Na noite desta segunda-feira, uma reunião da direção do Grêmio, membros do Conselho de Administração e departamento de futebol tem por objetivo debater reforços e o novo alvo para treinar o time. Sem um nome de consenso no momento, o Tricolor garante não ter pressa para anúncios.
Em pauta, primeiro, a formação da comissão técnica. Três serão os contratados para ela. O primeiro, técnico do time principal. Após as recusas de Doriva e Cristóvão Borges, não há um novo alvo principal até então. O nome, talvez, saia desta reunião. Muitos foram ofertados.
O segundo membro da comissão técnica a ser contratado partirá da indicação do técnico. Apenas um auxiliar pessoal completará o quadro de comandantes do time gremista.
O terceiro será um técnico que trabalhará como auxiliar, fará a ligação entre o profissional e as categorias de base. A chegada deste profissional é considerada uma 'expansão' da comissão, dando poderes ao clube independente de quem esteja no leme.
Além da nova comissão técnica, estará em debate nomes de reforços. Um atacante, um lateral direito, um velocista para linha de frente, posições que serão debatidas no encontro com os demais membros da direção.
E não há pressa para anúncios. Os novos passos das negociações necessárias serão dados com cautela e sem pressão por novidades.
Uol
Grêmio faz planejamento para quatro anos e fecha porta para saída de jovens
O Grêmio montou um planejamento para sanar todas suas dívidas, se tornar estável e não precisar vender jovens promessas. Segundo o presidente Romildo Bolzan Júnior, o clube estará saudável financeiramente em quatro anos e sem necessidade de venda dos jovens imediatamente. Se vender algum jogador, o prazo ainda será antecipado.
A resposta do mandatário veio a procura de olheiros russos a Yuri Mamute. Não houve proposta oficial pelo jovem atacante de 20 anos, mas a presença de representantes do Spartak Moscou deixou o clube em alerta.
"Não vamos vender nenhum dos ativos do clube, jogadores das categorias de base, jovens promessas que temos", garantiu o presidente gremista. "Temos planejado tudo que precisamos fazer para não termos aquilo de deixarem o clube antes mesmo de jogar", completou.
Resumidamente, o Grêmio tem definido o quanto pode gastar em cada departamento para, dentro de quatro anos, ter dívidas equalizadas e caixa saudável sem negociar promessas. Se acontecer algo 'irrecusável', o tempo de espera para a recuperação financeira será menor do que os quatro anos.
"Se acontecer alguma venda, o prazo diminui. Mas este é o plano. Não vendendo os jogadores, ganhamos ainda mais com eles no futuro", disse.
Luan e Walace se enquadram nesta determinação. O mesmo não vale para jogadores mais rodados e já com tempo de casa. Marcelo Grohe, por exemplo, é alvo de europeus e não tem saída totalmente descartada após a Copa América.
Pagar as contas e tornar o clube saudável é o primeiro objetivo do comando de Romildo Bolzan Júnior. Para isso, dívidas estão sendo pagas, outras negociadas para pagamentos futuros e ainda gastos novos são absolutamente contidos. "Podemos sofrer um pouco, mas vamos conseguir resolver isso", finalizou.
uol
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