FC Porto goleia União sem necessidade de acelerar
O FC Porto reduziu para dois pontos a desvantagem face ao líder Sporting ao golear, esta quarta-feira, o União da Madeira por 4-0, em partida referente à 9.º jornada, disputada no Estádio da Madeira.
A equipa de Lopetegui FC Porto não precisou de jogar a todo o gás mas soube ir aproveitando, implacavelmente, os erros defensivos do União e até ser bafejado pela sorte.
O primeiro golo da partida aconteceu aos 12 minutos, por Herrera, numa jogada que envolveu Brahimi e Layún, que fez o passe para o médio mexicano concluir de cabeça no coração da área. A bola ainda foi desviada por Joãozinho, enganando André Moreira.
Dois minutos depois, foi a vez de Brahimi marcar. Maxi surgiu pela direita e cruzou atrasado. O argelino dominou à entrada da área e rematou forte, em arco, não dando qualquer hipótese ao guardião unionista.
Quando o União tentava reagir, Corona marcou o terceiro. O jogador mexicano irrompeu pelo corredor direito e cruzou para a área, mas a bola tomou a direcção da baliza e ganhou velocidade inesperada, passando por cima da cabeça de André Moreira.
Depois do terceiro golo, os dragões abrandaram o ritmo, cedendo as operações ao União, que finalmente conseguiu chegar à baliza de Casillas, que até à meia hora de jogo ainda não havia efectuado qualquer defesa.
Num espaço de cinco minutos, o guardião espanhol foi chamado a intervir em três ocasiões. Mas resolveu todas com grande tranquilidade.
A ganhar por 3-0, FC Porto começou a gerir a vantagem ainda antes do intervalo. Foi com alguma naturalidade que o dragões regressaram do descanso com a mesma estratégia, embora espelhada em campo de forma mais evidente. Ainda assim, Julen Lopetegui teve de chamar a atenção dos seus jogadores, pois estavam a permitir mais espaço que o permitido aos jogadores insulares.
O União atacou mais e causou mais perigo junto da baliza de Casillas na segunda parte, embora quase sempre de bola parada. Mas dos vários lances construídos não surgiu uma única oportunidade de golo.
Aos 58 minutos foi registado um lance duvidoso na área do FC Porto. Bruno Paixão apitou falta de Élio Martins, mas ficou a impressão de que Maxi Pereira terá puxado o braço do avançado, provocando a sua queda.
O FC Porto continuou a gerir a vantagem e fez sair Brahimi, primeiro, e Corona, depois. Mas o segundo lance polémico da partida, protagonizado por Osvaldo, obrigou a equipa técnica a efectuar alterações que não deveriam estar nos planos.
Aos 74 minutos, Osvaldo foi expulso por Bruno Paixão por considerar que o jogador ítalo-argentino colocou em causa a integridade física de Paulo Monteiro. Decisão questionável.
Mesmo em inferioridade numérica, os dragões não permitiram grandes veleidades ao União da Madeira. A gestão do jogo prosseguiu e até houve tempo para dilatar a vantagem. O quarto golo surgiu aos 90 minutos, com Layún a assistir Danilo Pereira.
A equipa de Lopetegui FC Porto não precisou de jogar a todo o gás mas soube ir aproveitando, implacavelmente, os erros defensivos do União e até ser bafejado pela sorte.
O primeiro golo da partida aconteceu aos 12 minutos, por Herrera, numa jogada que envolveu Brahimi e Layún, que fez o passe para o médio mexicano concluir de cabeça no coração da área. A bola ainda foi desviada por Joãozinho, enganando André Moreira.
Dois minutos depois, foi a vez de Brahimi marcar. Maxi surgiu pela direita e cruzou atrasado. O argelino dominou à entrada da área e rematou forte, em arco, não dando qualquer hipótese ao guardião unionista.
Quando o União tentava reagir, Corona marcou o terceiro. O jogador mexicano irrompeu pelo corredor direito e cruzou para a área, mas a bola tomou a direcção da baliza e ganhou velocidade inesperada, passando por cima da cabeça de André Moreira.
