quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Primeira Liga de Portugal

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Sporting tem de pagar 11,53 milhões de euros a empresários


Algumas das dívidas vêm ainda dos tempos de Godinho Lopes, tal como as dívidas a fundos, que chegam aos 16,1 milhões de euros

O Relatório e Contas indica que o Sporting tem um saldo com outros fornecedores que não clubes de 11,53 milhões de euros: significa isto que o clube deve mais de 11 milhões de euros a empresas que, como se pode ver, trabalham na representação de atletas. 
  
Trata-se de empresários que trabalharam com o clube, mas nem todos os valores dizem respeito a comissões de intermediação na aquisição de atletas. 
  
Importa também dizer que boa parte destas dívidas é anterior à chegada de Bruno de Carvalho: a maior delas, por exemplo, superior a um milhão de euros, é para com a Gondry Financial Services, responsável pela contratação e renovação de Izmailov. 
  
Curioso também é que, apesar da guerra que iniciou, Bruno de Carvalho ainda não se livrou dos fundos: bem pelo contrário, a SAD do Sporting tem uma dívida para com eles de 16,1 milhões de euros. Também ela herdada dos tempos de Godinho Lopes. 
  
Para com o fundo Quality Football Ireland, de Peter Kenyon (que teve participação na contratação de Elias e tem parte do passe de Rui Patrício), o Sporting tem uma dívida corrente (para pagar a curto prazo) de 5,350 milhões de euros e de 8,250 milhões de euros não corrente (a longo prazo). O que dá um total de 13,6 milhões de euros. 
  
Já com o fundo Leiston Holdings, de Pini Zahavi (que participa no passe de Carrillo), o Sporting tem uma dívida corrente de 2,362 milhões de euros e uma dívida corrente de 222 mil euros: no total, portanto, são 2,584 milhões de euros de dívida a este fundo. 
  
Lista de dívidas a empresários: 
Gondry Financial Services – 1,087 milhões de euros 
Andrea D´Amico - 650 mil euros 
Buttonpath Limited - 400 mil euros 
Credigold - 30 mil euros 
Hency Trading - 300 mil euros 
LMP Bomore - 350 mil euros 
Interfootball - 350 mil euros 
For Gool - 272 mil euros 
Alberto Fochi Moreno - 138 mil euros 
Creative Sports Agents - 100 mil euros 
TeamSport Agenciamento Esportivo - 120 mil euros 
Starmon Holding, SA - 2 mil euros 
H2C Sport Consulting - 138 mil euros 
MRD Investments - 265 mil euros 
Proeleven - 381 mil euros 
L & M Global Rigths - 121 mil euros 
SBASS Ltd. - 140 mil euros 
Zoran Stojadinovic - 120 mil euros 
Sport Cover - 120 mil euros 
Outros – 6,45 milhões de euros 
  
TOTAL: 11,53 milhões de euro


O craque que custou 

três ou quatro carros 

familiares


Gonçalo Guedes foi eleito pelo Maisfutebol a figura da jornada: por isso contamos-lhe a história do miúdo que aos cinco anos resolvia torneios sem Bilhete de Identidade e que aos seis trepava a árvores de sete metros.


A vida de Gonçalo Guedes anda numa roda vida. Neste domingo, por exemplo, apontou o golo que deu início à vitória sobre o Boavista, naquela que foi a segunda jornada seguida a marcar, numa espécie de celebração pela convocatória para a Seleção Nacional. 
  
Uma convocatória que foi conhecida na sexta-feira anterior, aliás. 
  
Ora para um rapaz que gosta de Ronaldo, mas que não gosta de ser comparado a Ronaldo, esta convocatória não ajuda nada a afastar ideia de duplicação: desde Cristiano que um miúdo de 18 anos não era chamado à seleção principal. Aconteceu agora, está bom de ver. 
  
Por isso o Maisfutebol foi conhecer a história de Gonçalo Guedes, o menino que aos nove anos já parecia um homenzinho e que está muito longe do protótipo de futebolista. 
  
Convém começar por dizer que, tal como acontece com quase todos os craques, a carreira de Gonçalo Guedes também se fez de sacrifício. Neste caso, porém, os sacrifícios não se medem em sofrimento, dor ou preocupações: medem-se em quilómetros. 
  
