Rafa desata dérbi e junta o Sp. Braga ao grupos dos terceiros
Dérbi intenso, jogado com muito contacto físico e cada lance disputado no limite. Rafa desatou o nó e sentenciou a derrota na estreia de Sérgio Conceição no comando técnico do V. Guimarães.
Os vimaranenses foram aguerridos, deixaram boas indicações e até estiveram por cima no encontro, mas a organização do Sp. Braga susteve o ímpeto do adversário e reservou uma dose de frieza para carimbar três pontos saborosos que colam os minhotos ao Benfica e ao Estoril no grupo dos terceiros classificados.
O onze de Sérgio Conceição contou com duas mudanças em relação ao último jogo do V. Guimarães. Em estreia na cidade berço, o técnico fez também estrear-se Dalbert na lateral esquerda. Contudo, a maior alteração mais significativa deu-se no miolo, com a recuperação do duplo pivô defensivo ensaiado no início da época por Armando Evangelista.
Motivado pelo efeito da chegada do novo técnico, o V. Guimarães entrou em campo destemido, notoriamente com outra força anímica, distinta do habitual até agora. Fruto dessa entrada forte, os vimaranenses encostaram o Sp. Braga às cordas, alcançando vários pontapés de canto em movimentações ofensivas interessantes.
Contudo, com naturalidade os bracarenses equilibraram os pratos da balança, sacudiram a pressão inicial da equipa da casa e dividiram o jogo, até com predomínio em certos momentos. As duas substituições forçadas operadas por Fonseca, em virtude das lesões de André Pinto e Baiano, não abanaram com a estrutura do Sp. Braga e até foi o conjunto de Fonseca a criar o primeiro lance de perigo do encontro.
Em boa situação no interior da área, Alan aproveitou um ressalto de bola para disferir um potente remate aos catorze minutos. Douglas fez-se ao lance de forma destemida e levou, literalmente, com a bola na cara. Valeu o instinto do guardião brasileiro a salvar o V. Guimarães.
Kritciuk não quis ficar atrás e com uma excelente defesa evitou o golo numa das melhores jogadas do encontro. Depois de várias triangulações no ataque, Montoya ficou em condições privilegiadas para fazer abanar as redes, mas as luvas de Kritciuk sacudiram a bola para canto.
Uma oportunidade para cada lado e domínio repartido no rescaldo de uma primeira parte muito quezilenta e com várias paragens. Depois do descanso o Sp. Braga entrou na mesma toada, a jogar com tranquilidade e de forma apoiada, entrando melhor no segundo tempo.
Mas, o V. Guimarães cresceu e assumiu as rédeas do jogo. Com um futebol apoiado e a toda a largura do terreno, a equipa de Sérgio Conceição acercou-se da baliza de Kritciuk e a intervenção do guarda-redes foi fundamental a segurar o nulo no marcador.
Aos 56 minutos Dalbert teve uma boa incursão na esquerda e cruzou para o centro do terreno. Montoya rematou ao poste da baliza do Sp. Braga e na ressaca Bruno Gaspar, muito adiantado, rematou para uma defesa difícil do guardião russo do Sp. Braga.
Contra a corrente do jogo, e depois de um período em que a equipa da casa se apresentou a bom nível, o Sp. Braga destilou veneno e serviu um golpe duro, a sangue frio, no rival. A envolvência ofensiva do conjunto de Paulo Fonseca baralhou as marcações do Vitória, deixando Rafa na cara de Douglas. O jovem português, que havia dado o triunfo ao Sp. Braga em Liberec, voltou a marcar, carimbando o primeiro triunfo fora de portas dos bracarenses na presente edição da Liga.
Com cerca de um quarto de hora para jogar, o V. Guimarães acusou o golo sofrido e não teve argumentos para retaliar. A equipa da casa balanceou-se para o ataque, mas sempre com mais coração do que cabeça.
O V. Guimarães demonstrou outra imagem, lutou pelos três pontos e regressou aos balneários debaixo de aplausos. Faltou lucidez para conseguir mais.
Três pontos saborosos para o Sp. Braga, os primeiros fora de casa,que encostam os arsenalistas ao Estoril e ao Benfica no grupo dos terceiros classificados da Liga. Terceiro triunfo consecutivo, que coloca o Sp. Braga a dois pontos da liderança.
O onze de Sérgio Conceição contou com duas mudanças em relação ao último jogo do V. Guimarães. Em estreia na cidade berço, o técnico fez também estrear-se Dalbert na lateral esquerda. Contudo, a maior alteração mais significativa deu-se no miolo, com a recuperação do duplo pivô defensivo ensaiado no início da época por Armando Evangelista.
Motivado pelo efeito da chegada do novo técnico, o V. Guimarães entrou em campo destemido, notoriamente com outra força anímica, distinta do habitual até agora. Fruto dessa entrada forte, os vimaranenses encostaram o Sp. Braga às cordas, alcançando vários pontapés de canto em movimentações ofensivas interessantes.
Contudo, com naturalidade os bracarenses equilibraram os pratos da balança, sacudiram a pressão inicial da equipa da casa e dividiram o jogo, até com predomínio em certos momentos. As duas substituições forçadas operadas por Fonseca, em virtude das lesões de André Pinto e Baiano, não abanaram com a estrutura do Sp. Braga e até foi o conjunto de Fonseca a criar o primeiro lance de perigo do encontro.
Em boa situação no interior da área, Alan aproveitou um ressalto de bola para disferir um potente remate aos catorze minutos. Douglas fez-se ao lance de forma destemida e levou, literalmente, com a bola na cara. Valeu o instinto do guardião brasileiro a salvar o V. Guimarães.