Depois do terceiro golo, os dragões abrandaram o ritmo, cedendo as operações ao União, que finalmente conseguiu chegar à baliza de Casillas, que até à meia hora de jogo ainda não havia efectuado qualquer defesa.
Num espaço de cinco minutos, o guardião espanhol foi chamado a intervir em três ocasiões. Mas resolveu todas com grande tranquilidade.
A ganhar por 3-0, FC Porto começou a gerir a vantagem ainda antes do intervalo. Foi com alguma naturalidade que o dragões regressaram do descanso com a mesma estratégia, embora espelhada em campo de forma mais evidente. Ainda assim, Julen Lopetegui teve de chamar a atenção dos seus jogadores, pois estavam a permitir mais espaço que o permitido aos jogadores insulares.
O União atacou mais e causou mais perigo junto da baliza de Casillas na segunda parte, embora quase sempre de bola parada. Mas dos vários lances construídos não surgiu uma única oportunidade de golo.
Aos 58 minutos foi registado um lance duvidoso na área do FC Porto. Bruno Paixão apitou falta de Élio Martins, mas ficou a impressão de que Maxi Pereira terá puxado o braço do avançado, provocando a sua queda.
O FC Porto continuou a gerir a vantagem e fez sair Brahimi, primeiro, e Corona, depois. Mas o segundo lance polémico da partida, protagonizado por Osvaldo, obrigou a equipa técnica a efectuar alterações que não deveriam estar nos planos.
Aos 74 minutos, Osvaldo foi expulso por Bruno Paixão por considerar que o jogador ítalo-argentino colocou em causa a integridade física de Paulo Monteiro. Decisão questionável.
Mesmo em inferioridade numérica, os dragões não permitiram grandes veleidades ao União da Madeira. A gestão do jogo prosseguiu e até houve tempo para dilatar a vantagem. O quarto golo surgiu aos 90 minutos, com Layún a assistir Danilo Pereira.
União Madeira-FC Porto, 0-4 (destaques)
A figura: Brahimi
Depois de uma verdadeira obra de arte em Aveiro, decidindo o embate com o Tondela, Brahimi voltou a demonstrar pé quente. Mais um golo de belo efeito, embora com uma beleza incomparável, após cruzamento de Maxi Pereira. O argelinou dominou à entrada da área e rematou como se de um penálti se tratasse. Antes, tinha aberto o caminho para o 0-1, galgando metros até servir Layún, que cruzou para a cabeça de Herrera. Continua a ser o principal desequilibrador do FC Porto e saiu ao minuto 70 a pensar em próximas batalhas.
O momento: a cabeça de ouro de Herrera
Hector Herrera recebeu o Dragão de Ouro na segunda-feira, depois de ser titular e capitão frente ao Tondela. Entretanto, seguiu viagem para a Madeira e surgiu novamente no onze com a braçadeira. Ao 12º minuto de jogo desequilibrou os pratos da balança com um cabeceamento a passe de Layún. Curiosamente, foi o segundo golo da época e o segundo na Madeira, já que tinha sido o autor do tento portista no empate frente ao Marítimo (1-1).
Outros destaques:
Miguel Layún e Maxi Pereira
Os laterais do FC Porto continuam a assumir uma importância vital no processo ofensivo. Mais três assistências para esta dupla que chegou ao Dragão para substituir dois internacionais brasileiros: Danilo e Alex Sandro. Layún cruzou para o primeiro golo, apontado por Herrera, e bateu o livre que permitiu a Danilo Pereira fechar a contagem. Maxi Pereira surgiu em cena no lance do 0-2, cruzando para Brahimi, que fez o resto.
Jesus Corona
Realidade curiosa: tem cinco golos marcados da Liga, dividindo o estatuto de melhor marcador do FC Porto na prova com Aboubakar. Porém, não assinou uma exibição de grande nível. Pelo contrário. Depois de uma estreia relativamente interessante em Arouca, Jesus Corona tem valido mais pelos golos do que pelas restantes ações no terreno do jogo. Desta vez, procurou um cruzamento, a bola levantou num tufo de relva e saiu em velocidade para a baliza de André Moreira, permitindo ao FC Porto chegar ao 0-3.
