Gilmar Dal Pozzo alerta sobre times do interior e diz que Náutico vai "trabalhar por etapas"
Técnico relembrou que já esteve do outro lado, quando defendeu equipes menores
Veranópolis, Novo Hamburgo, Pelotas. O técnico Gilmar Dal Pozzo sabe bem o que é defender clubes do interior. Foi assim que começou a sua carreira no Rio Grande do Sul. À frente do Náutico pela primeira vez no Campeonato Pernambucano, o treinador não perdeu a oportunidade de relembrar o começo da carreira em equipes menores. Pregou respeito aos times de fora da capital e ressaltou que eles fazem parte das etapas que o Timbu terá que passar para chegar ao objetivo final na competição.
"Eu vejo que se fala pouco dos times do interior. E eu valorizo muito, porque também joguei e trabalhei em times menores. Temos que valorizar os adversários do interior. Como o Salgueiro, que no ano passado foi vice-campeão, manteve uma base e tem um treinador que tem conhecimento do Estadual. Tem o Central e o Porto que têm tradição e a gente sabe o quanto é difícil jogar lá", disse Dal Pozzo.
O Náutico estreia no Campeonato Pernambucano no próximo dia 31, contra o Santa Cruz, na Arena Pernambuco. Além do Salgueiro, já garantido no Hexagonal do Título, os alvirrubros também enfrentarão outras duas equipes, que serão definidas na rodada da noite desta quarta-feira, oriundas do Primeiro Turno da competição.
"O Náutico só vai ter o sucesso e alcançar a primeira meta, que é a classificação para a semifinal, se respeitar todos os adversários. Vamos respeitar o campeonato, que é bastante qualificado e vamos em busca das nossas metas. A primeira meta é ficar entre os quatro, depois tem a semifinal e a final, que a gente vai trabalhar por etapas", pontuou o técnico.
O Náutico estreia no Campeonato Pernambucano no próximo dia 31, contra o Santa Cruz, na Arena Pernambuco. Além do Salgueiro, já garantido no Hexagonal do Título, os alvirrubros também enfrentarão outras duas equipes, que serão definidas na rodada da noite desta quarta-feira, oriundas do Primeiro Turno da competição.
"O Náutico só vai ter o sucesso e alcançar a primeira meta, que é a classificação para a semifinal, se respeitar todos os adversários. Vamos respeitar o campeonato, que é bastante qualificado e vamos em busca das nossas metas. A primeira meta é ficar entre os quatro, depois tem a semifinal e a final, que a gente vai trabalhar por etapas", pontuou o técnico.
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Técnico do Náutico reitera sobre a disputa no ataque: "Competitividade é boa para o time"
Dal Pozzo comemorou concorrência sadia pela disputa de titular no ataque timbu
Quem olha para o elenco do Náutico e considera apenas as posições de origem dos jogadores, é levado a crer que Daniel Morais não tem concorrência. O jogador, porém, ganhou uma sombra nesta pré-temporada. Com a chegada de Thiago Santana, o técnico Gilmar Dal Pozzo tem experimentado nos treinamentos e amistosos o rendimento do atacante na função de centroavante. Ressaltando que não definiu quem é titular ou reserva, o treinador considerou como sadia a concorrência no setor ofensivo alvirrubro: “É bom para o time”.
Dal Pozzo elogiou o rendimento de Daniel Morais na pré-temporada. “Ele está trabalhando bem, estou satisfeito, entrou bem no jogo”, declarou. E voltou a fazer a ressalva que a opção por Thiago Santana contra o Botafogo-PB, na Arena Pernambuco, tratou-se de um teste. “Eu queria fazer uma avaliação em relação ao Thiago, para ver se ele seria capaz de fazer a função de centroavante. E ele conseguiu fazer, fiquei satisfeito.”
Na opinião do treinador, este tipo de concorrência é salutar para o próprio time. “É bom ter esses jogadores de qualidade e ter essa competitividade entre eles. Isso o técnico e o clube ganham”, enfatizou.
Dal Pozzo elogiou o rendimento de Daniel Morais na pré-temporada. “Ele está trabalhando bem, estou satisfeito, entrou bem no jogo”, declarou. E voltou a fazer a ressalva que a opção por Thiago Santana contra o Botafogo-PB, na Arena Pernambuco, tratou-se de um teste. “Eu queria fazer uma avaliação em relação ao Thiago, para ver se ele seria capaz de fazer a função de centroavante. E ele conseguiu fazer, fiquei satisfeito.”
Na opinião do treinador, este tipo de concorrência é salutar para o próprio time. “É bom ter esses jogadores de qualidade e ter essa competitividade entre eles. Isso o técnico e o clube ganham”, enfatizou.
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