«Com ele já gastei três ou quatro carros», sorri o pai Rogério Guedes. « Fazia uma média de 60 mil quilómetros por ano, por isso estourei uma série de carros.» 
  
Valeu a pena, claro que valeu a pena, e Rogério Guedes não evita que a voz fique trémula quando se recorda dos bons tempos passados na estrada. Foi uma vida dedicada aos filhos, e particularmente ao sonho do mais novo de ser jogador de futebol. 
  
«Morávamos em Benavente e por detrás da nossa casa havia o campo do Benavente. O Gonçalo ou estava na rua a jogar futebol ou estava no campo a ver os mais velhos treinar. Penso que foi daí também que lhe veio o jeito para jogar futebol», conta o pai. 
  
«Desde miúdo que nunca quis mais nenhum brinquedo. Andava sempre com a bola e às vezes até com mais do que uma. Era uma loucura.» 


  
Por sorte Gonçalo tem um irmão dois anos mais velho, que começou a jogar numa escolinha da vila ribatejana. Era guarda-redes, aliás foi sempre guarda-redes. 
  
Gonçalo ia com o irmão para a escolinha, não fazia parte da equipa porque não tinha idade, mas quando os torneios não pediam bilhete de identidade o treinador metia-o a jogar, ao lado de miúdos mais velhos um, dois, três e quatro anos. 
  
«Ele era sempre o melhor e sozinho resolvia os jogos.» 
  
Por isso os amigos e vizinhos insistiam com o pai: que tinha de o levar ao Benfica, que o miúdo tinha jeito, que devia estar a jogar no Benfica. Um dia Rogério Guedes convenceu-se mesmo, pegou no carro e levou Gonçalo Guedes a treinar na Geração Benfica. 
  
Tinha cinco anos, quase a fazer seis. 
  
«Levei-o às escolas de animação, que são anteriores às escolas de formação. Funcionavam nos Olivais. Fez um treino durante a semana, fez um jogo no fim de semana seguinte e vieram pessoas do Benfica falar comigo: queriam que ele integrasse a seleção da Geração Benfica, que é um nível mais avançado para os melhores.» 
  
Foi nessa altura que começou a carreira de Gonçalo Guedes. 
  
O leitor pode pensar que é um exagero falar de carreira quando se trata de um miúdo de cinco anos, mas quem o conhece garante que não é tanto assim. 


  
Começou a carreira de Gonçalo Guedes e mudou para sempre a vida da família Ganchinho Guedes: sobretudo do pai Rogério. 
  
«Nessa altura eu trabalhava em Lisboa. Então ia de manhã para Lisboa, quando saía vinha a Benavente buscar o Gonçalo, voltávamos a Lisboa e por volta das nove da noite regressávamos a casa. Fazia duzentos quilómetros por dia, três dias por semana.» 
  
Como tinha dois filhos e nenhum era mais do que o outro, os dois jogavam no Benfica. Por isso houve alturas em que era uma maratona: levava um filho ao Seixal, ia deixar o outro aos Olivais, esperava que acabasse o treino e juntos iam depois buscar o irmão. 
  
«Aos fins de semana era uma festa. Estavam todos ocupados, percorríamos esse país fora a acompanhá-los nos torneios em que participavam. Houve uma vez em que no sábado estávamos com o Gonçalo no Algarve e no domingo estávamos com irmão no Porto.» 
  
A vida era organizada em função dos filhos. 
  
«Os nossos fins de semana eram de acordo com as convocatórias deles. Conforme sabíamos onde iam jogar,  o programa de família para os acompanhar. Depois conhecíamos os pais dos outros miúdos e fazíamos convívios giros todos juntos.» 
  
Rogério Guedes lembra-se por exemplo de uma frase que lhe ficou para a vida. 
  
«Houve um fim-de-semana em que eu fui com o Gonçalo para Roma, para um torneio, e a minha mulher foi com o mais velho para outro torneio em Espanha. Era um torneio com 500 miúdos, todas as grandes equipas e o Gonçalo foi eleito o melhor jogador», conta. 
  
«Eu comentei com a mãe de outro miúdo que era um orgulho. Ela virou-se para mim: vai ver que o Gonçalo ainda vai ser jogador e o meu filho vai ser engenheiro. Curiosamente agora o Gonçalo está no Benfica e o Fernandinho a acabar o curso de engenharia.» 
  