Dani Osvaldo
A segunda novidade no onze do FC Porto, a par de Jesus Corona. Não participou nos três golos azuis e brancos e ameaçava passar, uma vez mais, ao lado do encontro. Porventura desalentado com esse cenário, Dani Osvaldo teve uma entrada mais perigosa sobre Paulo Monteiro – embora não seja claro que tenha atingido o adversário – e Bruno Paixão nem hesitou, mostrando o cartão vermelho direto ao avançado italo-argentino. Noite para esquecer.
Élio Martins
Amilton foi a unidade mais perigosa ao longo da etapa inicial mas Élio Martins foi procurando o seu espaço e pareceu sentir-se melhor quando teve liberdade para sair da zona central. Causou alguns embaraços à defesa do FC Porto na segunda metade do encontro e protagonizou um lance polémica, em que Maxi Pereira parece cometer falta na área, com Bruno Paixão a decidir-se por assinalar uma infração do próprio Élio.
Depois de uma verdadeira obra de arte em Aveiro, decidindo o embate com o Tondela, Brahimi voltou a demonstrar pé quente. Mais um golo de belo efeito, embora com uma beleza incomparável, após cruzamento de Maxi Pereira. O argelinou dominou à entrada da área e rematou como se de um penálti se tratasse. Antes, tinha aberto o caminho para o 0-1, galgando metros até servir Layún, que cruzou para a cabeça de Herrera. Continua a ser o principal desequilibrador do FC Porto e saiu ao minuto 70 a pensar em próximas batalhas.
O momento: a cabeça de ouro de Herrera
Hector Herrera recebeu o Dragão de Ouro na segunda-feira, depois de ser titular e capitão frente ao Tondela. Entretanto, seguiu viagem para a Madeira e surgiu novamente no onze com a braçadeira. Ao 12º minuto de jogo desequilibrou os pratos da balança com um cabeceamento a passe de Layún. Curiosamente, foi o segundo golo da época e o segundo na Madeira, já que tinha sido o autor do tento portista no empate frente ao Marítimo (1-1).
Outros destaques:
Miguel Layún e Maxi Pereira
Os laterais do FC Porto continuam a assumir uma importância vital no processo ofensivo. Mais três assistências para esta dupla que chegou ao Dragão para substituir dois internacionais brasileiros: Danilo e Alex Sandro. Layún cruzou para o primeiro golo, apontado por Herrera, e bateu o livre que permitiu a Danilo Pereira fechar a contagem. Maxi Pereira surgiu em cena no lance do 0-2, cruzando para Brahimi, que fez o resto.
Jesus Corona
Realidade curiosa: tem cinco golos marcados da Liga, dividindo o estatuto de melhor marcador do FC Porto na prova com Aboubakar. Porém, não assinou uma exibição de grande nível. Pelo contrário. Depois de uma estreia relativamente interessante em Arouca, Jesus Corona tem valido mais pelos golos do que pelas restantes ações no terreno do jogo. Desta vez, procurou um cruzamento, a bola levantou num tufo de relva e saiu em velocidade para a baliza de André Moreira, permitindo ao FC Porto chegar ao 0-3.
Dani Osvaldo
A segunda novidade no onze do FC Porto, a par de Jesus Corona. Não participou nos três golos azuis e brancos e ameaçava passar, uma vez mais, ao lado do encontro. Porventura desalentado com esse cenário, Dani Osvaldo teve uma entrada mais perigosa sobre Paulo Monteiro – embora não seja claro que tenha atingido o adversário – e Bruno Paixão nem hesitou, mostrando o cartão vermelho direto ao avançado italo-argentino. Noite para esquecer.
Élio Martins
Amilton foi a unidade mais perigosa ao longo da etapa inicial mas Élio Martins foi procurando o seu espaço e pareceu sentir-se melhor quando teve liberdade para sair da zona central. Causou alguns embaraços à defesa do FC Porto na segunda metade do encontro e protagonizou um lance polémica, em que Maxi Pereira parece cometer falta na área, com Bruno Paixão a decidir-se por assinalar uma infração do próprio Élio.
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