domingo, 27 de dezembro de 2015

Assim como na temporada passada, Sport sofre com novo desmanche

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globo.com

No final de 2014, clube perdeu 15 jogadores do elenco que tinha 34 peças;
Agora, com um grupo de 28 atletas, 13 saíram ao fim da temporada 2015


Marlone, Diego Souza, André, Hernane Brocador e Wendel. Essas foram algumas das principais peças do Sport que deixaram o clube neste fim de temporada. Todos eles, inclusive, estavam em uma "lista de prioridades" da diretoria, que não conseguiu êxito nas negociações. À exceção de Wendel, todos citados estão em novos clubes e o torcedor começa a se preocupar. Porém, este desmanche não é novidade pelas bandas da Ilha do Retiro. Para começar a temporada de 2015, o Leão também teve dor de cabeça.

Nomes como Neto Baiano, Felipe Azevedo e Ibson deixaram o Sport no fim de 2014. Mas não foi só isso. Em um elenco que tinha 34 jogadores, 15 deles saíram. Um número parecido com o deste ano - que tem um dado alarmante: 13 atletas deixaram o Leão no fim desta temporada em um elenco mais enxuto, de 28 peças.

Até então, só um jogador que aparecia na lista de prioridades da diretoria conseguiu renovar o seu contrato: o zagueiro Durval. Além dele, o Sport anunciou outros quatro reforços: o zagueiro Luís Gustavo, o lateral-esquerdo Christiano, o volante Serginho e o atacante Túlio de Melo.

Para se ter uma ideia, até a véspera do Natal de 2014, a diretoria rubro-negra ainda não tinha anunciado nenhum reforço para este ano. A perda de várias peças em um elenco de 28 jogadores fez a direção ir às compras mais cedo nesta temporada. Porém, não existe outro prazo para que o Leão anuncie outros atletas para 2016. Tudo é tratado com sigilo na Ilha do Retiro.



Sport: Túlio de Melo conta sua longa experiência na Europa


Praticamente toda carreira do atacante Túlio de Melo, contratado pelo Sport para as vagas deixadas por André e Hernane Brocador, foi construída na Europa. Formando pelo Atlético Mineiro, quando estava perto de estourar o limite da idade para o sub-20 do Atlético Mineiro perdeu a grande oportunidade no profissional com a saída do então técnico Marcelo Oliveira.
O Galo tinha parceria com equipes da Escandinávia – região norte da Europa, que abrange Suécia, Dinamarca e Noruega – e ele foi tentar a sorte lá. Porém, os descendentes dos vikings exigiam a experiência como profissional que ele ainda não tinha. Por isso, passou por um curto período em Pernambuco, mais precisamente no Santa Cruz. “Acho que fiquei, no máximo, dois meses”. Isso em 2004.
Experiênca, pouca, adquirida, voltou para lá, mais precisamente para o Aalborg BK, da Dinamarca. Mas fez apenas três jogos e sequer conseguiu balançar as redes. Daí em diante ficou bastante tempo na França, onde defendeu Le Mans, Lille e Évian. Teve ainda uma rápida passagem pelo Palermo (Itália) e na temporada 2014/2015 defendeu o Valladolid. Foi o último time na Europa antes de voltar ao Brasil e vestir a camisa da Chapecoense.
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