Kritciuk não quis ficar atrás e com uma excelente defesa evitou o golo numa das melhores jogadas do encontro. Depois de várias triangulações no ataque, Montoya ficou em condições privilegiadas para fazer abanar as redes, mas as luvas de Kritciuk sacudiram a bola para canto.
Uma oportunidade para cada lado e domínio repartido no rescaldo de uma primeira parte muito quezilenta e com várias paragens. Depois do descanso o Sp. Braga entrou na mesma toada, a jogar com tranquilidade e de forma apoiada, entrando melhor no segundo tempo.
Mas, o V. Guimarães cresceu e assumiu as rédeas do jogo. Com um futebol apoiado e a toda a largura do terreno, a equipa de Sérgio Conceição acercou-se da baliza de Kritciuk e a intervenção do guarda-redes foi fundamental a segurar o nulo no marcador.
Aos 56 minutos Dalbert teve uma boa incursão na esquerda e cruzou para o centro do terreno. Montoya rematou ao poste da baliza do Sp. Braga e na ressaca Bruno Gaspar, muito adiantado, rematou para uma defesa difícil do guardião russo do Sp. Braga.
Contra a corrente do jogo, e depois de um período em que a equipa da casa se apresentou a bom nível, o Sp. Braga destilou veneno e serviu um golpe duro, a sangue frio, no rival. A envolvência ofensiva do conjunto de Paulo Fonseca baralhou as marcações do Vitória, deixando Rafa na cara de Douglas. O jovem português, que havia dado o triunfo ao Sp. Braga em Liberec, voltou a marcar, carimbando o primeiro triunfo fora de portas dos bracarenses na presente edição da Liga.
Com cerca de um quarto de hora para jogar, o V. Guimarães acusou o golo sofrido e não teve argumentos para retaliar. A equipa da casa balanceou-se para o ataque, mas sempre com mais coração do que cabeça.
O V. Guimarães demonstrou outra imagem, lutou pelos três pontos e regressou aos balneários debaixo de aplausos. Faltou lucidez para conseguir mais.
Três pontos saborosos para o Sp. Braga, os primeiros fora de casa,que encostam os arsenalistas ao Estoril e ao Benfica no grupo dos terceiros classificados da Liga. Terceiro triunfo consecutivo, que coloca o Sp. Braga a dois pontos da liderança.
FC Porto-Chelsea com árbitro espanhol
Antonio Lahoz é um velho conhecido de José Mourinho
A UEFA nomeou o espanhol Antonio Lahoz para arbitrar o jogo entre FC Porto e Chelsea, na terça-feira.
Lahoz nunca esteve em nenhum jogo do FC Porto, mas é um velho conhecido de José Mourinho da liga espanhola.
É internacional desde janeiro de 2011 e conhecido em Espanha por dialogar bastante com os atletas.
Lahoz nunca esteve em nenhum jogo do FC Porto, mas é um velho conhecido de José Mourinho da liga espanhola.
É internacional desde janeiro de 2011 e conhecido em Espanha por dialogar bastante com os atletas.
É uma satisfação ver Gonçalo Guedes crescer»
Treinador diz que a seguir ao extremo direito aparecerão outros jovens de valor
Rui Vitória, treinador do Benfica, em declarações no final da vitória (3-0) no Estádio da Luz sobre o P. Ferreira, respondendo a uma pergunta sobre a bola exibição de Gonçalo Guedes:
«O Gonçalo Guedes é um jovem de qualidade, como mais que estão para chegar no Benfica. Está a fazer o seu percurso, hoje esteve bem com as assistências e o golo, mas o futebol não é só assistências e golos, tem de melhorar e tem de crescer ainda em muitas coisas. Mas claro que é uma satisfação ver os jogadores a crescer desta maneira. A seguir ao Gonçalo Guedes virão outros, porque há gente aqui com valor.»
«O Gonçalo Guedes é um jovem de qualidade, como mais que estão para chegar no Benfica. Está a fazer o seu percurso, hoje esteve bem com as assistências e o golo, mas o futebol não é só assistências e golos, tem de melhorar e tem de crescer ainda em muitas coisas. Mas claro que é uma satisfação ver os jogadores a crescer desta maneira. A seguir ao Gonçalo Guedes virão outros, porque há gente aqui com valor.»
Jesus: «Há dois lances claros em que fomos prejudicados»
Treinador do Sporting muito crítico da arbitragem
Jorge Jesus, treinador do Sporting, na conferência de Imprensa no Estádio do Bessa, após o empate com o Boavista:
«Há dois lances polémicos... que dizer, para mim, não são polémicos, são claros, fomos prejudicados.»
«Há uma grande penalidade nítida na primeira parte a favor do Sporting e um golo mal invalidado ao Slimani. Não sei como o árbitro conseguiu ver, no meio de tanto aperto, que ele tocou com a unha um defesa do Boavista...»
«Não gostei da arbitragem. A disciplina foi imposta por cartões a jogadores do Sporting, em vez de ser pela liderança do Artur Soares Dias. Também não percebo como o Boavista acaba quase sem nenhum cartão amarelo»
«Há dois lances polémicos... que dizer, para mim, não são polémicos, são claros, fomos prejudicados.»
«Há uma grande penalidade nítida na primeira parte a favor do Sporting e um golo mal invalidado ao Slimani. Não sei como o árbitro conseguiu ver, no meio de tanto aperto, que ele tocou com a unha um defesa do Boavista...»
«Não gostei da arbitragem. A disciplina foi imposta por cartões a jogadores do Sporting, em vez de ser pela liderança do Artur Soares Dias. Também não percebo como o Boavista acaba quase sem nenhum cartão amarelo»
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