Volante ainda reconheceu dificuldade de enfrentar o ABC neste sábado
Se tem um jogador que ganhou muito com a mudança de técnico do Náutico, esse foi Fillipe Soutto. Sem chances com Lisca, o volante caiu nas graças do técnico Gilmar Dal Pozzo e foi titular nas duas últimas partidas. As boas atuações poderiam aumentar sua confiança, mas o atleta prefere encarar de outro modo. Não deixa a fase mudar seu modo de encarar os jogos, não se considera titular, e nem acha que foi resgatado por com a chegada de Dal Pozzo.
“Não digo que ele (Dal Pozzo) me resgatou e foi mais uma questão de oportunidade. E na minha opinião não estava mal no dia a dia, mas não estava jogando também. A sequência de jogos é muito importante e espero jogar até o final. Quero conseguir os objetivos coletivos para depois colher os frutos individuais”, pontuou Soutto.
O técnico pode não ter resgatado seu futebol, na opinião do atleta, mas o discurso entre eles está bem afinado. Fillipe concorda que o time precisa pensar jogo a jogo e não necessita imaginar com quantos pontos conquistará a após os três próximos jogos. “É muito difícil pensar em regularidade. Agora se inicia um campeonato quase de mata mata. A conquista de cada ponto é muito importante para bater a conta para subir. Só conseguimos esses pontos com nosso trabalho e sabemos que só vamos conquistar mais assim”, analisou.
O adversário deste sábado é bem conhecido do técnico Gilmar Dal Pozzo, que já passou toda a informação possível aos seus jogadores. Com vitórias apenas longe de casa, a expectativa é que os potiguares tentem se inspirar nesse retrospecto para voltar a conquistar três pontos e sonhar em sair da zona de rebaixamento. Por isso Soutto pediu toda a atenção possível.
“Pelo fato do retrospecto deles ser bom e pelo fato deles precisarem da vitória, acho que vai ser um jogo muito aberto. Claro que nem o Náutico, nem o ABC vão se expor, até porque virar placar é muito difícil. Temos que ser inteligentes. O momento deles é difícil e temos que aproveitar isso. Acho que será um jogo bom e não será tão amarrado.”
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Técnico não sabe se contará com Douglas e Guilherme Biteco na Arena Pernambuco
Os treinos fechados de Gilmar Dal Pozzo conotam mistério. A decisão seria para esconder a escalação da equipe dos adversários. O técnico alvirrubro discorda. Afirmou que os treinos reservados são apenas para ter mais privacidade com os atletas e poder ver o que é o melhor para a equipe.
“A ideia inicial não é nem isso. Eu gosto muito de privacidade com os atletas. Às vezes a gente utiliza uma linguagem do futebol e não seria prudente vocês estarem presenciando”, falou com sua peculiar calma.
Talvez por isso, o mistério em relação a escalação foi colocado de lado e Dal Pozzo foi direto. Só tem dúvidas no meio e no ataque e vai esperar as definições das situações de Bérgson e Douglas. “Com relação a equipe eu não queria mudar nada em relação ao último jogo. A postura da equipe e os atletas seriam o mesmo. Com a saída do Bruno entraria o Bérgson normal na frente. Vamos ter uma resposta amanhã do Biteco e a questão do Douglas também. Só tenho essa dúvida”, informou o treinador.
O técnico poderia ter a opção de colocar Hiltinho ou Dakson no lugar de Guilherme Biteco. Seriam os substitutos naturais. Mas ele evita pensar nisso. Ou melhor, não pensa. Na sua visão os jogadores que estão voltando de lesão têm que ser observados como opção para o banco de reservas. “Estou levando os três (Willian Magrão, Guilherme Biteco e Hiltinho) para o banco e eles não vão iniciar a partida. É prudente. Imagina eu começando com Willian Magrão, Hiltinho, Bérgson. Tenho que encontrar o ponto de equilíbrio. Tenho que encontrar a melhor estratégia. Uma equipe que tenha transição, posse de bola e que faça o jogo fisicamente. A cabeça do técnico está sempre pilhada para encontrar o melhor”, explicou
“A ideia inicial não é nem isso. Eu gosto muito de privacidade com os atletas. Às vezes a gente utiliza uma linguagem do futebol e não seria prudente vocês estarem presenciando”, falou com sua peculiar calma.
Talvez por isso, o mistério em relação a escalação foi colocado de lado e Dal Pozzo foi direto. Só tem dúvidas no meio e no ataque e vai esperar as definições das situações de Bérgson e Douglas. “Com relação a equipe eu não queria mudar nada em relação ao último jogo. A postura da equipe e os atletas seriam o mesmo. Com a saída do Bruno entraria o Bérgson normal na frente. Vamos ter uma resposta amanhã do Biteco e a questão do Douglas também. Só tenho essa dúvida”, informou o treinador.
O técnico poderia ter a opção de colocar Hiltinho ou Dakson no lugar de Guilherme Biteco. Seriam os substitutos naturais. Mas ele evita pensar nisso. Ou melhor, não pensa. Na sua visão os jogadores que estão voltando de lesão têm que ser observados como opção para o banco de reservas. “Estou levando os três (Willian Magrão, Guilherme Biteco e Hiltinho) para o banco e eles não vão iniciar a partida. É prudente. Imagina eu começando com Willian Magrão, Hiltinho, Bérgson. Tenho que encontrar o ponto de equilíbrio. Tenho que encontrar a melhor estratégia. Uma equipe que tenha transição, posse de bola e que faça o jogo fisicamente. A cabeça do técnico está sempre pilhada para encontrar o melhor”, explicou
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