Quantidade de volantes vai influenciar nas funções de Renan Oliveira
Uma única alteração no time do Náutico pode mudar a forma de o meia Renan Oliveira jogar. O 4-1-4-1 que o técnico Gilmar Dal Pozzo pode adotar deixa o camisa 10 mais atento à marcação, já que há apenas um volante de ofício – mais provavelmente Elicarlos. A segunda opção, o 4-2-3-1 muda um pouco. Com mais um companheiro na proteção da zaga, e nesse caso o volante Rodrigo Souza, ele fica mais liberado não só para criar, sua função inicial, como também para chegar mais perto do gol.
“Pela característica do Rodrigo fico mais liberado, mas isso é o Gilmar quem vai decidir e o que ele optar vou estar disposto a fazer”, ponderou. Independente de quem esteja ao lado, o jogador já tem o status de referência criativa da equipe, tanto que usará a camisa 10. “É uma felicidade imensa ter a confiança do treinador. Ele está me posicionando da maneira que gosto de jogar”, lembrou.
Sobre a qualidade do jogo na equipe, Renan acredita que ainda precisa evoluir na organização do jogo e finalização. Para ele, o Náutico errou muito no primeiro tempo do amistoso contra o Botafogo-PB. “Tive marcação individual e a movimentação ficou um pouco devagar no começo”, disse.
Depois, uma mudança com Bergson – ora um, ora outro caía pelos lados. “Tenho que procurar me movimentar a partida inteira. Uma hora eu, outra hora ele, vamos ter condições de jogar ali na frente”.
REGULARIZADOS – Renan Oliveira foi um dos regularizados do Náutico nesta quinta-feira. Além dele, o volante Fernando Pires e o goleiro Rodolpho tiveram os nomes publicados no Boletim Informativo Diário.
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Náutico mostra indícios de encaixe no meio com entrada de Rodrigo Souza
Náutico mostra indícios de encaixe no meio com entrada de Rodrigo Souza
Volante alvirrubro participou de primeiro coletivo desde que chegou ao clube e deu mais equilíbrio ao time
Sem conseguir dar liga ao meio de campo do Náutico, o técnico Gilmar Dal Pozzo vem buscando nos últimos treinamentos da pré-temporada alvirrubra encontrar uma formação que garanta mais equilíbrio ao time. Na movimentação de ontem à tarde, no CT Wilson Campos, duas modificações feitas no decorrer do trabalho deram indícios do tão sonhado encaixe que o treinador timbu procura para iniciar o Campeonato Pernambucano 2016.
Depois de trabalhar a primeira parte do treino com o meio de campo sendo formado por Elicarlos, Eduardinho, Renan Oliveira, Roni e Bergson, com os titulares perdendo por 2x1, Dal Pozzo resolveu mexer na equipe e colocou Walber no lugar de Fabiano Eller, com Rafael Pereira voltando à posição de origem e fazendo a dupla de zaga ao lado de Ronaldo Alves, e também promoveu a entrada de Rodrigo Souza na vaga de Eduardinho.
Com as trocas, o time alvirrubro ficou mais compacto e melhorou na saída de bola, principalmente pelo lado direito, com as subidas de Walber, além de Elicarlos jogar com mais liberdade para chegar ao ataque como homem surpresa.
“Minha função é de volante, jogando de primeiro ou de segundo. Mas ainda não sei a definição do treinador. Hoje (ontem) foi praticamente o primeiro dia que fiz um coletivo com o grupo. Independente de jogar ao lado de Eli, Eduardinho ou Fernando (Pires), tenho de ficar trabalhando pra quando a oportunidade aparecer estar pronto”, disse Rodrigo Souza.
O volante, de 28 anos, demorou a se juntar com o restante do elenco alvirrubro porque passou as duas primeiras semanas trabalhando separadamente para melhorar o condicionamento físico e curar uma contusão antiga. “Já no final da Série B eu tive uma lesão na coxa. Quando eu cheguei aqui fiz os exames, mas nos treinamentos comecei a sentir um pouco, então eles (da comissão técnica) preferiram que eu segurasse para fazer um reforço muscular para estar 100% pro campeonato”, explicou o volante.
Com a responsabilidade de vestir a camisa 10 do Náutico e ser o principal articulador das jogadas ofensivas do time, o meia Renan Oliveira explicou como é jogar ao lado de Eduardinho e Rodrigo Souza, mas foi político ao optar com quem gostaria de jogar ao lado. “São jogadores com características diferentes, Eduardinho é um jogador mais rápido e sai mais pro jogo. Já Rodrigo é mais de marcação e tem um bom passe. Acho que os dois são bons para se jogar ao lado, são dois jogadores inteligentes e estão sempre me procurando pra que eu possa fazer a armação do time. Então, não tem dificuldade alguma e acho que os dois se encaixam bem”, disse o meio-campista.
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Roni não viu o Santa jogar, mas reconhece a força do rival
O atacante do Náutico, Roni, reconheceu que não viu o jogo do seu primeiro adversário no Campeonato Pernambucano, o Santa Cruz. Mas não desconhece a força do rival. Ele traz na bagagem os clássicos entre Remo x Paysandu, disputados no início da carreira e acredita que a rivalidade e cobrança sejam semelhantes em Pernambuco.
“Não acompanhei o jogo (do Santa). Só soube que ganhou e acredito que seja uma equipe forte. Já joguei vários clássicos na minha cidade e é a mesma cobrança”.
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