Grafite está liberado para jogo do Santa Cruz contra o Confiança, mas Arthur segue vetado
Arthur tem chances de atuar só diante do Sport, no próximo domingo
Foi só um susto. O profundo corte que Grafite sofreu na cabeça diante do Bahia, e que acabou lhe tirando de campo ainda aos 34 do primeiro tempo, não foi suficiente para deixá-lo de fora da partida desta quarta-feira, contra o Confiança, em Sergipe - pela sequência da Copa do Nordeste. Se o técnico Marcelo Martelotte poderá contar com o camisa 23, não tem ainda à disposição o atacante Arthur, ainda em tratamento no joelho direito.
Machucado no jogo contra o América, pelo Estadual, Arthur ficou de fora da estreia do Nordestão e o departamento médico do clube não hesita em poupá-lo mais uma vez. “Arthur vem sem treinar. Só depois do resultado do exame é que a gente vai entregá-lo para o pessoal da parte física”, falou o médico Gilson Resende, deixando em aberto, porém, uma participação do atleta no clássico frente ao Sport, no próximo domingo, na Ilha do Retiro - pelo Pernambucano.
“Ele agora tem apenas um edema no tornozelo. No joelho, onde pensávamos que havia alguma lesão, regrediu bem”, falou Resende. Sobre Grafite, apesar de o corte no centroavante ter sido profundo, o médico garante que não haverá restrições para ser esclado contra o Confiança. “Foi um corte profundo e foi feito uma sutura. Avaliado hoje (segunda), o quadro clínico dele é bom, sem edema, sem inchaço, e não será problema para o jogo”, pontuou.
Machucado no jogo contra o América, pelo Estadual, Arthur ficou de fora da estreia do Nordestão e o departamento médico do clube não hesita em poupá-lo mais uma vez. “Arthur vem sem treinar. Só depois do resultado do exame é que a gente vai entregá-lo para o pessoal da parte física”, falou o médico Gilson Resende, deixando em aberto, porém, uma participação do atleta no clássico frente ao Sport, no próximo domingo, na Ilha do Retiro - pelo Pernambucano.
“Ele agora tem apenas um edema no tornozelo. No joelho, onde pensávamos que havia alguma lesão, regrediu bem”, falou Resende. Sobre Grafite, apesar de o corte no centroavante ter sido profundo, o médico garante que não haverá restrições para ser esclado contra o Confiança. “Foi um corte profundo e foi feito uma sutura. Avaliado hoje (segunda), o quadro clínico dele é bom, sem edema, sem inchaço, e não será problema para o jogo”, pontuou.
superesportes
Lelê repudia vaias da torcida do Santa Cruz durante o jogo: "Tem que esperar acabar"
Atacante tricolor ainda agradeceu pelo reconhecimento de parte do público, que aplaudiu os jogadores pelo esforço após o final do jogo contra o Bahia
Quando Lelê deixou o campo do Arruda, aos 28 minutos do segundo tempo da partida contra o Bahia, um misto de vaias e aplausos foi formado pela torcida do Santa Cruz. A situação foi semelhante ao final da partida: os torcedores se dividiram entre a irritação pela derrota e o reconhecimento da garra do time. Para o atacante coral, o apoio é combustível para a equipe buscar o resultado. Os apupos, por outro lado, até são válidos, mas, quando feitos durante o jogo, dificultam a desenvoltura do futebol do time.
“É complicado falar nesse tipo de situação. Quando é no final do jogo, é mais natural e você acaba entendendo as vaias ou aplausos, até porque no final do jogo é válido. Mas quando o jogo está rolando, a gente está brigando por um resultado positivo, um acerto dentro do jogo... Tem que esperar o jogo acabar”, colocou o atacante coral, que ainda disse considerar naturais as críticas, uma vez encerrada a partida.
Para o atacante coral, “falar em relação a aplausos ou vaias no final do jogo é normal. Ruim é quando você está jogando e a torcida começa a te vaiar, sendo que você está tentando acertar”, pontuou. Nessa hora, entra em campo o fator nervosismo. “Quando você erra uma bola dentro do jogo e a torcida incentiva, fica mais fácil de acertar a próxima. Mas quando você erra uma, duas e a torcida pega no pé, dificulta um pouco”, disse Lelê, que, no entanto, pregou que a mudança vai partir do elenco: “Quando o resultado positivo vier, eles vão nos aplaudir o tempo todo.”