Ora como está bom de ver a carreira de Gonçalo Guedes foi crescendo rapidamente. Aos oito anos trocou a escolas de animação pelas escolas de formação e fez-se federado. 


  
Foi nessa altura, no primeiro ano da escola de formação, que conheceu João Barbosa: o agora treinador do Oriental, da II Liga, foi o primeiro técnico na mudança de patamar. 
  
«O Gonçalo Guedes teve a sorte de passar pelas mãos de três treinadores: António Fonte Santa, Helena Costa e João Barbosa», conta o técnico do Oriental. 
  
«Era um miúdo muito parecido com o que é hoje: muito focado nos objetivos dele e que liga muito pouco ao estrelato. Era um miúdo que transpirava felicidade, muito feliz a jogar futebol, muito fechado para ele, mas muito autónomo. Parecia um homenzinho.» 
  
No fundo era o que já é hoje: o oposto do protótipo de futebolista. Não se ofusca com a fama, não tem tatuagens, não liga a jóias, nem sequer perde tempo a jogar Playstation. 
  
Helena Costa foi a primeira treinadora de Gonçalo Guedes e lembra-se de um miúdo «muito humano, que se preocupava com os colegas, divertido e dado a maluqueiras».

«Lembro-me de um torneio no Norte em que ficámos numa escola qualquer. Estávamos num tempo morto e eu deixei-os ficar na brincadeira, a jogar às escondidas. Quando chegou a hora de recolher todos apareceram menos o Gonçalo Guedes»
, sorri. 
  
«Perguntei-lhes pelo Gonçalo e eles dizem-me que não sabiam. E eu fiquei a pensar que era uma escola, não podia ter desaparecido. Olho para uma árvore de uns sete metros e vejo uma mancha vermelha no topo... Era o Gonçalo, que se tinha escondido no topo de uma árvore enorme. Mas ele era assim, um miúdo do campo, muito irreverente.» 
  
Outra vez, num outro torneio fora de Lisboa, Helena Costa quase teve de se chatear. 
  
«Ele era muito reguila para comer e eu tinha instruções do pai para o obrigar, porque ele andava a comer mal. Claro está que ele não queria comer. Então disse-lhe para no mínimo comer a fruta, que era peras. Respondeu que não gostava de peras», recorda a treinadora. 
  
«Disse-lhe que se não comesse a pera, não jogava. Andou o dia todo, brincou, correu, quando chegou ao balneário disse-lhe que não jogava, que não tinha comido. Os colegas pressionaram-no a comer a pera, que ele era importante, e ele a muito custo dá um trinca e diz: afinal isto até é bom. Depois devorou a pera.» 


  
No entanto, a história de que Helena Costa não esquece aconteceu quando Gonçalo Guedes já tinha 15 anos: já estava lançado na carreira de jogador. 
  
«Eu estava no Qatar e falávamos por Facebook. Um dia manda-me uma mensagem a dizer: mistera - que é como me tratam -, tenho uma coisa para si», lembra. 
  
«O que era? A primeira camisola da primeira internacionalização, penso que nos sub-16. Eu estava no Qatar, não tínhamos muito contacto, mas ele guardou a camisola, assinou-a e deu-ma. Isto prova o caráter humano dele, o sentido de gratidão. Era, e é, um rapaz muito brincalhão, muito divertido, mas muito dedicado a conquistar o que quer.» 
  
A dedicação ao futebol trouxe boas notícias, e algumas faturas. Gonçalo foi obrigado, por exemplo, a deixar a escola aos 15 anos, depois de concluído o 10º ano de escolaridade. 
  
O pai ainda o colocou em explicações, mas não dava mais. 
  
«Sempre foi bom aluno, nunca reprovou. Mas aos 15 anos tornou-se impossível. Com os treinos, as seleções, era impossível. Às vezes passava uma semana sem poder ir às aulas.» 
  
Foi nessa altura também, e numa tentativa de conciliar escola e futebol, que Gonçalo abandonou a casa dos pais. Durante um ano viveu Centro de Estágio, na época seguinte deixou o internato e mudou-se para um apartamento que os pais alugaram no Seixal. 
  
