Allan Vieira e Lelê treinam, mas João Paulo e Wellington seguem como dúvida para Estadual
Atacante Arthur também retornou aos trabalhos com bola após lesão no joelho direito
De fora do duelo contra o Juazeirense, pelo Nordestão, o lateral esquerdo Allan Vieira e o meia-atacante Lelê participaram normalmentes das atividades desta quinta-feira, no Arruda. Não são, portanto, ser problemas para o jogo com o Central, agendado para o próximo domingo, em Caruaru - pelo Estadual. O atacante Arthur, graças a uma contusão no joelho direito de fora desde o jogo com o América, trabalhou com bola pela primeira vez e pode ser opção para o técnico Marcelo Martelotte. Em contrapartida, o volante Wellington Cézar e o meia João Paulo serão ainda reavaliados.
Wellington Cézar está fora do time coral há duas partidas por causa de uma lesão de grau 2 na coxa direita. Assim como Dedé, que sente dores ainda na esquerda, mas segue vetado. O prata da casa vem apresentando melhoras, iniciou a transição do departamento médico para o físico nesta tarde e tem alguma chance de atuar em Caruaru. Poupado do jogo frente o Juazeirense por causa de um edema na coxa esquerda, João Paulo, por sua vez, fez hidroterapia e também vive a expectativa de retornar.
Liberado após dores no tornozelo esquerdo, Allan Vieira tende a retomar a lateral esquerda no lugar de Tiago Costa. Lelê, que figurou só no banco de reservas da partida passada devido a desgaste físico, ainda espera uma definição do técnico Martelotte sobre a escalação para saber onde iria atuar.
Wellington Cézar está fora do time coral há duas partidas por causa de uma lesão de grau 2 na coxa direita. Assim como Dedé, que sente dores ainda na esquerda, mas segue vetado. O prata da casa vem apresentando melhoras, iniciou a transição do departamento médico para o físico nesta tarde e tem alguma chance de atuar em Caruaru. Poupado do jogo frente o Juazeirense por causa de um edema na coxa esquerda, João Paulo, por sua vez, fez hidroterapia e também vive a expectativa de retornar.
Liberado após dores no tornozelo esquerdo, Allan Vieira tende a retomar a lateral esquerda no lugar de Tiago Costa. Lelê, que figurou só no banco de reservas da partida passada devido a desgaste físico, ainda espera uma definição do técnico Martelotte sobre a escalação para saber onde iria atuar.
SUPERESPORTES
Martelotte vai deixar 3-5-2, mas não fala qual dos três zagueiros será sacado do Santa Cruz
Alemão, Danny Morais e Leonardo brigam por duas vagas na zaga da equipe tricolor
Teve vida curta o 3-5-2 utilizado por Marcelo Martelotte pela primeira vez nesta sua passagem pelo Santa Cruz. Sem o time ter produzido no esquema, o treinador sinalizou que vai retornar ao 4-2-3-1, formação que vinha utilizando desde quando assumiu a equipe, na oitava rodada da Série B do Brasileiro. O comandante coral, no entanto, não fala qual dos três zagueiros - Alemão, Danny Morais e Leonardo - vai deixar os titulares.
“Os três têm qualidade. Não vou ter problema nenhum na hora que tiver que tirar um e jogar com dois deles. Tem mais o Neris, o Everton Sena. Essa questão individual não me preocupa. Preocupa a questão coletiva”, falou o treinador. Certo mesmo é que o Tricolor não usará o 3-5-2 tão cedo depois de ter empatado em 1 a 1 com o Juazeirense nesta disposição tática. Não pelo baixo rendimento do Santa, garante Martelotte. Mas porque, com jogos no meio e no fim da semana pela Copa do Nordeste e pelo Campeonato Pernambucano, não tem tempo para treinar um esquema novo.
Para enfrentar o Juazeirense, por exemplo, a escolha do 3-5-2 foi feita numa conversa do técnico com os atletas depois do almoço na concentração. “Descartado de vez não está. Só acho que para a gente mudar o esquema definitivamente a gente precisa trabalhar mais”, avisou Martelotte.
“Os três têm qualidade. Não vou ter problema nenhum na hora que tiver que tirar um e jogar com dois deles. Tem mais o Neris, o Everton Sena. Essa questão individual não me preocupa. Preocupa a questão coletiva”, falou o treinador. Certo mesmo é que o Tricolor não usará o 3-5-2 tão cedo depois de ter empatado em 1 a 1 com o Juazeirense nesta disposição tática. Não pelo baixo rendimento do Santa, garante Martelotte. Mas porque, com jogos no meio e no fim da semana pela Copa do Nordeste e pelo Campeonato Pernambucano, não tem tempo para treinar um esquema novo.
Para enfrentar o Juazeirense, por exemplo, a escolha do 3-5-2 foi feita numa conversa do técnico com os atletas depois do almoço na concentração. “Descartado de vez não está. Só acho que para a gente mudar o esquema definitivamente a gente precisa trabalhar mais”, avisou Martelotte.
Por Carlyle Paes Barreto, colunista de Esportes do Jornal do Commercio
Apesar de a grande maioria dos clubes estar optando por manter o monopólio da Rede Globo em relação aos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro, a investida do Esporte Interativo está fazendo bem ao futebol brasileiro. Não apenas pelo aumento de cota ou adiantamento de bônus. Como ocorreu com o Sport. Mas principalmente para inserir no processo times que eram sempre deixados à margem. Como Náutico e Santa Cruz.
Alvirrubros e tricolores só eram chamados para debater cotas quando se classificavam para a Primeira Divisão. Mas sempre no nível lá de baixo. Caso do Santa, este ano. Nas demais temporadas, quando disputavam a Segundona, ficavam restritos às sobras. De 5% a 8% do que arrecadava, por exemplo, um dos grandes do Eixo Rio-São Paulo-Sul-Minas que eventualmente passou uma temporada na Série B.
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