Reconhecimento
Apesar de se chatear com as vaias, Lelê não esqueceu de agradecer à torcida pelos aplausos, em especial depois do fim da partida, quando, mesmo com a derrota, o Santa Cruz apresentou um bom futebol. “O reconhecimento do público serve para retomarmos a confiança nos jogos, até porque quando não se faz um jogo de alto nível, automaticamente se perde a confiança. Se num jogo que você sai derrotado a torcida aplaude no final, é porque houve um reconhecimento de que a equipe brigou até o final pelo resultado positivo”, concluiu.
“É complicado falar nesse tipo de situação. Quando é no final do jogo, é mais natural e você acaba entendendo as vaias ou aplausos, até porque no final do jogo é válido. Mas quando o jogo está rolando, a gente está brigando por um resultado positivo, um acerto dentro do jogo... Tem que esperar o jogo acabar”, colocou o atacante coral, que ainda disse considerar naturais as críticas, uma vez encerrada a partida.
Para o atacante coral, “falar em relação a aplausos ou vaias no final do jogo é normal. Ruim é quando você está jogando e a torcida começa a te vaiar, sendo que você está tentando acertar”, pontuou. Nessa hora, entra em campo o fator nervosismo. “Quando você erra uma bola dentro do jogo e a torcida incentiva, fica mais fácil de acertar a próxima. Mas quando você erra uma, duas e a torcida pega no pé, dificulta um pouco”, disse Lelê, que, no entanto, pregou que a mudança vai partir do elenco: “Quando o resultado positivo vier, eles vão nos aplaudir o tempo todo.”
Reconhecimento
Apesar de se chatear com as vaias, Lelê não esqueceu de agradecer à torcida pelos aplausos, em especial depois do fim da partida, quando, mesmo com a derrota, o Santa Cruz apresentou um bom futebol. “O reconhecimento do público serve para retomarmos a confiança nos jogos, até porque quando não se faz um jogo de alto nível, automaticamente se perde a confiança. Se num jogo que você sai derrotado a torcida aplaude no final, é porque houve um reconhecimento de que a equipe brigou até o final pelo resultado positivo”, concluiu.
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Santa Cruz traz Leonardo para reforçar setor defensivo
O Santa Cruz tem novo zagueiro para a temporada 2016. Por meio do twitter oficial, o clube anunciou a contratação do zagueiro Leonardo, 29 anos, que tem passagens por clubes como Santos e Shakhtar (Ucrânia). O contrato é até o final da Série A deste ano. A chegada do defensor está prevista para esta terça-feira.
Leonardo chega para reforçar um setor que vem sendo alvo de críticas no Tricolor. Até agora, o Santa sofreu seis gols em quatro jogos nesta temporada. Por conta disso, os zagueiro corais viraram alvo da torcida.
Além do reforço para a zaga, a direção coral pretende anunciar mais um volante para o time. A ideia é que seja um atleta para brigar com Wellington Cézar pela vaga no time titular.
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Leonardo José Aparecido Moura
Leonardo José Aparecido Moura, mais conhecido como Leonardo (Guarulhos, 9 de março de 1986), é umfutebolista brasileiro que atua como zagueiro. Atualmente, esta no Santa Cruz.
| Informações pessoais | ||
|---|---|---|
| Nome completo | Leonardo José Aparecido Moura | |
| Data de nasc. | 9 de março de 1986 (29 anos) | |
| Local de nasc. | Guarulhos (SP), | |
| Altura | 1,88 m | |
| Pé | Canhoto | |
| Informações profissionais | ||
| Clube atual | ||
| Número | - | |
| Posição | Zagueiro | |
| Clubes de juventude | ||
| 2000–2003 | ||
| Clubes profissionais2 | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| 2004–2005 2005–2012 2007 2008 2009 2010 2011 2011–2013 2013 2014 2015 2015 2016– | → → → → → | 13 (0) 16 (0) 1 (0) 11 (0) 7 (0) 30 (0) 9 (0) 20 (1) 17 (1) 1 (0) 7 (0) 3 (0) 0 (0) |
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