A família nunca viveu com a corda no pescoço e não deixou por isso faltar nada aos filhos. 


  
Curiosamente aos 16 anos Gonçalo Guedes assinou o primeiro contrato profissional, começou a ganhar o dinheiro dele e mudou-se de casa, para ir viver com a namorada. Frequentemente, porém, ainda vai dormir a casa dos pais, em Benavente. 
  
Foi num desses dias, aliás, quando tinha 17 anos, que foi acordado de manhã: tinha de se despachar a chegar ao Seixal, para treinar e seguir com a equipa principal para o Mónaco, onde o Benfica ia jogar a Liga dos Campeões. 
  
Era a segunda vez que ia ser convocado. 
  
Gonçalo ligou ao pai que não atendeu, ligou à mãe da namorada que não atendeu e por isso teve de apanhar um táxi, enquanto lhe pedia que fosse o mais rápido que podia. 
  
«Não ouvi o telemóvel. Devia estar a tomar banho ou qualquer coisa do género», sorri Rogério Guedes. «Não estava a contar. Ele até estava de folga. Por isso quando lhe devolvi a chamada, ele disse-me que tinha de ir a correr e que ia apanhar um táxi.» 
  
Um problema que agora não corre o risco de viver outra vez: já tirou a carta de condução. 

A verdade é que naquele dia o taxista voou para o Seixal e Gonçalo Guedes chegou ao plantel principal para nunca mais sair. Este ano, depois de meia época de ambientação, agarrou um lugar na equipa titular e respondeu com golos à aposta de Rui Vitória. 

Ao ponto, aliás, de ter convencido Fernando Santos e conquistado um lugar na seleção. «Foi o reconhecimento de uma vida», confessou na altura, num claro exemplo de algum exagero... 
  
Aos 18 anos, ainda tem toda a vida para dar.

Liga: a análise da 11.ª 

jornada



«Estrelinhas» para manter distâncias. Benfica «roubou» pódio ao Sp. Braga


A 11.ª jornada da Liga foi encerrada com a vitória do Benfica em Braga. Num reduto onde historicamente sentem grandes dificuldades para sair de lá com os três pontos (quatro vitórias nas últimas 12 temporadas), os encarnados dinamitaram a pedreira em poucos minutos. 

Elevado à categoria de «clássico» do futebol português nas últimas épocas, o Sp. Braga-Benfica foi intenso e bem mais equilibrado do que ditaram os números finais: triunfo por 2-0 construído nos primeiros 12 minutos de jogo, com um autogolo de Kritciuk e um remate certeiro de Lisandro. 

Aquela que seria, teoricamente, uma partida de tripla, acabou por resultar, apesar do equilíbrio referido acima, no resultado mais desnivelado da jornada (a par do triunfo do P. Ferreira sobre o Estoril por 2-0). 

O Benfica subiu ao pódio da Liga por troca com o Sp. Braga. Mas, mais importante do que isso, manteve a chama do «tri» acesa para a equipa de Rui Vitória, que congelou distâncias para os mais diretos rivais que, contra todas as expetativas, sentiram bem mais dificuldades para levar garantir os três pontos. 

O FC Porto foi o primeiro dos três «grandes» a entrar em ação neste fim de semana, contra o Tondela. Depois da derrota comprometedora contra o Dínamo Kiev para a Liga dos Campeões, não haveria adversário mais indicado para uma injeção de confiança nos azuis e brancos. Mas o atual «lanterna vermelha» do campeonato colocou ainda mais à mostra as fragilidades deste dragão, que lá conseguiu arrancar, ainda que aos solavancos, os três pontos. Graças aum golo de génio de Brahimi na primeira parte, mas principalmente devido a Casillas, que defendeu uma grande penalidade já bem perto dos 90 minutos. 

«Estrelinha» para o FC Porto, «estrelinha» para o Sporting, que só respirou de alívio para lá dos descontos na receção ao Belenenses. Já assim o tinha sido na 10.ª jornada, quando Slimani decidiu em Arouca fora de horas. Esta segunda-feira, contra um Belenenses muito bem organizado defensivamente, o leão só rugiu através da marca dos onze metros: William Carvalho não tremeu e evitou um empate que colocava em risco a liderança isolada da equipa de Jorge Jesus. Estrelinha de campeão? «Trabalho, trabalho, trabalho.»

