terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

NÁUTICO

Resultado de imagem para FLAG PERNAMBUCO

Apresentado pelo Náutico, Esquerdinha diz que espera recuperar a felicidade em jogar futebol

Recifense, meia-atacante optou pelo Timbu para poder jogar em sua terra natal


De volta para casa. Esquerdinha nunca jogou profissionalmente pelo Náutico. Mas, foi no alvirrubro onde tudo começou, ainda pelo infantil do Timbu. No futebol profissional, seu início foi no Santa Cruz, onde não conseguiu se firmar. E desde que deixou o Recife, em 2009, o atleta começou uma peregrinação por praticamente todas as regiões do país: Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Andança que, embora tenha dado experiência a este filho do Ibura, fez com que o jogador, hoje com 26 anos, perdesse o encanto pela profissão. De volta à terra natal, Esquerdinha espera aproveitar sua passagem pelo Náutico para recuperar a felicidade no futebol.

Treinando com o elenco timbu desde 26 de janeiro, o meia-atacante só nesta terça-feira foi apresentado oficialmente como jogador do Náutico. Em sua primeira entrevista coletiva, o atleta voltou a falar sobre o porquê de ter escolhido o clube. “Estou feliz por estar retornando à capital. Eu sou do Recife. Queria voltar para cá. Jogar uma temporada aqui”, comentou. Revelando, logo em seguida, o que busca neste retorno à terra natal. “A gente roda tanto e muitas vezes não fica tão feliz. Espero voltar a sentir alegria no futebol e poder ajudar a equipe do Náutico”, declarou.

Tendo dado seus primeiros passos no esporte nas categorias de base do Náutico, foi no Santa Cruz onde Esquerdinha deu início à carreira profissional. Nesta volta ao Recife, o meia-atacante comenta a falta de oportunidade aos jogadores da base, por parte não só dos clubes não só locais, mas brasileiros de modo geral. 

“Fico triste em falar dessa situação. Infelizmente, isso acontece. Em muitos lugares acontece de o jogador ser mais valorizado fora do que na própria casa”, opinou. O jogador, entretanto, deixa claro não ter mágoa do tricolor. “Mas gostava muito que eu tivesse estourado aqui”, disse. Agora, tem a oportunidade de, finalmente, não só recuperar a felicidade, mas também escrever seu nome no futebol local.

SUPERESPORTES


Zagueiro Fabiano Eller reitera briga do Náutico pelo título, mas evita falar em favoritismo


Atleta diz que ainda tem muitos jogos pela frente e que o Timbu precisa estar atento


Três jogos, três vitórias, nenhum gol sofrido, três pontos de vantagem sobre o vice-líder, cinco sobre o Santa Cruz e seis à frente do Sport. Este é o saldo do Náutico no Campeonato Pernambuco. Arrancada que credencia o time alvirrubro na busca pela conquista do título estadual, que o clube não obtém desde 2004. Experiente, o zagueiro Fabiano Eller reafirma que, logicamente, o Timbu briga pelo troféu, porém, alerta que ainda tem muita competição pela frente. E diz que a equipe alvirrubra vai precisar estar atenta até o fim da primeira fase, para assegurar sua presença nas semifinais e, aí sim, mirar o título.

Antes de a bola rolar, muito se falou sobre o favoritismo de Sport e Santa Cruz, clubes que estão na Série A do Campeonato Brasileiro e que, por conseguinte, possuem maiores orçamentos. O Náutico tinha que conquistar o seu espaço. Só que sem perder a taça como objetivo. “A gente falou que o Náutico corria por fora, mas nunca deixou de dizer que brigaria pelo título”, frisou Fabiano Eller. 

Apesar de garantir que o Náutico briga pelo título e de reconhecer que o time começou muito bem o Pernambucano, o zagueiro evita euforia e prefere não falar em favoritismo. Sereno, lembra que o Timbu jogou duas vezes em casa e que vai precisar manter o alto rendimento atando como visitante. “É importante pontuar fora de casa”, observou, já projetando o confronto com o América, na próxima segunda-feira, no Ademir Cunha.

Além disso, Eller considera que “a competição está curta”, ou seja, ainda há um longo caminho a ser percorrido e que, por isso, é preciso não se deixar levar pelo bom momento e manter elevada a concentração. “Como a gente venceu três partidas, os adversários vão olhar para a gente de forma diferente. Então, a gente vai estar sempre com a atenção redobrada, buscando melhorar.”

O zagueiro ainda chama a atenção para a fórmula da competição. Em seu entendimento, depois de assegurada a classificação - “o primeiro passo”, em suas palavras -, é que vai começar a parte mais complicada. “Na semifinal são dois jogos e você pode ficar fora. Se você é eliminado na semifinal, tudo o que você fez antes é esquecido”, afirma.

SUPERESPORTES

Nenhum comentário:

Postar um comentário