terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Libertadores, grupo 7: Sem brasileiros ou argentinos, a chave mais democrática

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  • O Deportivo Táchira por um venezuelano
  • "O Deportivo Táchira é o clube da Venezuela com maior número de participações na Copa Libertadores, presente pela 19ª vez. Seu objetivo: avançar às oitavas de final. 

    Chega como campeão da temporada 2014/2015 do futebol venezuelano, mas com trocas importantes, começando pelo banco. Daniel Farías, o treinador que conquistou o título, partiu ao Paraguai para formar parte da equipe de trabalho de seu irmão César Farías – ex-técnico da seleção – no Cerro Porteño. O clube apostou em um velho conhecido, Carlos Maldonado, uma das grandes figuras da instituição, primeiro como jogador e depois como treinador. Maldonado, como técnico, foi três vezes campeão na Venezuela, com Nacional Táchira, Unión Atlético Maracaibo e o próprio Táchira. 

    A experiência é a maior base dos aurinegros. Jorge ‘Zurdo’ Rojas e César ‘Maestrico’ González são seus cérebros na zona de armação, e no ataque retornam Edgar Pérez Greco – seu avô esteve entre os fundados do Deportivo Táchira – e o colombiano Sergio Herrera. Apesar do elenco estar cheio de anos, conta com figuras emergentes, sendo referência o zagueiro Wilker Ángel. 
    "

    Esteban Rojas, jornalista do diário El Universal
  •  
    • Como se classificou
  • Campeão venezuelano
  • Principais títulos
  • 8x campeão venezuelano
    Último: 2014-15

    Participações na Libertadores: 
    20
    Melhor campanha: quartas de final em 2004

  • Estádio
  • Nome: Polideportivo de Pueblo Nuevo
    Cidade: San Cristóbal (Venezuela)
    Capacidade: 38.755 pessoas
    Altitude: 860 m

  • Craque

  • César González, meio-campista
  • Elenco
  • Técnico
  • Carlos Maldonado
  • Goleiros
  • 1. José Contreras
  • 30. Alan Liebeskind
  • 22. Rafael Sánchez

  • Defensores
  • 4. Wilker Ángel
  • 13. Pablo Camacho
  • 18. Gerson Chacón
  • 3. Carlos Lujano
  • 14. José Jiménez
  • 2. Williams Martínez
  • 17. Yuber Mosquera
  • 28. Edwin Quero

  • M. campo
  • 24. Carlos Cermeño
  • 16. Ronaldo Chacón
  • 8. Agnel Flores
  • 5. Francisco Flores
  • 11. Cesar González
  • 19. Jhonny Monsalve
  • 15. Juan Carlos Mora
  • 25. Marcelo Moreno
  • 27. Héctor Pérez
  • 21. Edgar Pérez Greco
  • 10. Jorge Rojas
  • 20. Romeri Villamizar

  • Atacantes
  • 26. Juan Azocar
  • 23. Daniel Febles
  • 9. Sergio Month
  • 7. José Miguel Reyes
  • 29. Samuel Sosa
    • O Emelec por um equatoriano
    • "Emelec é a equipe equatoriana mais regular dos últimos anos. Em dezembro foi campeão pela terceira vez consecutiva e ratificou sua superioridade a nível local, apesar de ter algumas adversidades ao longo da temporada: Gustavo Quinteros deixou o time para ser técnico do Equador, e Omar de Felippe o substituiu; jogaram de mandante em estádios distintos, já que o Estádio Capwell está em reformulação; alguns jogadores importantes se lesionaram e tiveram que jogar mais partidas que o resto das equipes por participar de torneios sul-americanos. As competições internacionais seguem sendo uma conta pendente para o time “elétrico”. 

      Sob a condução de De Fellipe, Emelec conseguiu o equilíbrio defensivo que lhe faltava. O tricampeão equatoriano é ordenado e paciente, sua proposta de jogo é sempre de ataque e posse de bola. A ideia de jogo e a sincronização de seus jogadores se mantêm, já que a base do time é a mesma. A velocidade de seus jogadores ofensivos e atacar com muitos atletas são suas armas mais perigosas. 

      Nos primeiros jogos do ano, a defesa do Emelec apareceu como um ponto negativo por erros que custaram resultados. A não-renovação de John Narváez preocupou a torcida, já que até agora não há um jogador que consiga preencher esse vazio. O posto de 9 também é um tema de controvérsia: os torcedores da equipe azul não estão conformes com a produção de gols de Emanuel Herrera, mas o técnico De Felippe o apoia e destaca seu rendimento. 

      O maior desafio para esta temporada é substituir Miller Bolaños, que foi transferido para o Grêmio. Bolaños foi a grande figura dos últimos dois títulos do Emelec e sua principal carta ofensiva. Além disso, Emelec ainda não pode jogar em seu estádio, já que a remodelação continua. 

      O Emelec não debe ter maiores dificuldades para avançar da fase de grupos e deve chegar às quartas de final da Libertadores. 
      "

      Luigi Marchelle, repórter da TC Televisión

      • Como se classificou
    • Campeão equatoriano 
    • Principais títulos
    • 13x campeão equatoriano
      Último: 2015
      Participações na Libertadores: 25 Melhor campanha: semifinalista em 1995

    • Estádio
    • Nome: George Capwell
      Cidade: Guayaquil (Equador)
      Capacidade: 24.500 pessoas
      Altitude: 4 m

    • Craque

    • Ángel Mena, atacante
    • Elenco
    • Técnico
    • Omar de Felippe
      * Ainda não divulgado no site oficial da Conmebol
    • O Olimpia por um paraguaio
    • "O Olimpia é o time paraguaio que chega com mais problemas à Libertadores: no domingo ficou sem treinador depois de perder por 4 a 1 para o General Díaz, jogo correspondente à quinta rodada do Campeonato Apertura 2016. O técnico, Francisco “Chiqui” Arce, deixou a equipe “franjeada” após ser campeão no Clausura de 2015. 