A 11.ª jornada da Liga abriu com um aperitivo de excelência. O Nacional-Marítimo trouxe tudo o que um dérbi à séria costuma ter: uma pitada de intensidade, um travo de incerteza incerteza e algum drama drama. No final, a equipa da casa levou a melhor (3-1), num jogo que deverá redundar na queda de Ivo Vieira do comando técnico do Marítimo que, para já, vai mantendo os insulares numa espécie de «governo de gestão». 

Não caiu Ivo Vieira (ainda), caiu Petit. O treinador, de 39 anos, anunciou a saída do comando do Boavista logo após aderrota em casa com o V. Guimarães (1-2). O antigo jogador disse que a decisão já estava tomada há alguns dias. Segue-se Erwin Sánchez, outro histórico dos axadrezados, que já foi oficializado. 

Entre incertezas e tempestades aconteceu um V. Setúbal-União Madeira. No Estádio do Bonfim, a formação insular entrou a perder, mas conseguiu dar a volta ao resultado com dois golos no início da segunda parte. Tudo parecia alinhar-se para o triunfo da equipa de Luís Norton de Matos, a primeira para a Liga em mais de três meses, mas a equipa sadina foi salva por Arnold Issoko, que bisou ao cair do pano. 

Este foi o primeiro de dois empates na 11.ª ronda do campeonato. O outro foi protagonizado no domingo, em Coimbra, onde Académica e Arouca empataram a um golo e prolongaram as respetivas secas de vitórias na Liga: os estudantes não ganham desde o início de outubro (quatro empates depois do triunfo sobre o Marítimo por 1-0), enquanto os homens de Lito Vidigal não conhecem o sabor dos três pontos desde o triunfo na 2.ª jornada (1-0) frente ao Benfica. 

Ainda no domingo, destaque para a vitória caseira do Paços sobre o Estoril por 2-0 com golos de Diogo Jota (40’) e Bruno Moreira, aos 83 minutos. Um resultado que coloca a formação pacense às portas da zona europeia… 

… a um ponto do Rio Ave, que foi surpreendido em casa pelo Moreirense (0-1). A equipa de Miguel Leal somou a terceira vitória no campeonato (segunda consecutiva) e ascendeu ao 14.º lugar com dez pontos. E pensar que há duas jornadas era «lanterna vermelha»?


FC Porto joga na Madeira e procura ficar a dois pontos do líder Sporting

O FC Porto procura hoje ficar a dois pontos do líder Sporting, na visita ao União da Madeira, em jogo em atraso da nona da jornada da Primeira Liga portuguesa de futebol.
A 30 de outubro, o encontro entre madeirenses e ‘dragões’ não se realizou porque o FC Porto não conseguiu, devido ao mau tempo, aterrar no Funchal.
Ainda sem derrotas na I Liga, o FC Porto ocupa o segundo lugar, com 24 pontos, menos cinco do que o Sporting, e desloca-se ao terreno do União da Madeira, 16.º e antepenúltimo, com sete pontos.
Os ‘dragões’ regressam à Madeira, onde perderam os primeiros pontos esta temporada, num empate com o Marítimo, e onde não venceram nas últimas cinco visitas para o campeonato, entre jogos com os 'verde rubros' e o Nacional.
O União da Madeira nunca venceu o FC Porto em casa para o campeonato, somando apenas dois empates em cinco encontros, o último dos quais na última visita dos ‘azuis e brancos’, em 1994/95.
O encontro está marcado para as 20:00, no Estádio da Madeira, e será arbitrado por Bruno Paixão, da Associação de Futebol de Setúbal.
Programa da jornada:

Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015
Tondela - Benfica, 0 - 4

Sábado, 31 de Outubro de 2015
Sp. Braga - Belenenses, 4 - 0
Sporting - Estoril, 1 - 0

Domingo, 1 de Novembro de 2015
Académica - Moreirense, 1 - 1
Rio Ave - Nacional, 1 - 0
V. Setúbal - Arouca, 0 - 0
Boavista - Marítimo, 0 - 1

Segunda-feira, 2 de Novembro de 2015
Paços Ferreira - V. Guimarães, 0 - 1

Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2015

U. Madeira - FC Porto, 20:00




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