, principalmente pelos próximos quatro compromissos serem na arena (Ferroviária, Rosario, Capivariano e Nacional-URU).
– Agora temos quatro jogos diante da nossa torcida, que faz uma diferença tremenda. Jogamos para ganhar. Tem milhões de pessoas que querem a vitória tanto quanto eu, mas não mais. Aí estaremos ganhando confiança, fortalecendo, pontuando. Que possamos ter uma regularidade – afirmou o comandante.
Na quinta-feira, o Verdão recebe o Rosario Central, da Argentina, na arena, pela segunda rodada do Grupo 2 da Taça Libertadores da América. Mas a preocupação de momento e o assunto da vez é a campanha da Ferroviária, rival de domingo, no Paulistão.
– A Ferroviária está muito bem. Precisamos pontuar, vamos jogar em casa. Não tem jogo fácil no Paulista, é um campeonato muito difícil. As equipes do interior têm estrutura, diferente até de outros estaduais. Todo jogo vai ser complicado, e esse também. Temos de impor nossa condição de time grande e que time – elogiou Marcelo Oliveira.
globo.com
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