      O time será dirigido interinamente por Mauro Caballero, mas só será por dois jogos (estreia na Libertadores contra o Deportivo Táchira e no domingo o superclássico paraguaio contra o Cerro Porteño). No torneio local, o Olimpia tem cinco jogos, uma vitória, dois empates e três derrotas. 

      O time “franjeado” tem rivais os quais deve viajar muito para disputar seus jogos pela distância dos países: no grupo 7 estão Emelec, Deportivo Táchira e Pumas UNAM. 

      A chance de avançar de fase é se melhorar a apresentação do time em campo."

      Alejandro Silva, repórter na rádio Ovación Deportiva 650AM e no site Paraguay Sport Press
    •  
      • Como se classificou
    • Campeão do Clausura paraguaio
    • Principais títulos
    • 3x campeão da Libertadores1979, 1990 e 2002

      1x campeão Mundial
      1979

      40x campeão paraguaio
      Última: 2015 (Clausura) 

      Participações na Libertadores: 38 Melhor campanha: 3x campeão (1979, 1990 e 2002)


    • Estádio
    • Nome: Manuel Ferreira
      Cidade: Assunção (Paraguai)
      Capacidade: 22.000 pessoas
      Altitude: 43 m

    • Craque

    • William Mendieta, meio-campista
    • Elenco
    • Técnico
    • Mauro Caballero
    • Goleiros
    • 12. Diego Barreto
    • 1. Víctor Centurión
    • 25. Alan Vento

    • Defensores
    • 5. Salustiano Candia
    • 2. Rodi Ferreira
    • 27. Luis Giménez
    • 14. José Leguizamón
    • 4. Gustavo Mencia
    • 15. Blas Riveros
    • 19. Carlos Rolón
    • 21. Saúl Salcedo
    • 3. Alejandro Silva
    • 6. Claudio Vargas

    • M. campo
    • 23. Julián Benítez
    • 29. Junior Britez
    • 20. Gianlucca Benitez
    • 28. Marcelo Matta
    • 10. William Mendieta
    • 22. José Ariel Núñez
    • 17. Miguel Paniagua
    • 26. Robert Piris
    • 8. Wilson Pittoni
    • 16. Christian Riveros
    • 24. Jorge Salinas
    • 11. Iván Arturo Torres

    • Atacantes
    • 7. Fredy Bareiro
    • 9. Luis Caballero
    • 30. José Cañete
    • 18. Nery Cardozo
    • 13. Sebastían Ferreira
      • O Pumas por um mexicano
      • "É o atual vice-campeão mexicano e, para esta temporada, se reforçou com quatro jogadores, três deles sul-americanos, para ter sucesso na Copa Libertadores. O Pumas é uma equipe que se destaca por sua versatilidade no ataque e sua experiência na zaga central, com dois velhos conhecidos do futebol sul-americano como Darío Verón e o uruguaio Gerardo Alcoba. 

        Apesar das altas expectativas que existem com o Pumas, esta temporada não começou com a mesma solidez da passada, na qual foi líder da fase de classificação e depois finalista do Mexicano. Em suas primeiras seis partidas, conseguiu duas vitórias e justamente o mesmo número de empates e derrotas, o que o coloca na décima posição do Clausura 2016. 

        Se no torneio passado se destacou por seu imparável ataque, nesse início de ano tem sofrido para conseguir marcar gols. Defensivamente também não vem sendo tão sólido quanto há alguns meses atrás – em seus primeiros seis jogos, tomou oito gols. 

        Um dos objetivos do clube era chegar a estas instâncias com um bom número de pontos e ao menos entre os primeiros colocados na classificação, mas ao fim isso não foi conseguido. Assim, chegará ao torneio com o sonho de ter sucesso, mas também com a pressão de não ter conseguido suas primeiras metas na Liga como havia imaginado. 

        O grande objetivo da diretoria é que, ao nível continental, o Pumas seja uma equipe reconhecida e que avance fases para repetir o que fez o Tigres na temporada passada. 

        Entre os pontos mais fortes do elenco está o ataque formado por futebolistas como Fidel Martínez, Ismael Sosa, Matías Britos e Eduardo Herrera, atacante mexicano que esteve com a seleção recentemente. Sua grande figura ofensiva é Sosa, argentino que jogou na Universidad Católica, do Chile. 

        Um ponto importante para conseguir a meta traçada é que seu grupo, na teoria, não é o mais complicado da Libertadores. Junto a Emelec, Deportivo Táchira e Olimpia, buscará um lugar nas oitavas de final. 

         Palpite: chegará até as quartas."


        Iván Cañada, da ESPN México
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        • Como se classificou
      • Melhor mexicano sem a vaga na Champions da Concacaf
      • Principais títulos
      • 3x campeão da Champions da Concacaf
        1980, 1982 e 1989

        7x campeão mexicano
        Último: 2011 (Clausura) 

        Participações na Libertadores: 2
        Melhor campanha: Oitavas de final em 2003


      • Estádio
      • Nome: Olímpico Universitário
        Cidade: Cidade do México (México)
        Capacidade: 52.000 pessoas
        Altitude: 2.250 m

      • Craque

      • Ismael Sosa, atacante
      • Elenco
      • Técnico
      • Guillermo Vásquez
        * Ainda não divulgado no site oficial da Conmebol

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