O técnico Paulo Roberto Falcão saiu em defesa do jogo aéreo que o Sport vem praticando neste início de temporada. De acordo com ele, o Leão não faz o simples chuveirinho na área do adversário, mas cruza com qualidade para o homem de referência, que no caso é o atacante Túlio de Melo.
“Sport não tem nada de chuveirinho. Os cruzamento são da linha da área para frente. É tudo bola do fundo. Eu gosto dessa jogada, mas isso não chuveirinho”, disse o treinador.
Tomando os números como base, a jogada aérea do Sport vem dando certo. Dos seis gols feitos até agora pelo time, cinco foram de cabeça e outro veio de uma jogada de escanteio.
Falcão ainda argumentou que joga assim porque tem os jogadores com essas características. “Não podemos fazer o Túlio vir para trás. Temos que usar aquilo que ele tem de melhor. Quero que meu time jogue por fora, é onde tem menos gente”.
blog do torcedor
Serginho se reinventa como terceiro zagueiro e ameniza críticas no Sport
Antes alvo de vaias, volante tem atuado recuado, por determinação de Falcão, e tem agradado ao treinador e à torcida; Jogador saiu aplaudido de jogo contra o Fortaleza
Um dos jogadores mais criticados pela torcida do Sport nos primeiros jogos do ano - quando o Leão perdeu para Salgueiro e América-PE -, o volanteSerginho tem conseguido amenizar o clima de cobrança que vinha recebendo na Ilha do Retiro. As vaias e xingamentos recebidos diante do Mequinha se tornaram em aplausos na última quarta-feira, contra o Fortaleza. E a mudança no tratamento tem um motivo muito claro: agora ele tem jogado como uma espécie de terceiro zagueiro, por determinação do técnico Paulo Roberto Falcão.
A ideia de mudar o posicionamento de Serginho surgiu no último domingo, quando o Sport já perdia para o Botafogo-PB, no estádio Almeidão. No intervalo, Falcão chamou o volante e avisou que ele seria recuado para jogar ao lado de Matheus Ferraz e Durval na zaga. A troca de estratégia surtiu efeito e o Sport virou o jogo. Contra o Fortaleza, foram os 90 minutos na linha de defesa.
- Ele me chamou porque viu que a equipe deles jogava com dois atacantes na frente e a gente precisava abrir nossa equipe colocando Renê e Samuel Xavier "espetando" o time deles.
Apesar da experiência no futebol, Serginho, que tem 29 anos e já jogou em Atlético-MG e Vasco, nunca havia jogado tão recuado.
- Eu nunca tinha feito isso. Já fui improvisado de lateral, mas como terceiro zagueiro não. É diferente, mas estou tentando me adaptar. Conseguimos uma boa vitória.
O técnico Paulo Roberto Falcão também falou sobre a mudança de posicionamento de Serginho. Segundo ele, o volante fez essa função nos dois últimos jogos, mas isso não quer dizer que fará novamente nos próximos.
- Ele fez uma função diferente, mas não significa que vai fazer nos próximos. Vai depender dos adversários. Ele é inteligente e se posiciona muito fácil. Consegue se adaptar com facilidade.
- Ele me chamou porque viu que a equipe deles jogava com dois atacantes na frente e a gente precisava abrir nossa equipe colocando Renê e Samuel Xavier "espetando" o time deles.
Apesar da experiência no futebol, Serginho, que tem 29 anos e já jogou em Atlético-MG e Vasco, nunca havia jogado tão recuado.
- Eu nunca tinha feito isso. Já fui improvisado de lateral, mas como terceiro zagueiro não. É diferente, mas estou tentando me adaptar. Conseguimos uma boa vitória.
O técnico Paulo Roberto Falcão também falou sobre a mudança de posicionamento de Serginho. Segundo ele, o volante fez essa função nos dois últimos jogos, mas isso não quer dizer que fará novamente nos próximos.
- Ele fez uma função diferente, mas não significa que vai fazer nos próximos. Vai depender dos adversários. Ele é inteligente e se posiciona muito fácil. Consegue se adaptar com facilidade.
globo.com
Ainda se entrosando, Sport adota bola aérea como principal arma em 2016
Todos os seis gols do Leão na temporada surgiram de bolas cruzadas na área e cinco deles foram marcados através de cabeçadas de Rithely, Túlio de Melo e Lenis
O início deste ano para o Sport tem sido marcado por uma coincidência muito forte. Dos seis gols marcados pela equipe até agora, todos surgiram em jogadas de bolas cruzadas na área. Foi assim nas duas vezes contra o Central, quando Lenis e Túlio de Melo marcaram de cabeça, nas duas contra o Botafogo-PB, com Rithely usando a cabeça para aproveitar um cruzamento e Túlio de Melo completando com o pé depois de um escanteio e também na última quarta-feira, novamente com a dupla Rithely e Túlio de Melo.
Até nos jogos que o Sport não marcou gols, nas duas derrotas para Salgueiro e América-PE, o recurso foi muito utilizado. Contra o Carcará, Luciano fez, pelo menos, duas boas defesas em arremates de Túlio de Melo. Já contra o Periquito, o camisa 99 perdeu cerca de seis chances claras depois de cruzamentos dos companheiros.
- É bom que marcamos de cabeça em todos os jogos que ganhamos. É uma jogada muito importante, mas também estamos conseguindo finalizar com o pé. Acho que o importante é a bola entrar e não importa a maneira - comentou Túlio de Melo.
Jogador mais alto do elenco do Sport, com 1,93m, Túlio de Melo tem dividido os gols com um baixinho que é 20cm mais baixo. O volante Rithely apareceu nos dois últimos jogos para mostrar que tamanho não é documento quando o assunto é bola levantada na área.
- Nem sempre os mais altos são os melhores cabeceadores. É importante ter tempo de bola e estar no lugar certo e na hora certa. Rithely, por exemplo, tem isso e tem sido feliz - completou Túlio.
Até nos jogos que o Sport não marcou gols, nas duas derrotas para Salgueiro e América-PE, o recurso foi muito utilizado. Contra o Carcará, Luciano fez, pelo menos, duas boas defesas em arremates de Túlio de Melo. Já contra o Periquito, o camisa 99 perdeu cerca de seis chances claras depois de cruzamentos dos companheiros.
- É bom que marcamos de cabeça em todos os jogos que ganhamos. É uma jogada muito importante, mas também estamos conseguindo finalizar com o pé. Acho que o importante é a bola entrar e não importa a maneira - comentou Túlio de Melo.
Jogador mais alto do elenco do Sport, com 1,93m, Túlio de Melo tem dividido os gols com um baixinho que é 20cm mais baixo. O volante Rithely apareceu nos dois últimos jogos para mostrar que tamanho não é documento quando o assunto é bola levantada na área.
- Nem sempre os mais altos são os melhores cabeceadores. É importante ter tempo de bola e estar no lugar certo e na hora certa. Rithely, por exemplo, tem isso e tem sido feliz - completou Túlio.
globo.com
Nenhum comentário:
Postar um comentário