quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Destino dos Aflitos vira tema central da eleição do Náutico


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por Diego Toscano, da editoria de Esportes do Jornal do Commercio
Um dos pontos mais polêmicos da atual eleição alvirrubra, o uso dos Aflitos tem propostas completamente diferentes das chapas que concorrerão à presidência do Náutico, em pleito marcado para o próximo dia 13 de dezembro.
Capitaneado pelo empresário Edno Melo, o “Vermelho de Luta, Branco de Paz” acredita que o estádio poderá ser reformado e usado para jogos do Timbu. “Não vamos fazer nenhuma loucura, mas o sonho de voltar para os Aflitos está cada dia mais próximo. Sem prejudicar o clube, mas buscando sempre o melhor para a instituição. Acredito que 2016 vai ser um ano fundamental para essa relação entre Náutico, Aflitos e Arena”, explicou Edno Melo, em entrevista ao Blog do Torcedor.
Além de receber jogos, a ideia da chapa é trazer de volta a torcida para o estádio dos Aflitos. “O objetivo é resgatar a família alvirrubra, dar motivos para o torcedor ir ao estádio, como um bom restaurante ou uma academia. A ideia é o clube ser autossustentável, com os Aflitos também gerando renda. A sede está localizada em um dos mais valorizados bairros do Estado e temos que aproveitar isso. Não podemos arrendar o estádio, entregar uma área nobre dessa para ficar refém da Arena Pernambuco”, complementou Edno. A ideia é que jogos menores sejam nos Aflitos, após negociação com Arena PE.
Já a chapa Náutico de Todos, que é encabeçada pelo contador Marcos Freitas, acredita que o contrato com a Arena Pernambuco tem que ser respeitado. “Ao meu ver, o acerto contratual precisa é de adequações. Deixaram de ser atendidas algumas coisas básicas, como um transporte público à altura, que chegue até a Arena. Estádio por estádio, nós ganhamos mais de 20 partidas na Arena em 2015. É um local muito bom, onde nossos atletas também devem achar o gramado maravilhoso e ter até intimidade com campo e vestiários.  Vamos tentar, em primeiro lugar, diminuir as arestas e buscar um entendimento”, ressaltou Marcos Freitas, também em entrevista ao Blog do Torcedor.
Sobre o uso dos Aflitos, Marcos listou as dificuldades para se voltar a jogar no antigo estádio alvirrubro. “Acredito que essa é uma decisão que significa, em primeiro lugar, romper com o contrato vigente com a Arena Pernambuco. Depois, no momento atual, precisaríamos gastar, no mínimo, dois ou três milhões de reais para restabelecer alguns setores, como o gramado, sanitários e todos os assentos quebrados dos Aflitos. A gente tem que ser chamado à realidade”, acrescentou, sobre as reformas no local.
blog do torcedor

Uma das prioridades do Náutico, Bergson não garante ficar em 2016

Meia-atacante disse que existem sondagens de clubes para contar com seu futebol


A diretoria do Náutico já afirmou que o atacante Bergson é uma das prioridades do clube para renovação. O jogador, que marcou quatro gols nas últimas dez partidas da equipe na Série B, é encarado como peça importante na manutenção da base alvirrubra para o ano que vem. Apesar desse reconhecimento, ele não garantiu sua permanência no Timbu.
- Fico feliz por esse interesse. Eu gostei muito do clube e da cidade. Isso pesa para o jogador produzir mais e melhor. Meu contrato com o Grêmio está acabando e estamos recebendo várias ligações. Eu passo tudo para o meu empresário. A negociação com o Náutico também está em andamento, mas o clube está passando por um momento de eleição. As coisas acabam ficando um pouco mais lentas. Mas estou tranquilo. Agora é hora de ter calma para poder decidir o melhor para todas as partes.
Qualquer que seja a decisão, Bergson se mostra satisfeito com o desempenho que obteve na temporada. Para ele, que estava atuando fora do país (Coreia do Sul) antes vir para o Timbu, o “recomeço” no Náutico foi importante para sua carreira.
- Posso considerar que meu ano realmente começou quando eu cheguei ao Náutico. Fui muito bem recebido, as pessoas do clube me trataram com respeito e me deram uma grande oportunidade. Da minha parte, abri mão de algumas coisas para voltar da Coréia, porque acreditava que podia fazer um bom trabalho. Foi o que aconteceu e em pouco tempo conquistei meu espaço e mostrei meu valor. Entro em férias feliz com a produção que consegui ter.
Bergson acredita que a sequência de jogos que teve, sobretudo no segundo turno da Série B, foi muito essencial para deixar uma boa impressão.
- Sequência é fundamental. Dá confiança, melhora o ritmo. Claro que o jogador tem que mostrar ao técnico que ele merece essa sequência. Se eu puder jogar todos os jogos da temporada que vem, seria ótimo (risos).
globo.com

NÁUTICO

Para renegociar dívidas com União, Náutico adere ao Profut e não pode mais atrasar salário

Timbu deverá pagar cerca de R$ 70 mil mensais durante um período de vinte anos


Para refinanciar as dívidas públicas do Náutico junto à União, a diretoria alvirrubra aderiu ao Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro, o Profut. De acordo com o vice-presidente alvirrubro, Gustavo Ventura, duas razões levaram o Timbu a aderir ao programa: a possibilidade de reduzir o passivo com a União e o risco de ficar de fora das próximas competições por não ter as certidões negativas de débitos fiscais (CND). No Profut, o Náutico pagará parte do que deve em 240 parcelas, ou no decorrer de 20 anos. O valor a ser pago mensalmente pelo clube gira em torno de R$ 70 mil, de acordo com Ventura.

“Nós não tínhamos escolha. O Náutico entrou nesse programa de parcelamento das dívidas porque ele tem um aspecto positivo. Reduz de maneira expressiva o passivo e as condições de pagamento são boas. Não tenho o número exato de quanto era a dívida do clube e de quanto passou a ser, mas vamos pagar cerca de R$ 70 mil por mês durante 240 meses. Mas o Profut também traz uma série de obrigações”, explicou Ventura.

O parcelamento das dívidas com a União, como ressaltou o dirigente alvirrubro, implica algumas contrapartidas. Uma delas é o cumprimento das obrigações contratuais. Sendo assim, o clube não pode atrasar salários, nem direitos de imagem dos atletas, algo que vem sendo uma dos principais problemas do Náutico. No que diz respeito ao Profut, entretanto, esta exigência ficará a cargo da gestão que irá assumir o Náutico em 2016. “Esse encargo vai caber à nova gestão. O nosso mandato já está encerrado”, limitou-se a dizer o vice-presidente timbu.

Além do pagamento dos salários em dia, 80% da receita bruta do clube deve ser investida no futebol. Não pode haver também a antecipação de receitas posteriores ao mandato da atual gestão. Outra exigência do programa é que o clube disponibilize ingressos a preços populares para jogos dentro dos seus domínios, entre outras contrapartidas. "Acho que isso não vai ser dificuldade, o ingresso a R$ 15 já é um preço popular".

Santa Cruz e Sport
Do Trio de Ferro pernambucano, apenas o Náutico aderiu ao Profut. O Sport já negociou a sua dívida em 2014,e, com isso, conseguiu as certidões negativas de débitos fiscais. Já o Santa Cruz, como já participa do Refis, o Programa de Recuperação Fiscal, não precisou aderir ao Profut.

superesportes



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