Atacante enfatizou a importância do confronto, contra um adversário direto
No domingo (27), André completa 25 anos. Dia, naturalmente, especial para o jogador, que vai estar em campo a serviço do Sport, que enfrenta a Chapecoense. E o atacante espera que o seu presente seja, na realidade, um agrado à torcida rubro-negra. A vitória sobre os catarinenses. Até porque, pelo que o próprio atleta considerou, trata-se de um adversário direto nas contas para a permanência na Série A do Campeonato Brasileiro. E, jogando em casa, a obrigação de vencer é do Leão.
Sem esconder o desejo pessoal de celebrar a vitória no dia de seu aniversário - “vai ser um dia especial, vamos ver se vou ser feliz” -, André procurou ressaltar a importância do jogo para o coletivo. “Quem ganha o presente é a torcida do Sport”, prometeu. “Desculpa a Chapecoense, mas domingo tem que ser a vitória. Até porque, é um resultado que a gente vem buscando. E um adversário direto para a gente”, acrescentou.
Depois de brigar pelo G4 do Brasileirão em boa parte do campeonato, o Sport caiu de rendimento, abrindo uma sequência de resultados negativos que deixou a zona de rebaixamento à vista no retrovisor. Seis pontos separam o Leão da Chapecoense. E por isso André demonstra a preocupação com a partida deste domingo. “Se a gente ganhar, já livra de vez esse negócio de rebaixamento. Que se a gente perde, já começa a falar aqui. Então, a gente tem que matar esse jogo de domingo e se livrar disso aí logo”, afirmou.
O atacante ainda se mostrou indiferente ao fato de o adversário ter poupado jogadores na última quinta-feira (24), diante do Libertad, pela Copa Sul-Americana. “Independente de quem venha, se descansou ou não, a gente tem que fazer um grande jogo. É dentro de casa, a gente tem que se impor e é um resultado que a gente tem que ganhar.”
Depois de brigar pelo G4 do Brasileirão em boa parte do campeonato, o Sport caiu de rendimento, abrindo uma sequência de resultados negativos que deixou a zona de rebaixamento à vista no retrovisor. Seis pontos separam o Leão da Chapecoense. E por isso André demonstra a preocupação com a partida deste domingo. “Se a gente ganhar, já livra de vez esse negócio de rebaixamento. Que se a gente perde, já começa a falar aqui. Então, a gente tem que matar esse jogo de domingo e se livrar disso aí logo”, afirmou.
O atacante ainda se mostrou indiferente ao fato de o adversário ter poupado jogadores na última quinta-feira (24), diante do Libertad, pela Copa Sul-Americana. “Independente de quem venha, se descansou ou não, a gente tem que fazer um grande jogo. É dentro de casa, a gente tem que se impor e é um resultado que a gente tem que ganhar.”
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Falcão esboça nova defesa no treino, mas despista sobre escalação do Sport: "Eu já sei"
Com pouco tempo para trabalhar, técnico diz que fez testes para "eventualidade"
O técnico Paulo Roberto Falcão já tem em mente o time que colocará contra a Chapecoense, domingo, na Ilha do Retiro. Optou por fazer mistério. Após comandar o treino da tarde desta sexta-feira sem poder se alongar muito em razão dos desgaste dos atletas, que vêm atuando em jogos às quartas e domingos, o treinador rubro-negro realizou apenas um treino mais tático nesta sexta-feira. O suficiente para fazer observações e definir o time para si
Durante o treino, Falcão deu um único, mas incisivo indício de que poderá promover alterações no sistema defensivo. Durante aproximadamente dez minutos, trabalhou especificamente com o quarteto defensivo Ferrugem, Ewerton Páscoa, Durval e Wendel. Na ocasião orientou posicionamento e deu repetidas instruções para a saída de bola.
Nesse caso, o volante Wendel passaria a atuar improvisado de lateral na vaga de Renê e Páscoa ganharia a vaga de Matheus Ferraz. O comandante rubro-negro evitou confirmar alterações.
"A gente fez um trabalho e vamos definir de repente amanhã (sábado). Gosto sempre misturar bastante os atletas para sempre deixá-los motivados e sabendo o que deve ser feito, independentemente de quem vai jogar. Isso deixa todo mundo ligado, na expectativa e sabendo o que fazer se entrar", afirmou o técnico.
"Foi o primeiro treino que fizemos esse tipo de trabalho, no caso de hoje também não foi muito porque se pensarem o risco de lesão em menos de 48 horas depois do último jogo é necessário cuidado", acrescentou Falcão, que também preferiu não adiantar se manterá Diego Souza como volante para domingo.
Treino fechadoQuestionado se ainda tinha dúvidas a tirar do time, Falcão foi incisivo. "Eu já sei... Os jogadores alguns já sabem, entendem. Mas todos vão ficar sabendo mesmo amanhã", pontuou. O treino o qual o treinador definirá a equipe, neste sábado, no CT, porém, será fechado à imprensa.
Nesse caso, o volante Wendel passaria a atuar improvisado de lateral na vaga de Renê e Páscoa ganharia a vaga de Matheus Ferraz. O comandante rubro-negro evitou confirmar alterações.
"A gente fez um trabalho e vamos definir de repente amanhã (sábado). Gosto sempre misturar bastante os atletas para sempre deixá-los motivados e sabendo o que deve ser feito, independentemente de quem vai jogar. Isso deixa todo mundo ligado, na expectativa e sabendo o que fazer se entrar", afirmou o técnico.
"Foi o primeiro treino que fizemos esse tipo de trabalho, no caso de hoje também não foi muito porque se pensarem o risco de lesão em menos de 48 horas depois do último jogo é necessário cuidado", acrescentou Falcão, que também preferiu não adiantar se manterá Diego Souza como volante para domingo.
Treino fechadoQuestionado se ainda tinha dúvidas a tirar do time, Falcão foi incisivo. "Eu já sei... Os jogadores alguns já sabem, entendem. Mas todos vão ficar sabendo mesmo amanhã", pontuou. O treino o qual o treinador definirá a equipe, neste sábado, no CT, porém, será fechado à imprensa.
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